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Para Saber História e Geografia!


Revolução Cubana

A Revolução Cubana foi um movimento popular, que derrubou o governo do presidente Fulgêncio Batista, em janeiro de 1959. Com o processo revolucionário foi implantado em Cuba o sistema socialista, com o governo sendo liderado por Fidel Castro.

Antes de 1959, Cuba era um país que vivia sob forte influência dos Estados Unidos. As indústrias de açúcar e muitos hotéis eram dominados por grandes empresários norte-americanos. Os Estados Unidos também influenciavam muito na política da ilha, apoiando sempre os presidentes pró-Estados Unidos. Do ponto de vista econômico, Cuba seguia o capitalismo com grande dependência dos Estados Unidos. Era uma ilha com grandes desigualdades sociais, pois grande parte da população vivia na pobreza. Todo este contexto gerava muita insatisfação nas camadas mais pobres da sociedade cubana, que era a maioria.

Após a II Grande Guerra, a prosperidade e a democracia estadunidenses contrastam com a pobreza da população da ilha e com o regime ditatorial patrocinado pelos EUA. 75% das terras, 90% dos serviços e 40% da produção de açúcar pertencem a empresas estadunidenses. Em 26 de julho de 1953 um grupo formado pelo advogado Fidel Castro tenta iniciar uma insurreição com o apoio de setores do Exército cubano. Fracassa no assalto ao quartel Moncada, em Santiago. Fidel é julgado e anistiado, indo exilar-se no México em 1954, onde funda o Movimento 26 de Julho e organiza um destacamento guerrilheiro que desembarca na província de Oriente em dezembro de 1956. Seu objetivo é alcançar Sierra Maestra e instalar uma base guerrilheira de onde possa expandir a luta para todo o país.

A organização da revolução

Fidel Castro era o grande opositor do governo de Fulgêncio Batista. De princípios socialistas, planejava derrubar o governo e acabar com a corrupção e com a influência norte-americana na ilha.

Conseguiu organizar um grupo de guerrilheiros enquanto estava exilado no México, em 1957, Fidel Castro e um grupo de cerca de 80 combatentes instalaram-se nas florestas de Sierra Maestra, os combates com as forças do governo foram intensos e vários guerrilheiros morreram ou foram presos. Mesmo assim, Fidel Castro e Ernesto Che Guevara não desistiram e mesmo com um grupo pequeno continuaram a luta.

Começaram a usar transmissões de rádio para divulgar as idéias revolucionárias e conseguir o apoio da população cubana. Com as mensagens revolucionárias, os guerrilheiros conseguiram o apoio de muitas pessoas. Isto ocorreu, pois havia muitos camponeses e operários desiludidos com o governo de Fulgêncio Batista e com as péssimas condições sociais (salário baixo, desemprego, falta de terras, analfabetismo, doenças). Muitos cubanos das cidades e do campo começaram a entrar na guerrilha, aumentando o número de combatentes e conquistando vitórias em várias cidades. O exército cubano estava registrando muitas baixas e o governo de Batista sentia o fortalecimento da guerrilha.

No primeiro dia de janeiro de 1959, Fidel Castro e os revolucionários tomaram o poder em Cuba. Fulgêncio Batista e muitos integrantes do governo fugiram da ilha.

O governo de Fidel Castro tomou várias medidas em Cuba, como, por exemplo, nacionalização de bancos e empresas, reforma agrária, expropriação de grandes propriedades e reformas nos sistemas de educação e saúde. O Partido Comunista dominou a vida política na ilha, não dando espaço para qualquer partido de oposição.

Com estas medidas, Cuba tornou-se um país socialista, ganhando apoio da União Soviética dentro do contexto da Guerra Fria. Até hoje os ideais revolucionários fazem parte de Cuba, que é considerado o único país que mantém o socialismo plenamente vivo. Com a piora no estado de saúde de Fidel Castro em 2007, Raul Castro, seu irmão, passou a governar oficialmente Cuba, em fevereiro de 2008.

Os EUA reagem com hostilidade diante da nacionalização de empresas americanas, da reforma agrária e do fuzilamento de antigos colaboradores. Em 1960, reduzem a quota de importação cubano e, em 1961, decretam o bloqueio comercial, rompem relações com Havana e patrocinam o desembarque de rebeldes anticastristas na baía dos Porcos. Em 1962, com a descoberta da instalação de mísseis soviéticos em Cuba, os EUA ameaçam com um ataque nuclear e abordam navios soviéticos no Caribe para inspeção. A URSS recua e decide retirar os mísseis. O alinhamento com o Kremlin começa com a unificação do Movimento 26 de Julho com o Partido Popular Progressista (comunista), em 1960. A União Soviética e outros países da Europa Oriental ocupam o lugar dos Estados Unidos como principais parceiros comerciais. O bloqueio econômico e as pressões americanas pela realização de eleições estimulam o regime cubano a estatizar a economia, organizar Comitês de Defesa da Revolução e adotar oficialmente o comunismo. A partir de 1966, Cuba transforma-se em centro de apoio a revolucionários na América Latina e outras áreas do Terceiro Mundo. Che Guevara, um dos principais dirigentes da Revolução Cubana, comanda guerrilheiros no Congo e na Bolívia, onde é morto em 1967.



Escrito por Adriano Medeiros às 06:00:59 PM
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REFORMA PROTESTANTE

O processo de reformas religiosas teve início no século XVI. Podemos destacar como causas dessas reformas: abusos cometidos pela Igreja Católica e uma mudança na visão de mundo, fruto do pensamento renascentista.

A Igreja Católica vinha, desde o final da Idade Média, perdendo sua identidade. Gastos com luxo e preocupações materiais estavam tirando o objetivo católico dos trilhos. Muitos elementos do clero estavam desrespeitando as regras religiosas, principalmente o que diz respeito ao celibato. Padres que mal sabiam rezar uma missa e comandar os rituais deixavam à população insatisfeita. A burguesia comercial, em plena expansão no século XVI, estava cada vez mais inconformada, pois os clérigos católicos estavam condenando seu trabalho. O lucro e os juros, típicos de um capitalismo emergente, eram vistos como práticas condenáveis pelos religiosos.

Por outro lado, o papa arrecadava dinheiro para a construção da basílica de São Pedro em Roma, com a venda das indulgências (venda do perdão).  No campo político, os reis estavam descontentes com o papa, pois este interferia muito nos comandos que eram próprios da realeza.

O novo pensamento renascentista também fazia oposição aos preceitos da Igreja. O homem renascentista começava a ler mais e formar uma opinião cada vez mais crítica. Trabalhadores urbanos, com mais acesso a livros, começaram a discutir e a pensar sobre as coisas do mundo. Um pensamento baseado na ciência e na busca da verdade através de experiências e da razão.

Martinho Lutero

Precursor da Reforma Protestante na Europa, Lutero nasceu na Alemanha no ano de 1483 e fez parte da ordem agostiniana. Em 1507, ele foi ordenado padre, mas devido as suas idéias que eram contrárias as pregadas pela igreja católica, ele foi excomungado.

Sua doutrina, salvação pela fé, foi considerada desafiadora pelo clero católico, pois abordava assuntos considerados até então pertencentes somente ao papado. Contudo, esta foi plenamente espalhada, e suas inúmeras formas de divulgação não caíram no esquecimento, ao contrário, suas idéias foram levadas adiante e a partir do século XVI, foram criadas as primeiras igrejas luteranas.

Apesar do resultado, inicialmente o reformador não teve a pretensão de dividir o povo cristão, mas devido à proporção que suas 95 teses adquiriram, este fato foi inevitável. Para que todos tivessem acesso às escrituras que, até então, encontravam-se somente em latim, ele traduziu a Bíblia para o idioma alemão, permitindo a todos os conhecimentos que durante muito tempo foi guardado somente pela igreja.

Com um número maior de leitores do livro sagrado, a quantidade de protestantes aumentou consideravelmente e entre eles, encontravam-se muitos radicais. Precisou ser protegido durante 25 anos. Para sua proteção, ele contava com o apoio do Sábio Frederico, da Saxônia.

Foi responsável pela organização de muitas comunidades evangélicas e, durante este período, percebeu que seus ensinamentos conduziam à divisão.

A Reforma Luterana O monge alemão Martinho Lutero foi um dos primeiros a contestar fortemente os dogmas da Igreja Católica. Afixou na porta da Igreja de Wittenberg as 95 teses que criticavam vários pontos da doutrina católica.

O monge agostiniano rompeu com a igreja católica, criando uma doutrina que tinha como base o preceito de que o homem se salva pela fé em deus e não pelas suas obras, Lutero condenava a venda de indulgências e propunha a fundação do luteranismo (religião luterana) a salvação do homem ocorria pelos atos praticados em vida e pela fé.

Embora tenha sido contrário ao comércio, teve grande apoio dos reis e príncipes da época. Em suas teses, condenou o culto à imagens e revogou o celibato. 

A Reforma Calvinista  João Calvino: reforma na França começou a Reforma Luterana no ano de 1534. De acordo com Calvino a salvação da alma ocorria pelo trabalho justo e honesto. Essa idéia calvinista atraiu muitos burgueses e banqueiros para o calvinismo. Muitos trabalhadores também viram nesta nova religião uma forma de ficar em paz com sua religiosidade. Calvino também defendeu a idéia da predestinação (a pessoa nasce com sua vida definida).

O teólogo João Calvino publicou uma obra denominada instituição da religião cristã, em que afirma que o ser humano estaria pré-destinado por deus para merecer o céu ou o inferno.

A Reforma Anglicana Na Inglaterra, o rei Henrique VIII rompeu com o papado, após este se recusar a cancelar o casamento do rei. Henrique VIII funda o anglicanismo e aumenta seu poder e suas posses, já que retirou da Igreja Católica uma grande quantidade de terras.

A igreja anglicana tinha como características a preservação da forma religiosa tradicional do catolicismo, introduzindo em sua doutrina elementos de conteúdo protestante.

A Contra-Reforma Católica Com a difusão do protestantismo, ocorreu um movimento amplo de moralização da igreja católica e de reorganização de suas estruturas (religiosa e econômica), como parte da contra-reforma,a igreja tomou um conjunto de medidas para conter o avanço do protestantismo com a aprovação da ordem dos jesuítas e o restabelecimento da Inquisição.

Preocupados com os avanços do protestantismo e com a perda de fiéis, bispos e papas reúnem-se na cidade italiana de Trento (Concílio de Trento) com o objetivo de traçar um plano de reação. No Concílio de Trento ficou definido : 

- Catequização dos habitantes de terras descobertas, através da ação dos jesuítas;

- Retomada do Tribunal do Santo Ofício - Inquisição : punir e condenar os acusados de heresias

- Criação do Index Librorium Proibitorium (Índice de Livros Proibidos): evitar a propagação de idéias contrárias à Igreja Católica.

 

Intolerância

Em muitos países europeus as minorias religiosas foram perseguidas e muitas guerras religiosas ocorreram, frutos do radicalismo. A Guerra dos Trinta Anos (1618-1648), por exemplo, colocaram católicos e protestantes em guerra por motivos puramente religiosos. Na França, o rei mandou assassinar milhares de calvinistas na chamada Noite de São Bartolomeu.



Escrito por Adriano Medeiros às 05:59:23 PM
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O imperialismo no século XX - USA e Japão.

 

Após o fim da segunda Guerra Mundial (1945), até 1973 o capitalismo viveu o mais forte crescimento de sua história. Na Europa Ocidental, governos social-democratas promoveram importantes reformas diminuindo as desigualdades sociais e a pobreza: criaram o WELFARE STATE (estado de bem estar social).

Os países capitalistas aproveitaram bem o período após a segunda grande guerra, e até a década de 70 prosperaram muito, se valendo do capitalismo para se tornarem muito ricos, conseguiram um avanço econômico, este período de avanço capitalista foi denominado pelo historiador inglês Eric J. Hobsbawm como era de ouro do capitalismo.

Na Europa ocidental os países como: Suécia, Noruega, Dinamarca, se valiam da social democracia que funcionava assim, o governo coordenava indústrias de caráter importante como siderúrgicas, companhias de transportes, bancos e telecomunicações, e deixava outros ramos de produção para empresas multinacionais, sendo que as empresas que não eram do país tinham que pagar altos impostos que eram revertidos em educação, saúde, moradia e saneamento para a população, estes países aproveitaram o capitalismo, mas com a intenção de melhorar o bem estar da sociedade em geral.

Nos EUA foi de modo inverso, os presidentes norte-americanos, incentivaram cada vez mais a exploração industrial se valendo da exploração de mão de obra para conseguir domínio econômico.

As grandes multinacionais se instalaram em paises subdesenvolvidos e pagando pouco aos funcionários, conseguia muitos lucros, sendo que este dinheiro era aplicado nos EUA.

A população norte-americana passou para o mercado das indústrias, trabalhando em fábricas que pagavam o funcionário de forma razoável, estes gastavam o seu dinheiro em produtos lançados no mercado como carros, televisão entre outros, o forte apelo comercial praticamente empurrava as pessoas a consumirem de tudo.

As grandes empresas de refino de petróleo (na maioria, Norte-Americanas) exploravam os produtores de petróleo do oriente médio, sendo que em 1973 estes paises que eram explorados se organizaram e iniciaram um movimento para conseguir negociar o preço de venda do petróleo aos EUA, a partir deste ponto se iniciou uma pequena estagnação do capitalismo nos Estados Unidos da América.

O Japão, logo após a 2º Guerra Mundial estava destruído, devido às bombas atômicas atiradas pelo EUA, sendo que após o fim da guerra, os Estado Unidos com medo de o Japão se tornar um país comunista como a China, tratou de ajudar a reconstruir o império nipônico.

Com incentivo econômico norte-americano o país destruído da Ásia de torna um grande império capitalista, produzindo e exportando a partir da década de 60 produtos de qualidade inferior, mas de preço barato, produtos como lâmpadas bicicletas e rádios, as empresas produtoras passaram a investir na modernização e automação da produção alcançando a produção com alta qualidade.

O governo japonês investiu muito nas escolas e faculdades, formando grandes profissionais em todas as áreas, sendo que na década de 70 as indústrias japonesas já eram responsáveis por uma grande parte de produtos eletro-eletrônicos consumidos em todo o mundo.

Hoje os produtos japoneses no ramo dos eletrônicos e robótica são considerados os melhores do mundo, isto se da ao grande investimento do governo na educação na década de 60, o que possibilitou a formação de grandes profissionais e cientistas.

Perguntas:

1.Após ler o texto, faça uma síntese do que entendeu sobre o domínio capitalista dos EUA e Japão.

2.De que forma a população esta envolvida com o capitalismo? Cite exemplos de produtos de consumo.

3.O que aconteceu com o Japão no pós Guerra para ele se tornar um país capitalista?

4.Cite produtos de origem Norte-Americana e japonesa que consumimos no dia a dia.

5.A televisão influencia no consumo de produtos? Justifique a sua resposta.

6.O Brasil é um país capitalista? Exemplifique a resposta.



Escrito por Adriano Medeiros às 05:55:58 PM
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FILOSOFIA E HISTÓRIA.

 

O uso de filósofos para interpretar considerações históricas é quase que uma pratica corriqueira dentro do sistema de estudo das teorias da história, a finalidade social é importante e o uso interdisciplinar é uma prática que deveria ser adotada por todos aqueles que pretendem, ou tentam, debater as sociedades dentro de uma perspectiva fundamental que é a visão educacional da história das civilizações.

É importante afirmar que a finalidade de estudo dos diversos filósofos e seus devidos tempos históricos se deve muito ao principio da busca do saber relacionado ao contexto social e suas metodologias, claro que o pensamento de um individuo é realizado de acordo com suas realidades, por exemplo, Karl Marx, propõe as bases do socialismo cientifico de acordo com a sua visão crítica da realidade que ele via diante de sua porta, portanto, fazer análises críticas sim é importante, mas conjecturas abstratas não.

Sabemos também que o estudo da história tem um princípio ôntico e holístico, partido deste ponto notamos que as duas disciplinas (História e Filosofia) apresentam uma carga de fundamental importância para o estudo, as duas caminham para a interpretação de um determinado movimento, sistema ou conjunto de ações sociais que são ativados por determinados pensamentos ou linhas de raciocínio, claro que dada as suas devidas proporções cada uma delas buscas as suas explicações e não devemos ter a pretensão de explicar tudo ou basear todos os acontecimentos históricos dentro desta visão social.

Dentro deste parâmetro de ação resolvi criar uma apresentação (bem sintetizada) de alguns pensadores que ainda hoje são destacados nas duas disciplinas e interagem com nossas condições sociais e com nossa intelectualidade.

 

1 – Platão. Nasceu em 427 a. C. em Atenas e morreu em 347 a. C.

Um dos filósofos que mais influenciaram a cultura ocidental, Platão, cujo nome verdadeiro era Aristócles, nasceu de uma família rica, envolvida com políticos. Ainda na juventude, tornou-se discípulo de Sócrates, com quem conviveu durante oito anos, iniciando-se na filosofia.

Escreveu Menexeno, Ménon (sobre a virtude), Eutidemo (sobre a erística), Crátilo (sobre a justeza dos nomes), O banquete (sobre o amor), Fédon, a república (sobre a justiça), Fedro, Teeteto (sobre a ciência) e Parmênides. Os diálogos da maturidade são O sofista (sobre o ser), O político, Timeu (sobre a natureza), Crítias (sobre Atlântida), Filebo (sobre o prazer) e As leis. O filósofo também deixou algumas cartas.

De acordo com o filósofo, uma cidade-modelo deveria distribuir os seus habitantes em três segmentos: os sábios deveriam pertencem à ordem dos governantes, os corajosos, que deveriam zelar pela segurança, à ordem dos guardiões, e os demais, responsáveis pela agricultura e comércio, fariam parte da ordem dos produtores.

O filósofo também não concordava que os políticos mais votados assumissem os principais cargos em uma cidade ou país. Para Platão, nem sempre o mais votado era o mais bem preparado. Dentro deste contexto, era necessário criar uma alternativa para impedir que a corrupção e a incompetência tomassem conta do poder público.



Escrito por Adriano Medeiros às 09:06:54 PM
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2 – Aristóteles. Nasceu em 384 a. C. na Macedônia e morreu em 322 a. C. na Grécia.

 Nasceu em Estagira, na península macedônica da Calcídica (por isso é também chamado de o Estagirita). Aos 16 ou 17 anos, Aristóteles mudou-se para Atenas, então o centro intelectual e artístico da Grécia, e estudou na Academia de Platão até a morte do mestre, no ano 347 a.C.

Depois disso, passou algum tempo em Assos, no litoral da Ásia Menor (atual Turquia), o filósofo fugiu para Mitilene, na ilha de Lesbos. Foi depois convidado para a Corte da Macedônia onde, durante três anos, exerceu o cargo de tutor de Alexandre, mais tarde "o Grande".

Aristóteles é considerado um dos mais fecundos pensadores de todos os tempos. Suas investigações filosóficas deram origem a diversas áreas do conhecimento. Entre outras, podem-se citar a biologia, a zoologia, a física, a história natural, a poética, a psicologia, sem falar em disciplinas propriamente filosóficas como a ética, a teoria política, a estética e a metafísica. As obras de Aristóteles que sobreviveram ao tempo foram obtidas a partir de anotações do próprio autor para suas aulas, de textos didáticos, de anotações dos discípulos, ou ainda de uma mistura de várias fontes. De suas obras destacam-se "Organon", dedicada à lógica formal; "Ética a Nicômano".

 

3 – Maquiavel. Nasceu em 1469 na Itália e morreu em 1527.

Niccolò Machiavelli, dito Maquiavel, ensinou ao mundo uma lição de política prática. Nasceu em 1469, filho de um advogado, e cresceu na cidade italiana de Florença. Em 1498, conseguiu um cargo secundário de funcionário do governo de Florença, emprego que conservou durante 14 anos. Tornou-se funcionário público de confiança e, finalmente, um diplomata, que viajou para todas as importantes cidades-Estado da península e também para diversas cortes estrangeiras.

A mais famosa de suas obras é O Príncipe, um manual que contém as regras desenvolvidas a partir de suas observações, as quais esperava ver utilizadas por um monarca para unir a Itália. Maquiavel morreu em 1527 e O Príncipe foi publicado cinco anos mais tarde.

Típico pensador do Renascimento, Maquiavel é considerado o primeiro teórico do Estado moderno. Ele vislumbrava a necessidade de um Estado centralizador e poderoso, em que o governante se sobressaísse sobre os demais senhores feudais e tivesse poder para conduzir a sociedade. Para ele, não havia meios que os fins não justificassem nem códigos morais que não pudessem ser transgredidos, nem princípios religiosos que reprimissem o governante. Ao fazer a distinção entre o que um homem era e aquilo que deveria ser, ficou com a realidade como a via e eliminou o "deve ser" de seu vocabulário.

 

4 – Thomas Hobbes. Nasceu em 1588 na Inglaterra e morreu em 1679.

Aos quatro anos, Hobbes começou a ser educado na igreja de Westport, passando por duas escolas e seguindo, aos 15 anos, para Oxford, onde mais tarde freqüentou a universidade.

Tornou-se companheiro de outros alunos e, em 1610, visitaram juntos a França e a Itália. Durante a viagem, Hobbes verificou que a filosofia de Aristóteles estava perdendo influência, devido às descobertas de Galileu e Kepler, que formularam as leis do movimento planetário.

Durante uma terceira viagem ao continente, com seu novo pupilo, Hobbes se encontrou com o matemático e físico Mersenne e, depois, com Galileu e Descartes. Descobriu os "Elementos", de Euclides, e a geometria, que o ajudaram a clarear suas idéias sobre a filosofia.

Com a idéia de que a causa de tudo está na diversidade do movimento, escreveu seu primeiro livro filosófico, "Uma Curta Abordagem a Respeito dos Primeiros Princípios" e começou a planejar sua trilogia: "De Corpore", demonstrando que os fenômenos físicos são explicáveis em termos de movimento (publicado em 1655); "De Homine", tratando especificamente do movimento envolvido no conhecimento e apetite humano, (1658); e "De Cive", a respeito da organização social, que seria publicado em 1642.

Quatro anos depois,o príncipe de Gales, o futuro Carlos II, em Paris, convidou-o para ensinar-lhe matemática e Hobbes voltou para os temas políticos. Em 1650, publicou "Os Elementos da Lei", em duas partes, a "Natureza Humana" e o "Do Corpo Político".

Em 1651, publicou sua obra-prima, o "Leviatã". Carlos I tinha sido executado e Carlos II estava exilado; por isso, no final da obra, tentou definir as situações em que seria possível legitimamente a submissão a um novo soberano. Tal capítulo valeu-lhe o desagrado do rei Carlos II e da corte inglesa.

Com a restauração da monarquia inglesa, em 1660, Hobbes voltou a ser admitido na corte, com uma pensão oferecida por Carlos II. Em 1666, Hobbes sentiu-se ameaçado, devido à tentativa de aprovação no Parlamento de uma lei contra o ateísmo, sendo que a comissão deveria analisar "O Leviatã".A lei não foi aprovada, mas Hobbes nunca mais pôde publicar algo sobre a conduta humana.



Escrito por Adriano Medeiros às 08:51:59 PM
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5 – René Descartes. Nasceu em 1596 na França e morreu em 1650 na Suécia.

René Descartes, nascido em 1596 em La Haye na França e de 1604 a 1614, estuda no colégio jesuíta de La Flèche. Apesar de apreciado por seus professores, ele se declara, no livro "Discurso sobre o Método", decepcionado com o ensino que lhe foi ministrado: a filosofia escolástica não conduz a nenhuma verdade indiscutível, "Não encontramos aí nenhuma coisa sobre a qual não se dispute". Só as matemáticas demonstram o que afirmam: "As matemáticas agradavam-me, sobretudo por causa da certeza e da evidência de seus raciocínios".

Em 1628 escreve um pequeno livro em latim, as "Regras para a direção do espírito" (Regulae ad directionem ingenii). A idéia fundamental que aí se encontra é a de que a unidade do espírito humano (qualquer que seja a diversidade dos objetos da pesquisa) deve permitir a invenção de um método universal. Em seguida, Descartes prepara uma obra de física, o Tratado do Mundo, a cuja publicação ele renuncia visto que em 1633 toma conhecimento da condenação de Galileu. É certo que ele nada tem a temer da Inquisição. Entre 1629 e 1649, ele vive na Holanda, país protestante. Mas Descartes, de um lado é católico sincero (embora pouco devoto), de outro, ele antes de tudo quer fugir às querelas e preservar a própria paz.

Finalmente, em 1637, ele se decide a publicar três pequenos resumos de sua obra científica: A Dióptrica, Os Meteoros e A Geometria. Esses resumos, que quase não são lidos atualmente, são acompanhados por um prefácio e esse prefácio foi que se tornou famoso: é o Discurso sobre o Método. Ele faz ver que o seu método, inspirado nas matemáticas, é capaz de provar rigorosamente a existência de Deus e o primado da alma sobre o corpo. Desse modo, ele quer preparar os espíritos para, um dia, aceitarem todas as conseqüências do método - inclusive o movimento da Terra em torno do Sol! Isto não quer dizer que a metafísica seja, para Descartes, um simples acessório. Muito pelo contrário! Em 1641, aparecem as Meditações Metafísicas, sua obra-prima, acompanhadas de respostas às objeções.

 

6 – John Locke. Nasceu em 1632 na Inglaterra e morreu em 1704.

Locke despertou muito cedo para os problemas da vida política inglesa da sua época. Mas os problemas políticos não influenciaram em nada o decurso da sua educação. Entrou para a escola de Westminster em 1646, tendo ido para Oxford para o Colégio de Christ Church em 1652, tendo aí vivido até 1684.

Em 1675 foi viver para França, realizando algumas excursões, mas tendo vivido, sobretudo em Montpellier e foi nesta cidade que começou a tomar forma o seu Ensaio sobre o Entendimento Humano, obra que começou em 1671 e que só será publicado em 1690.

 

Quando Locke escreveu os Dois Tratados sobre o Governo, a sua principal obra de filosofia política, tinha dois objetivos: refutar a doutrina do direito divino dos reis e do absolutismo régio, como tinha sido apresentado no livro de Robert Filmer, Patriarcha.

As doutrinas apresentadas no segundo tratado tornaram-se a base de filosofia política e social, durante gerações. Para Locke o trabalho é a origem e a justificação da propriedade.

O contrato, ou o consentimento, é à base do governo e da fixação dos seus limites. Sendo que as duas doutrinas se baseiam na independência da pessoa enquanto indivíduo. O estado natural não conhece o governo, mas nele, assim como na sociedade política, os homens estão sujeitos às regras da moral, que não é mais do que a Lei de Deus.

Os homens nascem livres e com os mesmos direitos, ou, em princípio, era assim que era na sociedade primitiva, em que havia o suficiente para todos Locke defende que, quando a humanidade se multiplicou e a terra se tornou insuficiente para todos, foram necessárias regras para além das criadas pela lei moral ou natural.

Mas a origem do governo não se baseia nesta necessidade econômica, mas noutra causa. A Lei Moral é sempre válida, mas não é necessariamente mantida sempre.

Assim o governo é instituído por meio de um contrato social, sendo os seus poderes limitados, envolvendo obrigações recíprocas, sendo que estas obrigações podem ser modificadas ou revogadas pela autoridade que as conferiu.

 

7 – Montesquieu. Nasceu em 1689 na França e morreu em 1755.

Charles-Louis de Secondat, barão de Montesquieu, foi um dos grandes filósofos políticos do Iluminismo, um curioso insaciável, tinha um humor mordaz. Ele escreveu um relatório sobre as várias formas de poder, em que explicou como os governos podem ser preservados da corrupção.

Nobre, de família rica, Charles-Louis formou-se em direito na Universidade de Bordeaux, em 1708, e foi para Paris prosseguir em seus estudos. Com a morte do pai, cinco anos depois, voltou à cidade natal, La Brède, para tomar conta das propriedades que herdou.

Inspirou-se no o gosto da época pelas coisas orientais para fazer uma sátira das instituições e dos costumes das sociedades francesa e européia, além de fazer críticas fortes à religião católica e à igreja: foi a primeira vez que isso aconteceu no século 18.

Viajou pela Europa e decidiu morar na Inglaterra, onde ficou por dois anos. Estava muito impressionado com o sistema político inglês e decidido a estudá-lo. Na volta a La Brède, escreveu sua obra-prima, "O Espírito das Leis": foi outro grande sucesso, e também bastante criticada, como haviam sido as "Cartas Persas".

Montesquieu quis explicar as leis humanas e as instituições sociais: enquanto as leis físicas são regidas por Deus, as regras e instituições são feitas por seres humanos passíveis de falhas. Definiu três tipos de governo existentes: republicanos, monárquicos e despóticos, e organizou um sistema de governo que evitaria o absolutismo, isto é, a autoridade tirânica de um só governante. Para o pensador, o despotismo era um perigo que podia ser prevenido com diferentes organismos exercendo as funções de fazer leis, administrar e julgar.

Assim, Montesquieu idealizou o Estado regido por três poderes separados, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário. Essa é a teoria da separação de poderes e teve enorme impacto na política, influenciando a organização das nações modernas. O pensador levou dois anos escrevendo "Em defesa do Espírito das Leis", para responder ao vários críticos.



Escrito por Adriano Medeiros às 08:51:42 PM
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8 – Voltaire. Nasceu em 1694 em Paris na França e morreu em 1778.

François Marie Arouet, que se tornou conhecido como Voltaire, nasceu em uma família rica e aristocrática. Sua mãe morreu depois do parto. Graças à sua imprudência e às suas anedotas que falavam sobre conspirações, acabou preso na Bastilha, onde adotou o nome de Voltaire.

Depois de quase um ano, foi libertado. Após uma briga com o duque de Sully, cavaleiro de Rohden foi obrigado a exilar-se por três anos na Inglaterra. Em Londres conheceu os poetas Young e Pope, o escritor Swift e o filósofo Berkeley. A liberdade de expressão, a tolerância religiosa e a filosofia inglesa o agradaram. Estudou a obra de Newton e, em 1734, propagou suas idéias na França com as "Cartas Filosóficas".

Aos poucos, Voltaire retomou os contatos com a França e virou historiógrafo real. Ele e a marquesa foram para Paris onde em 1746 foi eleito a Academia Francesa. Após a morte da marquesa em 1749, Voltaire aceitou o convite de seu amigo, Frederico 2o da Prússia, para ser seu professor de francês.

Tudo ia bem até que Voltaire publicou um panfleto atacando Malpertuis, protegido do rei e presidente da academia de Berlim. Fugindo da raiva real, estabeleceu-se em Genebra onde terminou suas maiores obras históricas: "Um Ensaio sobre o Costume e o Espírito das Nações e sobre os Principais Fatos da História, de Carlos Magno a Luís 13"; e "A Era de Luís 14".

Quando saiu de Genebra, Voltaire foi para Ferney. Publicou seu "Dicionário Filosófico" em 1764, com idéias revolucionárias, com críticas ao Estado e a religião. No entanto, Voltaire não era propriamente um gênio da filosofia e sim um homem de espírito, um agitador cultural, um divulgador de idéias, que expandiu o questionamento filosófico para além dos muros das universidades, principalmente através da literatura de ficção, com seus contos filosóficos.

 

9 – David Hume. Nasceu em 1711 na Escócia e morreu em 1776.

De família escocesa, David Hume nasceu em 7 de maio de 1711, em Edimburgo, e morreu na mesma cidade em 25 de agosto de 1776.

Na Grã-Bretanha, ocupou cargos públicos, incluindo o de secretário de Estado (1768). Antes, entre 1763 e 1765, serviu na França como secretário da embaixada inglesa. Ao falecer, revelou extraordinária tranqüilidade diante da morte.

A posição doutrinária assumida por Hume pode ser explicada pelo subtítulo do "Tratado": "Ensaio para introduzir o método experimental de raciocínio nos assuntos morais". Diz ele, na introdução, que, assim como a ciência do homem é o único fundamento sólido para as outras ciências, assim o único fundamento sólido que podemos dar à ciência do homem repousa necessariamente sobre a experiência e sobre a observação.

Muito dos filósofos contemporâneos ainda discutem as teses de Hume sobre a religião, sobretudo as expostas no ensaio "Dos milagres", de 1758, e em "Diálogos sobre a religião natural", publicado postumamente, em 1779. Com o seu habitual ceticismo, rompendo definitivamente com a tradição metafísica ocidental, Hume nega a possibilidade de se verificar, por meio de testemunhos históricos, os milagres (que, supostamente, suspendem as leis da natureza). Para Hume, não é possível se admitir nenhuma prova da existência de Deus nesta existência.

Hume também é importante como historiador: escreveu a primeira moderna "História da Grã-Bretanha", que abrange o período que vai de Júlio César até 1688. Quanto à economia, Hume desenvolveu muitas idéias, até hoje importantes - que influenciaram, entre outros, Adam Smith -, sobre a propriedade intelectual, a inflação e o comércio exterior.

 

10 – Rousseau. Nasceu em 1712 na Suíça e morreu em 1778 na França.

Bem no início do "Contrato Social", Rousseau afirma que "o homem nasce livre, e por toda a parte encontra-se a ferros". Discutindo esse fato, o filósofo criou uma das obras fundamentais da filosofia política ocidental.

Jean-Jacques Rousseau perdeu a mãe ao nascer e foi educado por um pastor protestante na cidade de Bossey (Suíça). Voltou para Genebra e ali exerceu vários ofícios, entre eles o de gravador. Foi ainda professor de música em Lausanne (também na Suíça).

Em 1742, estabeleceu-se em Paris, onde fez amizade com os filósofos iluministas (os chamados "philosophes"), entre os quais estavam Diderot e Condillac. Colaborou na "Enciclopédia" (coordenada por Diderot), escrevendo diversos verbetes. Ainda em Paris, uniu-se a Thérèse Levasseur, com quem morou por muitos anos.

Rousseau escreveu o "Discurso Sobre as Ciências e as Artes", tratando já da maioria dos temas importantes em sua filosofia.

Rousseau conquistou reconhecimento. Seguiram-se anos de grande atividade reflexiva. Em 1755, publicou-se o "Discurso Sobre a Origem da Desigualdade Entre os Homens" em 1762 saíram duas de suas obras mais importantes: o ensaio "Do Contrato Social" e o tratado pedagógico "Emílio, ou da Educação".

Em 1762, Rousseau foi perseguido por conta de suas obras, consideradas ofensivas à moral e à religião, e obrigado a exilar-se em Neuchâtel (Suíça). Três anos depois, partiu para a Inglaterra, a convite do filósofo David Hume.



Escrito por Adriano Medeiros às 08:51:25 PM
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11 – Denis Diderot. Nasceu em 1713 na França e morreu em 1784.

Denis Diderot nasceu em Langres, na França, em 5 de outubro de 1713, e morreu em Paris, em 31 de julho de 1784. Educado em colégio de jesuítas, recebe sólida instrução humanística. Em 1732 instala-se em Paris. Vive apenas de traduções. Depois, dedica-se à direção editorial da "Enciclopédia ou Dicionário lógico das ciências, artes e ofícios", obra gigantesca que preparará ideologicamente a Revolução Francesa.

Encarregado pelo livreiro Lebreton de traduzir para o francês a enciclopédia inglesa "Cyclopaedia", de Ephraim Chambers, Diderot transforma o projeto em obra autônoma, suma das tendências científicas, sociais, econômicas e políticas do Século das Luzes. Em 1750 surge o "Prospecto" da "Enciclopédia", de autoria de Diderot, para incentivar a subscrição popular da obra: mais um manifesto do que um programa editorial.

Compartilhando a direção da "Enciclopédia" com d'Alembert, cujo "Discurso preliminar", no início do primeiro volume, é uma exposição de princípios filosóficos, Diderot vai entregar-se a uma tarefa que o absorverá durante 16 anos.

Diderot tem fé no progresso contínuo, tem a certeza de que a ciência fornece a chave dos enigmas do mundo, de que a religião deve se circunscrever a uma modesta tarefa de regrar o comportamento prático do homem, de que a tecnologia irá construir o futuro econômico das sociedades e de que a política é a arte de eliminar as desigualdades sociais.

Fora da "Enciclopédia", Diderot escreve um volume de reflexões filosóficas ("Pensamentos filosóficos"), em que formula objeções racionalistas contra a revelação sobrenatural.

 

12 – Adam Smith. Nasceu em 1723 na Escócia e morreu em 1790.

Filho de um fiscal da alfândega, Adam Smith fez seus primeiros estudos em Kirkcaldy, sua cidade natal. Aos 14 anos, ingressou na Universidade de Glasgow, onde se graduou em 1740 e conseguiu uma bolsa de estudos para a Universidade de Oxford, onde estudou filosofia.

Seis anos depois, retornou à Escócia e tornou-se conferencista público em Edimburgo. Adquiriu reconhecimento como filósofo, o que lhe proporcionou ser professor de lógica na Universidade de Glasgow, em 1751. No ano seguinte, passou a lecionar filosofia moral, cadeira pleiteada alguns anos antes, sem sucesso, pelo filósofo David Hume.

Nessa época, travou relações com nobres e altos funcionários, freqüentando a sociedade de Glasgow e, em 1758, foi eleito reitor da Universidade. Seu primeiro trabalho, "A Teoria dos Sentimentos Morais", foi publicado no ano seguinte.

Por intermédio do político Charles Townshend, foi convidado para o cargo de tutor do duque de Buccleuch. Em 1763, Adam Smith renunciou ao seu posto na Universidade de Glasgow e mudou-se para a França. Passou quase um ano na cidade de Toulouse e depois foi para Genebra, onde se encontrou com o filósofo Voltaire.

Em 1767, Smith retornou a Kirkcaldy, onde iniciou a elaboração e revisão de sua célebre teoria econômica. Passou mais três anos em Londres, onde seu livro foi concluído. "Uma Investigação sobre a Natureza e as Causas da Riqueza das Nações" foi publicado em 1776, tornando-se um dos mais influentes livros de teoria moral e econômica do mundo. As teorias formuladas em "A Riqueza das Nações" lançaram as bases do liberalismo, como a teoria da livre concorrência e o conceito de livre mercado.

"Ao buscar seu próprio interesse, o indivíduo freqüentemente promove o interesse da sociedade de maneira mais eficiente do que quando realmente tem a intenção de promovê-lo." Defendendo o valor do interesse individual para garantir o interesse público, Adam Smith criou, neste trecho de seu livro chamado "A Riqueza das Nações", o conceito de "mão invisível do mercado", fundamental para a doutrina do liberalismo.

 

13 – Immanuel Kant. Nasceu em 1724 na Prússia (Rússia) e morreu em 1804.

Immanuel Kant era filho de um pequeno artesão e passou toda a vida em sua pequena cidade natal, Königsberg. Estudou no Colégio Fredericianum e na Universidade de Königsberg. Em 1755, doutorou-se em filosofia. Depois de alguns anos trabalhando como preceptor para filhos de famílias abastadas, passou a dar aulas privadas na universidade. Em 1770, tornou-se catedrático em matemática e lógica na Universidade de Königsberg.

Ao estudar a questão do conhecimento, investigando seus limites, suas possibilidades e suas aplicações, Kant elaborou sua obra capital, a "Crítica da Razão Pura", publicada em 1781.

O filósofo também se ocupou do problema da moral. A "Crítica da Razão Prática", publicada em 1788, discute os princípios da ação moral, a ação do homem em relação aos outros e a conquista da felicidade.

Kant tornou-se um filósofo respeitado e conhecido. Contudo, devido a suas idéias sobre religião, foi proibido de escrever ou dar aulas sobre assuntos religiosos pelo rei Frederico Guilherme II, da Prússia, em 1792.

Cinco anos depois, com a morte do rei, Kant viu-se desobrigado de obedecer à censura, publicando um sumário de suas idéias religiosas em 1798.

"Age de maneira tal que a máxima de tua ação sempre possa valer como princípio de uma lei universal." Assim o filósofo Immanuel Kant formulou o "imperativo categórico". Ao buscar fundamentar na razão os princípios gerais da ação humana, Kant elaborou as bases de toda a ética moderna.



Escrito por Adriano Medeiros às 08:51:04 PM
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14 – David Ricardo. Nasceu em 1772 em Londres e morreu em 1823.

Economista inglês e autor da teoria do trabalho como valor, são um dos fundadores da ciência econômica, filho de judeus holandeses. Deixa a escola aos 14 anos para trabalhar com o pai como corretor na bolsa de valores, atividade que lhe rende prestígio profissional.

Aos 21 anos, converte-se ao protestantismo e rompe com a família para casar-se com uma jovem e trabalha por conta na bolsa de valores e fica rico, o que lhe permite dedicar-se à leitura, principalmente de textos sobre matemática, química e geologia.

Influenciado pelas idéias do economista inglês Adam Smith, aprofunda o estudo das questões monetárias e no texto Princípios de Economia Política e Tributação (1817), expõe suas principais teses. Defende a livre competição no comércio internacional, com a especialização dos países na produção de determinados bens, o que beneficiaria compradores e vendedores.

Sua teoria do trabalho, pela qual o valor de um bem é determinado de acordo com o trabalho necessário a sua produção, é considerada a contribuição mais importante para a ciência que criou. Elege-se em 1819 para o parlamento, no qual defende projetos liberais e reformistas.

 

15 – Auguste Comte. Nasceu em 1798 na França e morreu em 1857.

As idéias de Auguste Comte, o criador do positivismo, influenciaram grandemente a formação da república no Brasil. Tanto, que o lema da bandeira brasileira, "Ordem e progresso", foi inspirado na doutrina desse filósofo francês.

Auguste Comte fez seus primeiros estudos em Montpellier, sua cidade natal. Em Paris, ingressou na Escola Politécnica, mas com o fechamento temporário da escola, em 1816, voltou a Montpellier para continuar seus estudos na faculdade de medicina. No ano seguinte, voltou a estudar em Paris, mas foi expulso da Escola Politécnica, passando a realizar pequenos trabalhos para sobreviver. Ainda em 1817, tornou-se secretário do filósofo socialista Saint-Simon, que o apresentou ao mundo intelectual francês.

Já imerso na elaboração da doutrina do positivismo, Comte publicou em 1822 seu "Plano de trabalhos científicos necessários para reorganizar a sociedade". Dois anos mais tarde, rompeu com Saint-Simon, pois as doutrinas dos dois eram incompatíveis.

Em 1830 iniciou a publicação de seu "Curso de Filosofia Positiva", que seria concluída doze anos mais tarde. Em 1832, retornou à Escola Politécnica para lecionar, mas, não obtendo cátedra, saiu em 1844.

Em 1848 Auguste Comte criou uma "Sociedade Positivista", que angariou grande número de seguidores entre 1851 e 1854, publicou os volumes do "Sistema de política positivista", cujas idéias viriam fundamentar várias correntes de pensamento político, em vários países.

No Brasil a influência do positivismo de Comte traduziu-se não só no ideário de nossos republicanos, mas nas ações políticas que acompanharam a proclamação da República. Entre elas, a separação entre igreja e Estado, o estabelecimento do casamento civil, o fim do anonimato na imprensa e a reforma educacional proposta por Benjamin Constant, um dos mais influentes positivistas brasileiros.

 

16 – Karl Marx. Nasceu em 1818 na Alemanha e morreu em 1883 na Inglaterra.

Economista e filósofo alemão e teórico do socialismo, Karl Marx estudou direito nas universidades de Bonn e Berlim, mas sempre demonstrou mais interesse pela história e pela filosofia.

Integrante de um grupo de jovens que tinham afinidade com a teoria pregada por Hegel (Georg Wilhelm Friedrich, um dos mais importantes, um dos mais influentes filósofos alemães do século 19), Marx começou a ter mais familiaridade dos problemas econômicos que afetavam as nações quando trabalhava como jornalista.

Em Paris lançou os "Anais Franco-Alemães", órgão principal dos hegelianos de esquerda. Foi em Paris que Marx conheceu Friedrich Engels, com o qual manteve amizade por toda a vida.

Depois de Paris, Marx morou em Bruxelas. Na capital da Bélgica, o economista intensificou os contatos com operários e participou de organizações clandestinas. Em 1848, Marx e Engels publicaram o "Manifesto do Partido Comunista", o primeiro esboço da teoria revolucionária que, anos mais tarde, seria denominada marxista.

Neste trabalho, Marx e Engels apresentam os fundamentos de um movimento de luta contra o capitalismo e defendem a construção de uma sociedade sem classe e sem Estado. Expulso da Alemanha, foi morar refugiado em Londres, onde viveu na miséria. Foi na capital inglesa que Karl Marx intensificou os seus estudos de economia e de história.

Em 1864, foi co-fundador da "Associação Internacional dos Operários", que mais tarde receberia o nome de 1ª Internacional. Três anos mais tarde, publica o primeiro volume de sua obra-prima, "O Capital".

Depois, enquanto continuava trabalhando no livro que o tornaria conhecido em todo o mundo, Karl Marx participou ativamente da definição dos programas de partidos operários alemães. O segundo e o terceiro volumes do livro foram publicados por seu amigo Engels em 1885 e 1894.

Karl Marx morreu no dia 14 de março de 1883. Foi então que Engels reuniu toda a documentação deixada por Marx para atualizar "O Capital".

Embora praticamente ignorado pelos estudiosos acadêmicos de sua época, Karl Marx é um dos pensadores que mais influenciaram a história da humanidade. O conjunto de suas idéias sociais, econômicas e políticas transformaram as nações e criou blocos hegemônicos. Muitas de suas previsões ruíram com o tempo, mas o pensamento de Marx exerceu enorme influência sobre a história.



Escrito por Adriano Medeiros às 08:50:43 PM
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17 – Nietzsche. Nasceu em 1844 na Alemanha e morreu em 1900.

Órfão de pai aos cinco anos, Friedrich Wilhelm Nietzsche passou a sua infância em Naumburg, uma pequena cidade da Alemanha às margens do rio Saale, onde cresceu em companhia da mãe, tias e avó. Aos 14 anos, em conseqüência de sua dedicação aos estudos, obteve uma bolsa na renomada escola de Pforta. Lá, ganhou fluência em grego e latim e, ao mesmo tempo, começou a questionar os ensinamentos do cristianismo. Depois de Pforta, foi para Bonn estudar filosofia e teologia. Com apenas 24 anos, conseguiu ser nomeado professor de filologia clássica na Universidade de Basiléia. Seu primeiro trabalho acadêmico conhecido foi "A Origem e Finalidade da Tragédia", que escreveu em 1871.

Uma de suas obras mais conhecidas é "Assim falava Zaratustra". O livro narra os ensinamentos de um filósofo, Zaratustra, após a fundação do Zoroastrismo na antiga Pérsia. Baseado em episódios, as histórias do livro podem ser lidas em qualquer ordem. Outras obras importantes do filósofo são "Além do Bem e do Mal" (1886), "A Genealogia da Moral" (1887), "O Caso Wagner" (1888), "O Crepúsculo dos Ídolos" (1889) e "Os Ditirambos de Dionísio" (1891).

Os estudiosos em Nietzsche classificam a sua obra como uma crítica aos valores ocidentais, da tradição cristã e platônica. Desde seus primeiros textos, as idéias do filósofo grego Platão eram condenadas como decadentes. Ao mesmo tempo, o filósofo repudiava o cristianismo e o classificava como 'platonismo para o povo'. A sua proposta era o resgate de um super-homem criador, que ficasse além do bem e do mal.

 

18 – Freud. Nasceu em 1856 na República Checa e morreu em 1939 na Inglaterra.

Sigmund Freud o criador da psicanálise nasceu na região da Morávia, que então fazia parte do Império Austro-Húngaro, hoje na República Checa.

Desde 1873, era um aluno da Faculdade de Medicina da Universidade de Viena, onde gostava de pesquisar no laboratório de Neurofisiologia. Ao se formar, em 1882, entrou no Hospital Geral de Viena. Freud trabalhou por seis meses com o neurologista francês Jean-Martin Charcot, que lhe mostrou o uso da hipnose.

Em parceria com o médico Joseph Breuer, seu principal colaborador, ele publicou em 1895 o "Estudo sobre Histeria". O livro descreve a teoria de que as emoções reprimidas levam aos sintomas da histeria, que poderiam desaparecer se o paciente conseguisse se expressar.

Insatisfeito com a hipnose, Freud desenvolveu o que é hoje a base da técnica psicanalítica: a livre associação. O paciente é convidado a falar o que lhe vem à mente para revelar memórias reprimidas causadoras de neuroses.

Em 1899, publicou "A interpretação dos sonhos", em que afirma que os sonhos são "a estrada mestra para o inconsciente", a camada mais profunda da mente humana, um mundo íntimo que se oculta no interior de cada indivíduo, comandando seu comportamento, a despeito de suas convicções conscientes.

Sensibilizado pela Primeira Guerra Mundial e pela morte da filha Sophie, vítima de gripe, Freud teorizou sobre a luta constante entre a força da vida e do amor contra a morte e a destruição, simbolizados pelos deuses gregos Eros (amor) e Tanatos (morte). A sua teoria da mente ganhou forma com a publicação em 1923, de "O Ego e o Id".

Em 1936, disse considerar um avanço seus livros terem sido queimados pelos nazistas. Afinal, no passado, eram os autores que iam à fogueira. Mas a subida de Hitler ao poder ditatorial não demorou e a perseguição aos judeus se intensificou. Em 1938, já velho e com câncer, fugiu para a Inglaterra, onde morreu no ano seguinte.

Atualmente, Freud continua tão polêmico quanto na época em que esteve vivo. Por um lado, é verdadeiramente idolatrado por seguidores ortodoxos da teoria psicanalítica - e, aliás, em vida, Freud demonstrava uma inegável satisfação em ser reverenciado como um gênio. Por outro, é visto também como um mistificador, principalmente a partir da década de 1990, quando as descobertas da neurociência questionaram muitos dos princípios fundamentais da psicanálise.

 

19 – Foucault. Nasceu em 1926 na França e morreu em 1984.

Filósofo francês Paul-Michel Foucault nascido em uma família tradicional de médicos, Michel Foucault frustrou as expectativas de seu pai, cirurgião e professor de anatomia em Poitiers, ao interessar-se por história e filosofia.

Apoiado pela mãe, Anna Malapert, mudou-se para Paris em 1945 e antes de conseguir ingressar na École Normale da rue d´Ulm, foi aluno do filósofo Jean Hyppolite, que lhe apresentou à obra de Hegel.

Em 1946 conseguiu entrar na École Normale. Seu temperamento fechado o fez uma pessoa solitária, agressiva e irônica. Em 1948, após uma tentativa de suicídio, iniciou um tratamento psiquiátrico. Em contato com a psicologia, a psiquiatria e a psicanálise, leu Platão, Hegel, Marx, Nietzsche, Husserl, Heidegger, Freud, Bachelard, Lacan e outros, aprofundando-se em Kant, embora criticasse a noção do sujeito enquanto mediador e referência de todas as coisas, já que, para ele, o homem é produto das práticas discursivas.

Dois anos depois, Foucault se licenciou em Filosofia na Sorbone e no ano seguinte formou-se em psicologia.

Aos 28 anos publicou "Doença Mental e Psicologia" (1954), mas foi com "História da Loucura" (1961), sua tese de doutorado na Sorbone, que ele se firmou como filósofo, a obra seguinte, "Vigiar e Punir", é um amplo estudo sobre a disciplina na sociedade moderna, para ele, "uma técnica de produção de corpos dóceis". Foucault analisou os processos disciplinares empregados nas prisões, considerando-os exemplos da imposição, às pessoas, e padrões "normais" de conduta estabelecida pelas ciências sociais. A partir desse trabalho, explicitou-se a noção de que as formas de pensamento são também relações de poder, que implicam a coerção e imposição.

Assim, é possível lutar contra a dominação representada por certos padrões de pensamento e comportamento sendo, no entanto, impossível escapar completamente a todas e quaisquer relações de poder. Em seus escritos sobre medicina, Foucault criticou a psiquiatria e a psicanálise tradicionais.



Escrito por Adriano Medeiros às 08:50:18 PM
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Feudalismo.

 

 

O feudalismo foi um modo de produção baseada nas relações servo-contratuais (servis) de produção. Tem suas origens na desintegração da escravidão romana. Predominou na Europa durante a Idade Média. Segundo o teórico escocês do iluminismo, Lorde Kames, o feudalismo é geralmente precedido pelo nomadismo e em certas zonas do mundo pode ser sucedido pelo capitalismo.

Com a decadência e a destruição do Império Romano do Ocidente, por volta do século V d.C. (de 401 a 500), como conseqüência das inúmeras invasões dos povos bárbaros e das más políticas econômicas dos imperadores, várias regiões da Europa passaram a apresentar baixa densidade populacional e baixo desenvolvimento urbano. Isso ocorria devido às mortes provocadas pelas guerras, às doenças e à insegurança existentes logo após o fim do Império Romano. A partir do século V d.C., entra-se na chamada Idade Média, mas o sistema feudal (Feudalismo) somente passa a vigorar em alguns países da Europa Ocidental a partir do século IX d.C., aproximadamente.

O esfacelamento do Império Romano do Ocidente e as invasões bárbaras em diversas regiões da Europa favoreceram sensivelmente as mudanças econômicas e sociais que vão sendo introduzidas, principalmente na Europa Ocidental, e que alteram completamente o sistema de propriedade e de produção característicos da Antigüidade. Essas mudanças acabam revelando um novo sistema econômico, político e social que veio a se chamar Feudalismo. O Feudalismo não coincide com o início da Idade Média (século V d.C.), porque esse sistema começa a ser delineado algum século antes do início dessa etapa histórica (mais precisamente, durante o início do século IV), consolidando-se definitivamente ao término do Império Carolíngio, no século IX d.C.

Em suma, com a decadência do Império Romano e as invasões bárbaras, os nobres romanos começaram a se afastar das cidades levando consigo camponeses (com medo de serem saqueados ou escravizados). Já na Idade Média, com vários povos bárbaros dominando a Europa Medieval, foi impossível unirem-se entre si e entre os descendentes de nobres romanos, que eram donos de pequenos agrupamentos de terra. E com as reformas culturais ocorridas nesse meio-tempo, começou a surgir à idéia de uma nova economia: o feudalismo.



Escrito por Adriano Medeiros às 08:42:57 PM
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A formação do feudalismo:

Europa Ocidental: Os germanos ocupam a Europa Ocidental e para lá levam seus hábitos, costumes e leis. O longo período entre os séculos V e IX é de transição entre o Antigo Escravismo e o Feudalismo. Nesse período, o comércio, já decadente desde a crise do Império Romano do Ocidente, declina ainda mais, em função dos ataques de sarracenos (árabes), magiares (húngaros) e vikings (nórdicos), naquilo que foi denominado de Novas Invasões. As cidades desaparecem ou reduzem suas atividades. Apenas as cidades italianas, como Veneza e Gênova, mantêm o comércio a longa distância através do mar Mediterrâneo. A economia é agrária, voltada para o consumo. A autoridade central esfacelou-se e, na mesma proporção, consolidou-se uma transferência de soberanias, privatizando-se forças militares locais e regionais, a instituição e arrecadação de tributos, a aplicação da justiça, etc.

Oriente: No Mediterrâneo oriental, o Império Romano do Oriente teve continuidade com o nome de Império Bizantino, que desenvolveu um intenso comércio e só desapareceu no século XV, quando sua capital, Constantinopla, foi ocupada pelos turcos. Surge também no Oriente um outro império, o Império Árabe, Muçulmano ou Islâmico, que tem sua origem na Arábia no século VII, e se expande para o Oriente, ocupando a Pérsia, a Síria e o Egito, e para o Ocidente, ocupando o norte da África e chegando até a Península Ibérica, na Europa. O Império Árabe também desenvolveu intensa atividade comercial.

Transformações da sociedade feudal (séculos XII e XIII) na Europa Ocidental: A Europa procura conquistar territórios no Oriente, por meio das Cruzadas. As antigas cidades européias começam a renascer. Desenvolve-se o comércio. A sociedade feudal começa a se transformar.

A Sociedade feudal:

Um padre, um cavaleiro e um trabalhador. Esta miniatura medieval ilustra a ideologia das três ordens sociais (os que rezam, os que guerreiam, os que trabalham).A sociedade feudal era composta por três estamentos (três grupos sociais com status fixo): os clérigos, os senhores feudais e os servos.

Os clérigos tinham como função oficial rezar. Na prática, exerciam grande poder político sobre uma sociedade bastante religiosa, onde o conceito de separação entre a religião e a política era desconhecida.

Os senhores feudais (também chamados de nobres) tinham como principal função guerrear, além de exercer considerável poder político sob as demais classes.

Os servos, constituídos pela maior parte da população camponesa, presos a terra e sofrendo intensa exploração, eram obrigados a prestar serviços ao senhor e a pagar-lhe diversos tributos em troca da permissão de uso da terra e de proteção militar. Embora geralmente se considere que a vida dos camponeses fosse miserável, a palavra "escravo" seria imprópria. A produção dessa sociedade era de subsistência e marcada por pouca atividade comercial.

Essa descrição da vida feudal que retrata os servos invariavelmente como vítimas de uma vida miserável e opressiva é um bordão que vem sendo desafiado ou relativizado por estudos contemporâneos. Por exemplo: estudos indicam que os habitantes do norte da Europa que viveram na Alta Idade Média entre os anos 800 e 1100 tinham, em média, 173,4 centímetros de altura; ou seja, eram quase tão altos quanto seus descendentes de hoje. Esses nórdicos medievais também eram significativamente mais altos do que os que viveram, por exemplo, durante a Revolução Industrial. A altura média de uma população é considerada um forte indicador de sua saúde e qualidade de vida [1].

As principais obrigações servis consistiam em:

Corvéia: trabalho gratuito nas terras do senhor em alguns dias da semana;

Talha: porcentagem da produção das tenências;

Banalidade: tributo cobrado pelo uso de instrumentos ou bens do senhor, como o moinho, o forno, o celeiro, as pontes;

Capitação: imposto pago por cada membro da família servil (por cabeça);

Tostão de Pedro ou dízimo: imposto pago à Igreja, utilizado para a manutenção da capela local;

Censo: tributo que os vilões deviam pagar, em dinheiro, para o senhor feudal;

Taxa de Justiça: os servos e os vilões deviam pagar para serem julgados no tribunal do senhor feudal;

Taxa de casamento: quando o servo resolvia casar fora de seu feudo, era obrigado a pagar uma taxa.

Muitas cidades européias da Idade Média tornaram-se livres das relações servis e do predomínio dos senhores feudais. Essas cidades chamavam-se burgos. Por motivos políticos, os "burgueses" (habitantes dos burgos) recebiam freqüentemente o apoio dos reis, que muitas vezes estavam em conflito com os senhores feudais. Na língua alemã, o ditado Stadtluft macht frei ("O ar da cidade liberta") ilustra este fenômeno. Em Bruges, por exemplo, conta-se que uma certa vez um servo escapou da comitiva do conde de Flandres e fugiu por entre a multidão. Ao tentar reagir e ordenar que perseguissem o fugitivo, o conde foi vaiado pelos "burgueses" e obrigado a sair da cidade, em defesa do servo, que se tornou livre deste modo.

Terra:

a)Reserva senhorial: lugar onde ficavam os castelos e os domínios em uso pelo senhor feudal.

b)Manso servil: lugar cedido para o servo.

c)Bosques e florestas: eram destinados para a caça.

Poder ideológico da igreja católica e controle da sociedade pela religião.

Economia e propriedade:

O modo de produção feudal próprio do Ocidente europeu tinha por base a economia agrária, de escassas circulações monetárias, auto-suficientes. A propriedade feudal pertencia a uma camada privilegiados, compostos pelos senhores feudais, altos dignitários da Igreja (o clero) e longínquos descendentes dos chefes tribais germânicos.

As estimativas de renda percapita da Europa feudal a colocam em um nível muito próximo ao mínimo de subsistência.

A principal unidade econômica de produção era o feudo, que se dividia em três partes distintas: a propriedade individual do senhor, chamada manso senhorial ou domínio, no interior da qual se erigia um castelo fortificado; os mansos servis, que correspondia à porção de terras arrendadas aos camponeses e era dividido em lotes denominados tenências; e ainda os mansos comunais, constituídos por terras coletivas, pastos e bosques, usadas tanto pelo senhor quanto pelos servos.

Devido ao caráter expropriador do sistema feudal, o servo não se sentia estimulado a aumentar a produção com inovações tecnológicas, porém não para si, mas para o senhor. Por isso, o desenvolvimento técnico foi pequeno, limitando aumentos de produtividade. A principal técnica adotada foi à agricultura dos três campos, que evitava o esgotamento do solo, mantendo a fertilidade da terra.

Para o economista anarco-capitalista Hans Herman Hoppe, como os feudos são supostamente propriedade do Estado (neste caso, representado pelos senhores feudais), feudalismo é, conseqüentemente, considerado por ele como sendo uma forma de socialismo, o socialismo aristocrático.

Ascensão e queda do sistema:

O feudalismo europeu apresenta, portanto, fases bem diversas entre o século IX, quando os pequenos agricultores são impelidos a se proteger dos inimigos junto aos castelos, e o século XIII, quando o mundo feudal conhece seu apogeu, para declinar a seguir.

No século X, o sistema ainda está em formação e os laços feudais unem apenas os proprietários rurais e os antigos altos funcionários Carolíngios. Entre os camponeses ainda há numerosos grupos livres, com propriedades independentes. A hierarquia social não apresenta a rigidez que a caracterizaria posteriormente, e a ética feudal não está plenamente estabelecida.

Entretanto, a partir do ano 1000, até cerca de 1150, o Feudalismo entra em ascensão. O sistema define seus elementos básicos. A exploração camponesa torna-se intensa, concentrada em certas regiões super povoadas, deixando áreas extensas de espaços vazios. Surgem novas técnicas de cultivo, novas formas de utilização dos animais e das carroças. Porém, a partir do século XI, também há um renascimento do comércio e um aumento da circulação monetária, o que valoriza a importância social das cidades e suas comunas. E, com as Cruzadas, esboça-se uma abertura para o mundo, quebrando-se o isolamento do feudo. Com o restabelecimento do comércio com o Oriente próximo e o desenvolvimento das grandes cidades, começam a ser minadas as bases da organização feudal, na medida em que aumenta a demanda de produtos agrícolas para o abastecimento da população urbana. Isso eleva o preço dessas mercadorias, permitindo aos camponeses maiores fundos para a compra de sua liberdade. Ao mesmo tempo, a expansão do comércio e da indústria cria novas oportunidades de trabalho, atraindo os servos para as cidades.

Esses acontecimentos, aliados à formação dos exércitos profissionais, à insurreição camponesa, contribuíram para o declínio do feudalismo europeu. Na França, nos Países Baixos e na Itália, seu desaparecimento começa a se manifestar no final do século XIII. Na Alemanha e na Inglaterra, entretanto, ele ainda permanece mais tempo, extinguindo-se totalmente na Europa ocidental por volta de 1500. Em partes da Europa central e oriental, porém, alguns remanescentes resistem até meados do século XIX.

 

 



Escrito por Adriano Medeiros às 08:42:46 PM
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Feudalismo.

A invasão de povos bárbaros ocasionou uma insegurança na população européia no período dos séculos IX e X, ocasionando uma migração para a zona rural a procura de proteção e auxilio dos nobres.

Os mais fracos procuravam a ajuda dos senhores feudais, que eram os donos de terras e propriedades e assim os colonos se submetiam à servidão, este processo ficou conhecido como o sistema feudal é um período importante no desenvolvimento da Europa ocidental.

 

O feudalismo desenvolveu-se em três fases:

1) Formação (séc. V a IX).

2) Consolidação (séc. X a XIII).

3) Decadência (séc. XIV a XVI).

 

O inicio do sistema feudal se deu pelo fato da desagregação do império Romano e instalação dos povos bárbaros na Europa ocidental, por isto o feudalismo tem características de origem romana e germânica.

 

Elementos romanos:

Colonato-Devido ao empobrecimento dos escravos romanos, estes passaram a trabalhar como colonos em terras de um grande senhor, em troca o proprietário oferecia terras para morar e proteção.

Fragmentação do poder político-No final do período romano a administração não tinha tanto poder e os donos das terras executavam este poder mandando e executando leis nas suas propriedades.

 

Elementos germânicos:

Economia agropastoril-A base da economia germânica era a agricultura e criação de animais, produzindo para se manter e sem excedentes para a venda.

Comitatus-Laços de fidelidade entre o colono e o seu senhor.

Beneficium-Os chefes militares recompensavam seus guerreiros concedendo posses de terras, que passaram a se chamar feudos, em troca estes guerreiros ofereciam trabalho e ajuda militar aos chefes.

 

Características do feudalismo:

·        Enfraquecimento do poder real (os reis não tinham grande poder de decisão sobre a população), e fortalecimento do poder regional. (os donos das terras mandavam nos camponeses e faziam as suas próprias leis).

·        Existência de vínculos pessoais de obediência e proteção entre os donos das terras e os colonos (isto também é chamado de suserania e vassalagem), onde o suserano é o dono das terras e o vassalo o funcionário que trabalha para o rico em troca de proteção.

·        Uso do trabalho servil no campo, (mão de obra quase escrava).

·        Fortalecimento da vida rural e declínio das atividades urbanas.

 

A sociedade:

Neste período a sociedade feudal se dividia em três grupos bem estabelecidos e diferenciados por funções especificas e situação jurídica e econômica própria.

·        Nobreza: Eram os proprietários de terras, que se dedicavam basicamente às atividades militares e de defesa dos seus servos.

·        Clero: Eram os religiosos da igreja católico, dividido em alto clero (bispos abades e cardeais que administravam as leis da igreja e as propriedades) e baixo clero (padres freis e monges viviam entre o povo levando a palavra de Deus).

·        Servos: era o povo pobre que trabalhava para os nobres em troca de comida e proteção.

 

 Exercícios de fixação:

O que entendeu por sistema feudal?

Sintetize a herança romana e germânica que contribuíram para a formação do feudalismo.

Explique a relação entre suserania e vassalagem.

Quais são as características do feudalismo?

Descreva como era dividida a sociedade neste período, e quais as funções de cada grupo social.



Escrito por Adriano Medeiros às 08:42:05 PM
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APOGEU  DA ESCRAVIDÃO NA GRÉCIA

 

Período Arcaico (800 aC - 500 aC)

- Início da colonização grega no Mediterrâneo e desenvolvimento das Cidades-estados.

Período Clássico (500 aC – 338 aC)

- Guerras greco-persicas ou médicas: vitória das cidades gregas sobre a Pérsia de Dário e Xerxes;

-         Apogeu da cidade de Atenas, principalmente no governo de Péricles.

- Guerra do Peloponeso entre Atenas e Esparta para determinar a hegemonia sobre as outras cidades gregas.

-         Término com a invasão e dominação macedônica em 332 aC.

-         Principais mudanças em relação aos períodos anteriores  :

- Crescimento Populacional, Urbanização e Imigração: grande crescimento populacional, surgimento das cidades e imigração em busca de outras terras.

- Mudanças na formação social: a aristocracia rural deixa o campo e se estabelece nas cidades, dedicando-se a política. Surgimento de novas classes emergentes buscando “status”: comerciantes, banqueiros, artesãos. Apesar disso a posse da terra seguia como base da riqueza social.

- Desenvolvimento da Agricultura, Aumento do comércio e produção artesanal:: introdução de novas técnicas, como o arado de metal, adubamento, pastagens e matas transformadas em campos agrícolas, agrícola mercantil. O comércio, principalmente o marítimo, e uma produção artesanal voltada para abastecer as colônias.

Dados o contexto, falamos da escravidão:

- No meio rural, pouco utilizada:

- Em função das propriedades serem poucas extensas e estarem apoiadas no trabalho familiar. Nelas o número de escravos não excedia o número de 05.

- Base da economia nas cidades

- Nas cidades comerciais, principalmente em Atenas, ou como prisioneiros de guerra, em Esparta.

- Mesmo famílias pobres almejavam ter pelo menos um escravo.

- Ocupavam vários ofícios e das atividades domésticas.

- Sapateiro, costureiro, artesão. Em estabelecimentos maiores, trabalho conjunto de escravos e homens livres.

- Em casa, na busca e preparo dos alimentos. As tarefas domésticas eram rejeitadas pelos homens livres.

- Proibição da escravidão por dívidas.

- Lei criada por Sólon, legislador de Atenas

- Aluguel de Escravos pelos seus senhores

- Importante fonte de renda e hábito comum.

- Alugavam para outras pessoas.

- Escravos como “funcionários públicos”.

- Contratados pelo estado afim de cumprir funções como varredores. Agentes policiais, carrascos, verificadores de pesos e medidas, escrivãos,etc

- Escravos “ricos”?!?

- Dar certa liberdade de ação ao escravo em troca de certa indenização pré-estabelecida.

- Os escravos podiam se envolver em transações comerciais, obter bens próprios e comprar a sua liberdade (alforria).

- Alguns se tornaram ricos “metecos”.

- Apesar de poder juntar riquezas, comprar a sua liberdade, jamais um escravo comprava a sua cidadania, não participava das questões políticas.

- Escravos da mineração

- Extração de prata

 - Realidade mais parecida com a da escravidão que conhecemos no Brasil.

-  Maioria dos escravos eram prisioneiros de guerra.

- Existência de fugas e revoltas.

- Duras condições de vida, castigos físicos, dormiam em senzalas.

- “Suportável”, segundo os padrões da época.

- Existência de Direitos.

- Recebia nome e era associado ao culto doméstico.

- Quando liberto, não voltava mais condição de escravo, salvo quando por ordem judicial.

- Podia pleitear, através de seu senhor, seus direitos na justiça.

- Era proibido por lei, injuriar, aleijar ou matar um escravo.

- Podia buscar amparo nos templos, caso maltratar e solicitar aos sacerdotes a sua venda a outro senhor.



Escrito por Adriano Medeiros às 12:25:59 AM
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Origens do islamismo.

 

A história da Arábia é dividida em duas grandes fases:

 

Arábia pré-islâmica: período anterior à fundação do islamismo.

Arábia islâmica: período caracterizado pelo islamismo.

  

Arábia pré-islâmica.

Viviam na península arábica, diversos grupos de beduínos, povos nômades que criavam camelos e ovelhas, organizavam-se em tribos e viviam no deserto.

Existiam os árabes urbanos que eram comerciantes, moravam nas cidades próximas ao litoral.

A religião neste período tinha um segmento politeísta e adoravam cerca de 360 divindades, foi construída a cidade de Meca ou Caaba (casa de Deus) que era o local de adoração aos deuses.

 

Arábia islâmica.

 No século VII estes povos se uniram em torno de uma religião  fundada por Maomé (570-632) que criou a religião monoteísta (adoração a somente um Deus), também conhecida como religião muçulmana e se valendo da guerra santa iniciou a expansão do império islâmico e difundiram a religião.

Maomé ao tentar difundir a religião islâmica foi perseguido pelos sacerdotes da antiga religião politeísta, e fugiu da cidade de Meca, organizou um exercito e voltou à cidade dominando e difundindo a religião, este período ficou conhecido como Hégira e marca o inicio do calendário muçulmano.

 

Doutrina islâmica:

A religião islâmica tem somente um Deus que se chama Alá, a sua bíblia se chama alcorão e tem todas as revelações feitas por Alá a Maomé.

 

Os princípios básicos são:

1.    Crer em Alá, único Deus, e nas palavras de Maomé o profeta.

2.    Fazer cinco orações diárias.

3.    Ser generoso com os pobres e dar esmolas.

4.    Cumprir o jejum religioso durante o ramadã (mês do jejum).

5.    Ir em peregrinação a Meca, pelo menos uma vez na vida.

6.     

Declínio do império muçulmano:

Maomé criou o império muçulmano, reunindo o poder político religioso e militar, sendo que ele era o único comandante.

Após a sua morte o império foi dividido em estados e passou a ser governado por Califas que eram os descendentes de Maomé.

O império muçulmano teve três etapas de expansão.

 Primeira etapa (632-661) foi à conquista da Pérsia, Síria, Palestina e Egito, realizada pelos Califas.

Segunda etapa (661-750) dinastia dos califas Omíadas, conquista do nordeste da China, norte da África e quase toda a península Ibérica o rei Carlos Martel do reino Franco lutou contra os muçulmanos e não permitiu o domínio da Europa pelos povos árabes.

Terceira etapa (750-1258) a sede do governo muçulmano foi transferida para Bagdá e dividiram o poder político e religioso.

Os califas iniciaram uma luta entre si para conquistar mais poder, os povos dominados também iniciaram uma luta contra a dominação, assim foi enfraquecido o poder de domínio, mas a religião permaneceu forte.

 

 

Exercícios:

1.      Explicar quantas fases tem a história da península arábica e como são elas.

2.      Como se formou a religião muçulmana e quem foi o seu criador.

3.      O que é o alcorão e quais os princípios básicos da doutrina islâmica.

4.      Quantas fases têm a expansão do império islâmico e descrever o que aconteceu em cada uma delas.

5.      Explique o declínio do império islâmico.



Escrito por Adriano Medeiros às 12:24:57 AM
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Cartas de Iwo Jima (Letters from Iwo Jima). 2006 (EUA). direção: Clint Eastwood. duração: 140 min. gênero: Drama. atores: Ken Watanabe , Kazunari Ninomiya , Tsuyoshi Ihara , Ryo Kase , Shido Nakamura.

Junho de 1944. Tadamichi Kuribayashi (Ken Watanabe), o tenente-general do exército imperial japonês, chega na ilha de Iwo Jima. Muito respeitado por ser um hábil estrategista, Kuribayashi estudara nos Estados Unidos, onde fizera grandes amigos e conhecia o exército ocidental e sua capacidade tecnológica. Por isso o Japão colocou em suas mãos o destino de Iwo Jima, considerada a última linha defesa do país. Ao contrário dos outros comandantes Kuribayashi moderniza o modo de agir, alterando a estratégia que era usada. Ele supervisiona a construção de uma fortaleza subterrânea, feita de túneis que davam para as suas tropas a estratégia ideal contra as forças americanas, que começam a desembarcar na ilha em 19 de fevereiro de 1945. Os japoneses sabiam que as chances de sair dali vivos eram mínimas. Enquanto isto acontece Kuribayashi e outros escrevem várias cartas, que dariam vozes e rostos para aqueles que ali estavam e o relato dos meses que antecederam a batalha e o combate propriamente dito, sobre a ótica dos japoneses.

FONTE: http://www.adorocinema.com/filmes/cartas-de-iwo-jima



Escrito por Adriano Medeiros às 04:00:03 AM
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A Conquista da Honra – (Flags of Our Fathers). 2006 (EUA). direção: Clint Eastwood. Duração: 132 min. gênero: Drama. Atores: Ryan Phillippe , Jesse Bradford , Adam Beach , John Benjamin Hickey , John Slattery.

Fevereiro de 1945. Apesar da vitória anunciada dos aliados na Europa, a guerra no Pacífico prosseguia. Uma das mais importantes e sangrentas batalhas foi a pela posse da ilha de Iwo Jima, que gerou uma imagem-símbolo da guerra: cinco fuzileiros e um integrante do corpo médico da Marinha erguendo a bandeira dos Estados Unidos no monte Suribachi. Alguns destes homens morreram logo após este momento, sem jamais saber que foram imortalizados. Os demais permaneceram na frente de batalha com seus companheiros, que lutavam e morriam sem qualquer ostentação ou glória.

O filme mostra a história real dos seis soldados que ergueram a bandeira norte-americana na batalha de Iwo Jima, decisiva na Segunda Guerra Mundial. A produção foca os dramas vividos por alguns membros do exército norte-americano que estiveram presentes na ilha japonesa e, após erguerem a bandeira, seguiram numa espécie de turnê nos EUA a fim de angariar fundos para conseguir manter o exército do país no Japão, continuando o conflito mundial.

FONTE: http://www.adorocinema.com/filmes/conquista-da-honra

http://www.interfilmes.com/filme_16806_A.Conquista.da.Honra-(Flags.of.Our.Fathers).html



Escrito por Adriano Medeiros às 03:59:15 AM
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Santos ou Soldados – 2003 (EUA). direção: Ryan Little. duração: 90 min. gênero: Drama. atores: Corbin Allred , Alexander Polinsky , Kirby Heyborne , Larry Bagby , Peter Asle Holden.

Santos ou Soldados é baseado no terrível Massacre de Malmedy. Em dezembro de 1944 o exército de Hitler iniciou uma forte ofensiva aos aliados, conhecida como a Batalha de Bulge. O cabo Nathan e seu amigo sargento Gordon Gunderson são capturados com outros cem soldados americanos pelos alemães. Uma confusão criada por um dos soldados resulta num fogo cerrado que mata quase todos os americanos. Nathan, Gordon e mais alguns soldados conseguem escapar pela floresta. Sem armas, comida, ou abrigo para sobreviver ao inverno rigoroso, eles estão atrás das linhas inimigas e precisam chegar ao outro lado.

Em dezembro de 1944, em plena 2ª Guerra Mundial, o exército alemão atravessou a floresta de Ardennes, na Bélgica, em meio a uma pesada ofensiva dos aliados. O cabo Nathan Greer (Corbin Allred) e o sargento Gordon Gunderson (Peter Asle Holden) são capturados pelos alemães, juntamente com outros cem soldados americanos. Uma confusão criada por um dos soldados faz com que surja um fogo cerrado, que mata praticamente todos os capturados. Nathan, Gordon e ainda alguns soldados conseguem escapar pela floresta, mas precisam enfrentar o rigoroso inverno daquele ano sem ter nenhuma arma ou comida.

FONTE: http://www.adorocinema.com/filmes/santos-ou-soldados/

http://www.interfilmes.com/filme_15061_Santos.E.Soldados-(Saints.and.Soldiers).html



Escrito por Adriano Medeiros às 01:56:28 AM
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2012  Título original: 2012. País: Estados Unidos e Canadá. Duração: 158 minutos. Diretor: Roland Emmerich. Gênero: Drama; Ficção-Científica.

Em 2012, quando desastres naturais começam a destruir a Terra, pesquisador acadêmico lidera um grupo de pessoas numa luta para evitar esses eventos apocalípticos que foram previstos num antigo calendário dos povos Maias e que pode culminar com o fim da civilização.

A polêmica sobre o fim do mundo em 2012 está cada vez mais debatida, mas deve ficar mais ainda depois do filme que vai se basear na teoria do calendário maia que diz que o fim do mundo acontecerá em 21 de Dezembro de 2012.

As profecias para o ano de 2012 são muito curiosas e, segundo alguns, matematicamente precisas de acordo com o calendário maia. Muitos dos acontecimentos atuais estavam previstos pelos maias, inclusive o apocalipse, que a bíblia e Nostradamus também citam, segundo alguns especialistas no assunto.

O filme promete ser uma grande representação catastrófica do que prevê o calendário maia e muitos outros profetas do passado, mas aí já fica à critério da crença pessoal de cada um. O fato é que o filme ‘2012′ irá mostrar eventos que estão acontecendo, como mudanças climáticas, inundações, Tsunamis, terremotos e diversos outros fenômenos catastróficos em grande escala.

Segundo os produtores do filme: “Nosso objetivo é entender o que pode acontecer em 2012 e como nós poderemos nos preparar se as previsões de uma grande mudança estiverem corretas. Uma das áreas do site trata do Survivalismo - termo para designar estratégias de preparação e sobrevivência a grandes eventos. Os dados relacionados com o Calendário Maia não prevêem o final dos tempos, mas uma mudança no nosso planeta. Previsões são feitas todos os dias e as que chamam atenção são aquelas que acertam o alvo, ou passam raspando dele. Esta não é primeira e talvez não seja a última previsão do final dos tempos. Lembre-se: estar preparado é sempre o mais importante. Mesmo que a mudança seja benéfica se estiver preparado você se sairá muito melhor.”.



Escrito por Adriano Medeiros às 01:37:34 PM
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O fim do mundo será em 2012?

Muito provavelmente o mundo que vivemos não vai acabar em 2012. O que estamos presenciando é o final do mundo do modo que conhecemos.

Afinal, o que vai acontecer em 2012? Descubra aqui os mistérios, coincidências, fatos, relatos e informações sobre a possível data final - 21 de dezembro de 2012. Decida o que é fato e o que é lenda.

Existe a idéia que o Calendário Maia é mais complexo e preciso que o nosso. Os Maias previram importantes fatos históricos utilizando o seu calendário. O mais conhecido é a chegada de Hernan Cortez, em 8 de novembro de 1519.

O mesmo calendário prevê uma mudança radical para o solstício de inverno (verão no hemisfério sul) de 2012. Em 21 de dezembro de 2012 acontecerá um fato que mudará o nosso planeta da forma que conhecemos. Terceira Guerra Mundial, Crise Econômica se transformando em Depressão Econômica Mundial, Cometa, Planeta, Nova Ordem Mundial? Só Deus sabe!

O fato é que várias outras previsões se relacionam com a data de passagem do Calendário Maia. Alguns estudiosos do "I Ching" com a teoria de "Time Wave Zero" prevê o final dos tempos também em 21 de dezembro de 2012.

O I Ching, ou Livro das Mutações, é um dos mais antigos textos clássicos chineses que ainda podem ser lidos. Antigamente este livro de sabedoria era chamado apenas pelo ideograma I, que significa entre outras coisas "mudança" ou "mutação". Depois foi acrescentado o "Ching" (Clássico).

Além do I Ching previram ou teriam previsto algo grandioso para a data semelhante em 2012 o mago Merlin; a Bíblia; Sibyl, oráculo romano; Delfos, na Grécia; Web Bot Project (programa que faz previsões a partir do que é escrito na Internet); entre outros profetas.



Escrito por Adriano Medeiros às 01:24:46 PM
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Nostradamus e 2012

Em 1994 foi descoberto na Livraria Nacional de Itália um manuscrito datado de 1629 pelos jornalistas italianos Enza Massa e Roberto Pinotti. No manuscrito aparecia o nome de Nostradamus em tinta indelével, com ilustrações que supostamente o profeta francês teria produzido. Estas ilustrações trariam dados codificados para os eventos do final dos tempos.

Einstein e 2012

"Se as abelhas desaparecerem da face da Terra, a humanidade terá apenas mais quatro anos de existência. Sem abelhas não há polinização, não há reprodução da flora, sem flora não há animais, sem animais, não haverá raça humana." disse Albert Einstein. Em 2008 uma pesquisa realizada pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos e observadores de apiários revelou que 36% das 2,4 milhões de colméias pereceram devido ao distúrbio do colapso das colônias.

I Ching e 2012

A partir de estudos dos hexagramas do I Ching o autor, explorador e cientista norte-americano Terence McKenna desenvolveu um programa de computador chamado "Timewave Zero". Os símbolos do I Ching foram transformados em códigos binários e equações para o "Timewave Zero". O gráfico do programa de McKenna mostra os grandes períodos de novidade que correspondem com os principais deslocamentos da evolução biológica e cultural da humanidade. O final dos tempos no "Timewave Zero" foi fixado em 21 de dezembro de 2012.

Web Bot e 2012

O The Web Bot Project foi projetado inicialmente para procurar na internet informações que pudessem dar previsões do mercado de ações. Seus usuários perceberam rapidamente que o programa podia acertar também previsões de diversos eventos, como desastres naturais e até mesmo a tragédia de 11 de setembro.

A gripe suína, também conhecida como gripe porcina ou gripe A (H1N1) é uma doença causada pelo vírus H1N1 - combinação das cepas dos vírus suíno, aviário e humano. A Gripe suína já infectou mais de 280 mil pessoas em vários países e causou a morte de cerca de três mil pessoas em todo o mundo, segundo os dados oficiais. A Organização Mundial da Saúde declarou que a Gripe Suína é uma "emergência na saúde pública internacional", e em 11 de junho de 2009 elevou nível de alerta ao máximo (nível 6) decretando uma pandemia.

Quantas pessoas já foram infectadas pela Gripe Suína?

A Organização Mundial de Saúde (OMS) decidiu parar de divulgar o número oficial de casos confirmados e pela gripe suína. Segundo a OMS a Gripe A está se espalhando pelo mundo numa velocidade "sem precedentes" - em seu último informe, em 6 de julho, foram confirmados 94.512 casos da gripe A (H1N1) em mais de 110 países. Segundo o Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC) foram confirmados em todo o mundo 254.947 casos e 2.594 mortes até 26 de agosto de 2009. Somando todos os relatos publicados individualmente pelos países o total é de 284.077 casos e 2.927 mortes confirmadas (27.08.2009).

Filmes de 2012

Vários filmes estão em estágio de produção e serão lançados em breve baseados nos eventos que poderão ocorrer em 21 de dezembro de 2012.

Filme 2012 de Roland Emmerich

Em 13 de novembro de 2009 estreará no Brasil o novo filme de Roland Emmerich, diretor de sucessos como 10.000 A.C., O Dia Depois de Amanhã, O Patriota, Godzilla, Independence Day e Stargate. O título do filme se refere à data final do calendário de contagem longa, utilizado por várias culturas da América Central e México. Algumas culturas e religiões prevêem um evento apocalíptico para a data de 21 de dezembro de 2012. No novo filme do cineasta alemão, um acadêmico lidera um grupo de pessoas para combater os eventos apocalípticos que foram previstos pelo antigo calendário maia. Profecia dos Papas

A Profecia dos Papas, atribuída a São Malaquias, é uma lista de 112 frases curtas em latim. Esta profecia descreve cada um dos papas católicos romanos, e alguns antipapas (pessoas que se auto-intitularam papas de forma não canônica, geralmente em oposição a um determinado Papa ou durante algum período no qual o título de Papa estava vago). A lista começa com o Papa Celestino II (eleito em 1143) e é concluída com o último Papa, chamado por São Malaquias de "Pedro o Romano". No pontificado do último Papa a cidade de Roma será destruída. A Profecia dos Papas é composta por 112 frases, correspondentes a 112 pontificados, que prevêem fatos relacionados a cada um desses papas. De acordo com a Profecia dos Papas, o atual Papa, Bento XVI, será o penúltimo Papa da Igreja Católica Romana.



Escrito por Adriano Medeiros às 01:24:25 PM
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28 de outubro de 2011

Alguns estudiosos sugerem que os ciclos da criação não terminam em 21 de dezembro de 2012, mas em 28 de outubro de 2011. Durantes muitos anos discutiu-se a correlação exata entre a contagem longa (calendário vigesimal não repetitivo, utilizado por várias culturas da América Central e México) e o Calendário Gregoriano. Os estudiosos dos calendários antigos acreditam que a contagem longa maia não reflete exatamente as energias do deslocamento dos ciclos divinos da criação e das discrepâncias de datas entre os calendários. A data da correlação exata entre os ciclos da criação e o tempo físico seria 28 de outubro de 2011 (13 de Ajaw / Ahau, na contagem do tzolkin).

Economia e 2012

Desde dezembro de 2007 a economia dos Estados Unidos está oficialmente em recessão. Desde então o governo aprovou pacotes de estímulos de ajuda às empresas e bancos em dificuldades financeiras. O atual presidente dos EUA, Barack Obama, conseguiu aprovar na câmara e senado os pacotes de estímulo à economia americana.

Crise Econômica

Enquanto o próprio presidente Barack Obama apontou que a crise pode demorar anos, analistas prevêem que a recuperação econômica pode dar sinais no final de 2009 ou em meados de 2010. Alguns especialistas mais céticos apontam que esta crise pode gerar numa nova depressão econômica que pode ser igual ou ainda pior que a dos anos 30.

Crianças Índigo

As crianças índigo são seres que trouxeram características que os diferenciam das crianças normais, segundo aqueles que acreditam nesta hipótese. Nesta teoria, as crianças índigo se destacam pela espontaneidade, resistência à moralidade estrita, imaginação, intuição e dons paranormais. Segundo a obra "Compreenda A Sua Vida Através da Cor" da parapsicóloga Nancy Ann Tappe cada pessoa possui uma determinada cor de aura de acordo com sua personalidade e interesses. A autora detectou em seu método que as auras de cor índigo começaram a aparecer na década de 1980 e estão se proliferando.

Mudança Polar

A mudança polar é uma hipótese de deslocamento dos pólos que sugere que o eixo de um planeta não esteve sempre em suas posições atuais ou que o eixo não persistirá no mesmo lugar. Alguns cientistas acreditam que o Planeta Terra já girou em um eixo diferente e os pólos norte e sul estiverem em outros lugares devido ao movimento da crosta terrestre. Outros especialistas apontam que o Planeta Terra sofrerá outro deslocamento polar em breve, causando o desaparecimento de alguns continentes inteiros e o aparecimento de novos continentes.

A mudança polar é uma hipótese de deslocamento dos pólos que sugere que o eixo de um planeta não esteve sempre em suas posições atuais ou que o eixo não persistirá no mesmo lugar.

Alguns cientistas acreditam que o Planeta Terra já girou em um eixo diferente e os pólos norte e sul estiverem em outros lugares devido ao movimento da crosta terrestre. Outros especialistas apontam que o Planeta Terra sofrerá outro deslocamento polar em breve, causando o desaparecimento de alguns continentes inteiros e o aparecimento de novos continentes.

Quando se fala na hipótese do deslocamento de Pólo comenta-se quase sempre sobre o nosso planeta, mas outros corpos no sistema solar podem ter experimentado uma reorientação axial.

Não se deve confundir o deslocamento dos pólos com os movimentos das placas tectônicas - segundo esta teoria o manto terrestre se comporta como um líquido superaquecido e extremamente viscoso. As placas tectônicas são separadas e distintas e flutuam sobre a astenosfera, parte mais interior e viscosa do manto terrestre. Esta fluidez da astenosfera permite o movimento em diversas direções das placas tectônicas. Terremotos, cadeias montanhosas, vulcões, fossas oceânicas e outros eventos geológicos são conseqüências dos movimentos das placas tectônicas.

   O deslocamento dos pólos também não deve ser confundido com a reversão geomagnética (reversão periódica do campo magnético da Terra) nem com a deriva continental, teoria do meteorologista alemão Alfred Wegener. Em seus estudos as formas dos continentes parecem se encaixar devido à divisão da Pangéia a 200 milhões de anos. A Pangéia era um supercontinente que reunia em um única massa continental todos os atuais continentes (América, África, Ásia, Oceania, Europa e Antártica).

 

A comunidade científica aceita mais a hipótese de reversão geomagnética do que o deslocamento dos pólos.

Cristo Redentor destruído no pôster do filme 2012

Foram divulgados os cartazes do filme 2012 pela Columbia Pictures. O Rio de Janeiro é um dos destaques. No cartaz do Rio de Janeiro para o filme 2012 a cidade é destruída por um mega-tsunami e mostra os maiores ícones da cidade sendo levados pelas ondas.

Codex Alimentarius

Os críticos do Codex Alimentarius argumentam que o programa não protegerá as pessoas, mas pelo contrário, segundo eles, o Codex Alimentarius foi criado para dificultar o acesso aos produtos naturais e facilitar o consumo de ingredientes geneticamente modificados e sem rótulo, substâncias químicas banidas, irradiação de comida e aumento de pesticidas.



Escrito por Adriano Medeiros às 01:24:12 PM
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Bioterrorismo

O bioterrorismo é o terrorismo com ações intencionais de liberação ou disseminação de agentes biológicos, vírus ou toxinas.

Pedras Guia da Geórgia (Georgia Guidestones)

As Pedras Guia da Geórgia (Georgia Guidestones) é um monumento em granito localizado num cume no condado de Elbert, estado norte-americano da Geórgia. Nas pedras estão gravadas dez frases em oito idiomas: árabe, chinês, espanhol, hebraico, hindi, inglês, russo e suaíli. No topo estão gravadas pequenas mensagens em línguas antigas: babilônio, grego clássico, sânscrito e em hieróglifos egípcios. As Pedras Guia da Geórgia, também conhecidas como Stonehenge Americano, medem 19 pés e 3 polegadas (5,88 metros), utilizam 951 pés cúbicos (26,93 m3) de granito e todas as seis pedras juntas pesam mais de 119 toneladas. Entre as dez frases escritas em cada um das oito línguas modernas a que mais chama atenção é a primeira: "Manter a humanidade abaixo de 500.000.000 em um balanço constante com a natureza".

11:11 e 2012

Você já olhou para o relógio e ele estava marcando 11 horas e 11 minutos? Os numerologistas acreditam que os eventos ligados ao 11:11 aparecem com mais freqüência que a probabilidade, enquantos os críticos acreditam que é apenas uma simples coincidência.

Aquecimento Global

O Aquecimento global é o fenômeno do aumento da temperatura média dos oceanos e do ar perto da superfície da Terra observado nos últimos anos. O aumento significativo das temperaturas foi registrado nas áreas mais povoadas do Hemisfério Norte, entre Círculo Polar Ártico e Trópico de Câncer.

Esfriamento Global

O esfriamento global, também chamado de arrefecimento global em Portugal, é uma teoria do esfriamento total da superfície e atmosfera do Planeta Terra, que pode ocasionar numa nova era glacial. Na teoria do Esfriamento global antes da queda de temperatura ocorrem períodos de aquecimento. Os defensores desta teoria argumentam que a atual atividade industrial não é determinante para a mudança climática e que o planeta passou por períodos de aquecimento e esfriamento ao longo dos séculos.

UFO / OVNI

OVNIs são Objeto Voadores Não Identificados, também conhecidos por sua sigla em inglês, UFO (Unidentified Flying Object).

Survivalismo

O survivalismo é um termo para designar estratégias de preparação e sobrevivência a grandes eventos de ordem social ou política local, regional, nacional ou internacional. Os eventos que os survivalistas se preparam podem ser: catástrofes naturais (tornados, furacões, terremotos, enchentes, nevascas, etc.) ou conflitos humanos (guerras, atentados nucleares, bacteriológicos, etc.). Os grupos de survivalismo preparam-se freqüentemente para os futuros eventos aprendendo habilidades, como por exemplo, treinamento médico de emergência, estocagem de alimento e água, autodefesa e auto-suficiência.

Calendário Maia

O Popol Vuh é é um dos poucos livros que restaram da civilização maia. De acordo com este livro estamos vivendo atualmente no quarto estágio da criação. Nas primeiras três criações os deuses falharam na criação, mas a quarta tentativa foi bem sucedida, mas esta fase terminará no começo do 13º b'ak'tun, que será em 21 de dezembro de 2012.

Profecia Maia

Estariam os maias prevendo um alinhamento galáctico que se ocorre a cada 26 mil anos no qual o sol se alinha com o centro da via láctea? Ou estariam prevendo a mudança do eixo da terra em relação à esfera celeste em 21 de dezembro de 2012? A conferir.

Edgar Cayce e 2012

As mudanças climáticas previstas por Edgar Cayce se encaixam nas profecias de 2012. Uma das profecias de Edgar Cayce diz que uma catástrofe será causada por forças do universo que agem sobre a Terra. Essas forças provocarão uma mudança no equilíbrio da Terra no universo, provocando a mudança do eixo, mudando os pólos de posição. Edgar Cayce é o clarividente mais documentado do Século XX. Este norte-americano foi também chamado de "O Profeta Adormecido" e "Pai da medicina holística". Por mais de 40 anos de sua vida adulta, Edgar Cayce (1877-1945) fez "leituras psíquicas" aos milhares de investigadores num estado inconsciente, diagnosticando doenças e revelando vidas que viveu no passado e nas profecias para o futuro.

Cataclisma Global

Segundo estudiosos de 2012, o Cataclisma Global é um fenômeno ou um conjunto de fenômenos que podem ocorrer em 21 de dezembro de 2012. O cataclisma global reúne diversas hipóteses de um fato que poderá afetar a vida de quase toda a humanidade.

FONTE: http://www.cinemenu.com.br/filmes/2012-2009/sobre-o-filme

http://www.semmundo.com/filme-2012-o-fim-do-mundo.html

http://www.interfilmes.com/filme_20968_2012-(2012).html

http://www.fimdomundo2012.com/midia-2012/filme-2012-roland-emmerich.htm

http://www.fimdomundo2012.com/

 

 



Escrito por Adriano Medeiros às 01:23:57 PM
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O Dia em que a Terra Parou – (The Day the Earth Stood Still). lançamento: 2008 (EUA). direção: Scott Derrickson. duração: 103 min. gênero: Ficção Científica. Elenco: Keanu Reeves, Jennifer Connelly, Jon Hamm, Kathy Bates.

A renomada cientista Dra. Helen Benson (JENNIFER CONNELLY) se vê cara a cara com um alienígena chamado Klaatu (KEANU REEVES), que atravessa o universo para nos avisar da iminência de uma crise global. Quando forças que fogem do controle de Helen ameaçam o extraterrestre, que consideram hostil, e negam seu pedido de conversar com os líderes mundiais, ela e seu enteado Jacob (JADEN SMITH) rapidamente descobrem as decorrências mortais da alegação de Klaatu de que é "um amigo do planeta Terra". Agora, Helen terá de encontrar uma maneira de convencer a entidade enviada para nos destruir de que vale a pena salvar a humanidade - mas pode ser tarde.

Helen Benson (Jennifer Connelly) é uma cientista que mantém contato com Klaatu (Keanu Reeves), um alienígena que veio a Terra para alertar sobre uma crise global. Ele deseja conversar com os líderes globais, mas, por ser considerado hostil, passa a ser ameaçado pela humanidade.

FONTE: http://www.filmesdecinema.com.br/filme-o-dia-em-que-a-terra-parou-5829/

http://www.adorocinema.com/filmes/dia-em-que-a-terra-parou-2008/



Escrito por Adriano Medeiros às 01:18:21 PM
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10.5 - O Dia em que a Terra Não Aguentou – lançamento: 2004 (EUA). direção: John Lafia. duração: 153 min. gênero: Drama. atores: Beau Bridges , John Cassini , Warren Christie , David Cubitt , Kaley Cuoco.

Um terremoto de 7.9 na escala Richter provoca grande destruição em Seattle. Logo depois um suposto terremoto secundário atinge a Califórnia, mas Samantha Hill (Kim Delaney), uma especialista em falhas geológicas, acha muito estranho o secundário marcar 8.4 na escala Richter. Ela conclui que é outro tremor e que tudo faz parte de uma reação em cadeia. A teoria de Samantha se torna realidade e agora um tremor deverá atingir toda a costa oeste. Depois de vários tremores, um mais forte que o outro, Samantha e Jordan Fisher (David Cubitt), diretor do Centro de Estudos de Terremoto da Universidade de Washington, estudam o caso e descobrem que um terremoto de proporções até então nunca vistas pode acontecer a qualquer momento e que ele poderia lançar a costa da Califórnia diretamente para o oceano. Há uma saída, mas somente o presidente pode autorizar e o risco de uma catástrofe maior é gigantesco.

FONTE: http://www.adorocinema.com/filmes/105/



Escrito por Adriano Medeiros às 12:40:28 PM
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O Dia Depois de Amanhã 2004 (EUA), direção: Roland Emmerich. duração: 124 min. gênero: Ficção Científica. Elenco: Dennis Quaid , Jake Gyllenhaal , Emmy Rossum , Sela Ward , Arjay Smith

A Terra sofre alterações climáticas que modificam drasticamente a vida da humanidade. Com o norte se resfriando cada vez mais e passando por uma nova era glacial, milhões de sobreviventes rumam para o sul. Porém o paleoclimatologista Jack Hall (Dennis Quaid) segue o caminho inverso e parte para Nova York, já que acredita que seu filho Sam (Jake Gyllenhaal) ainda está vivo.

O Professor Teny Rapson (Ian Holm), acredita no desastre climático e confirma os piores temores de Jack. Essas ocorrências climáticas bruscas são sintomas de uma mudança global maciça. Segundo eles, o derretimento das calotas polares adiciona uma enorme quantidade de água doce nos oceanos e rompe o equilíbrio das correntes que estabilizam nossos sistema climáticos.

Acontecimentos incomuns tomam conta do mundo e colocam em pânico a população: furacões, que só se formam sobre o mar, aparecem em terra firme, ondas gigantescas engolem prédios em Nova York, pessoas na Escócia simplesmente são congeladas vivas em segundos. É o aquecimento global provocando uma nova Era do gelo. Jack Hall já havia previsto essas mudanças, mas não imaginava que fosse tão cedo e de forma tão brusca. O resultado pode ser uma nova era glacial no planeta.

Após detectar exatamente o que está acontecendo e prever as conseqüências, os EUA tomam uma forte decisão. Tentam salvar o que puderem e se refugiam com a ajuda dos chamados países de terceiro mundo. A Europa e a Ásia encontram-se na mesma situação.

Depois de alertar os governantes Jack tem um problema pessoal a resolver. Seu filho de 17 anos Sam (Jake Gyllenhaal) se encontra preso na cidade de New York onde ele e seus amigos estão em uma competição escolar. Ele agora tem de enfrentar as fortes inundações e a queda dramática das temperaturas em Manhattan. Depois de conseguir se refugiar na biblioteca pública de Manhattan, Sam consegue contatar seu pai pelo telefone e Jack o pedi que fique dentro do prédio aconteça o que acontecer e que procure se manter aquecido.

À medida que uma evacuação em larga escala para o sul tem início, Jack se dirige para New York para salvar Sam. Mas nem mesmo Jack está preparado para o que vai acontecer com ele, com seu filho e com o planeta. No caminho em busca do filho, Jack perde um amigo de muitos anos, mas não desiste e continua a caminhada até que o olho da tempestade passa por Nova York congelando tudo e com muit sorte ele consegue se proteger a tempo. Enquanto isso, Sam e os outros sobreviventes que estão na biblioteca queimam todos os livros para poderem se manter aquecidos pois, se não for assim, morrem congelados.

Quando a tempestade passa, Jack sai novamente em busca do filho e se assusta ao ver a biblioteca quase toda coberta pela neve. Ele entra na biblioteca e é com grande alívio que encontra seu filho vivo, apesar de ter morrido milhares de pessoas.

"O filme mostra o aquecimento global provocando o resfriamento global".

FONTE: http://www.webartigos.com/articles/9609/1/resumo-do-filme--o-dia-depois-de-amanh/pagina1.html

http://www.adorocinema.com/filmes/dia-depois-de-amanha



Escrito por Adriano Medeiros às 12:34:34 PM
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Uma Verdade Inconveniente 2006 EUA. Diretor: David Guggenheim Elenco: Al Gore Gênero: Documentário.

Com freqüência, os meios de comunicação social anunciam que, numa determinada parte do Mundo ocorreu um sismo, uma cheia ou uma seca que foi responsável por grandes perdas materiais e de vidas humanas, ou até mesmo uma floresta que foi incendiada e um petroleiro derramado, catástrofes muitas vezes causadas pela acção humana. São estas interferências consecutivas na Natureza que vão destruindo o nosso Planeta e as respostas da Natureza às acções humanas são evidentes.

A grande cheia de 2005, na Índia, os tristes episódios de inundações da Europa e da América do Norte, as secas extremas na África, Darfur e Níger, o Lago Chad, que a partir de 1973 secou até quase desaparecer, são marcas que claramente evidenciam o poder da Natureza ao responder às agressões ambientais. Ao longo dos anos, foi feita uma medição do dióxido de carbono na atmosfera e foi possível observar, através de um gráfico, que os valores de dióxido de carbono aumentavam cada vez mais com o passar do tempo e, curiosamente apresentavam oscilações no Hemisfério Norte no Verão: mais vegetação, logo mais plantas que absorvem o dióxido de carbono e no Inverno: há mais dióxido de carbono visto que as plantas caem, libertando-o.

Está cientificamente provado que a emissão de gases para a atmosfera como por exemplo o dióxido de carbono, o dióxido de Enxofre, o óxido de azoto e, principalmente, os CFC (Clorofluorocarbonetos) é causado pelo ser humano e tem aumentado ao longo do tempo.

O que acontece é que as grandes quantidades de dióxido de carbono enviadas para a atmosfera aumentam a temperatura à face da Terra já que estes gases retêm o calor – efeito de estufa, levando a um aquecimento global. Analisando os gráficos da temperatura e do dióxido de carbono, podemos concluir que encaixam perfeitamente, ou seja, o aumento de dióxido de carbono leva a um aumento da temperatura e, consequentemente, uma diminuição do dióxido de carbono leva a uma diminuição da temperatura.

O efeito de estufa não só é causado pela emissão de gases, como também pelas partículas finas, que retêm o calor.



Escrito por Adriano Medeiros às 12:33:25 PM
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A existência da atmosfera no nosso Planeta é essencial e esta, apesar de ser tão fina, nos últimos tempos, a sua espessura tem vindo a aumentar. Os raios solares incidem na Terra e são reflectidos raios infravermelhos. Havendo uma maior espessura da camada da atmosfera, esses raios ficam retidos na mesma, fazendo mais calor. Por estas razões, há um aquecimento global que tem várias consequências: Degelo das calotes polares, o que leva a uma falta de água doce na população (ex.: Argentina, Peru, Alpes), à subida do nível médio das águas do mar (podendo haver inundações e a costa ficar submersa) e à alteração da temperatura da água em todo o planeta. Vagas de Calor (ex.: Europa, Índia, EUA) Maior temperatura na origem de fortes tempestades, furacões, tornados (ex.: EUA, Japão), havendo destruição, mortes, refugiados Evaporação (nos oceanos e continentes) – quando a temperatura da água aumenta, aumenta também a velocidade do vento e há mais evaporação. Diminuição da espessura dos glaciares Água absorve 90% da radiação e aquece e o gelo reflecte 90% da radiação e derrete Ecossistemas desequilibrados e condições de vida do Planeta afectadas: falta de alimentos, muitas extinções, alterações dos ciclos reprodutivos dos seres vivos, branqueamento dos corais, novas doenças – insectos, parasitas, vírus, etc. e falta de habitats (ex.: O urso Polar que sem gelo, afogar-se-á) O ciclo das correntes marítimas é afectado, podendo ser alterado Por vezes, pensa-se que a Terra é tão grande que não pode ser afectada pelo aquecimento global assim tão rapidamente mas, neste momento, isso não é verdade. O Ozono é um gás que existe nas zonas mais altas da atmosfera, formando uma camada muito importante, pois absorve parte da radiação ultravioleta vinda do Sol e evita que esta chegue em grandes quantidades à superfície Terrestre. Nos últimos anos tem-se verificado uma diminuição progressiva da camada de Ozono, acentuando-se a destruição do buraco de Ozono. Os CFC, libertados através do uso de sprays e dos frigoríficos, são os principais responsáveis por esta destruição, para além da poluição evidentemente. Se a camada de Ozono continuar a diminuir à superfície terrestre, poderão chegar níveis elevados e perigosos da radiação ultravioleta, provocando efeitos negativos nas culturas agrícolas e queimaduras graves em alguns seres vivos (ex.: cancro de pele no ser humano). É verdade que a concentração de dióxido de carbono na atmosfera tem subido muito e a previsão para os próximos 50 anos não é nada agradável, podendo haver uma subida muito drástica e, consequentemente, temperaturas elevadíssimas.



Escrito por Adriano Medeiros às 12:32:30 PM
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Se a temperatura aumentar 2.5 ºC no global, em algumas regiões a temperatura vai aumentar drasticamente e noutras não aumentará muito. Nas regiões polares pode aumentar 6º C e nas regiões equatoriais pode aumentar apenas 0.5ºC. Há estudos que provam que as calotas polares desapareceram. O nosso planeta está a caminhar para nunca mais haver eras glaciares (correspondem à queda da temperatura quando há uma diminuição de dióxido de carbono). Daqui a algum tempo, podemos deixar de respirar ar puro. Todos estes problemas afectam inteiramente a população, podendo esta vir a diminuir face aos problemas respiratórios, às novas doenças, à incapacidade de adaptação a um novo clima, às mortes causadas pelas catástrofes naturais, etc. Claro que, cada vez mais, as pessoas vão tomando consciência, tendo novas atitudes e o governo vai tomando novas medidas para a redução da emissão de gases, de maneira a que se possa evitar que aconteçam tais situações previstas. Há valores das emissões de GEE (gases com efeito de estufa) estipulados, mas nem sempre são cumpridos. Cada país tem a sua política e cada política tem a sua maneira de pensar e tentar resolver os problemas ambientais. Mas estas medidas nem sempre são suficientes para não afetar a Natureza e impedir as agressões ambientais e, como tal é necessário a colaboração e ajuda de cada cidadão.

Criar mais espaços verdes, plantar mais árvores de folha permanente, fazer mais campanhas de sensibilização, não destruir espaços verdes para construção, aumentar os transportes públicos e utilizá-los mais, investir em energias renováveis e cumprir com os valores das emissões de GEE estipulados são alguns pequenos gestos que podem favorecer a Natureza e, deste modo, evitar quaisquer problemas futuros.

O ex-vice-presidente americano Al Gore apresenta uma advertência e impressionante visão do futuro de nosso planeta de nossa civilização, no documentário mais importante do ano. Trata-se de um alerta que perpassa mitos e conceitos errados, para revelar a mensagem que o superaquecimento global é um perigo real e imediato. "Uma Verdade Inconveniente" traz o convincente argumento de Gore, de que precisamos agir agora para salvar a Terra. Todos e cada um de nós podem mudar essa situação, na maneira que vivemos nosso dia-a-dia e nos tornarmos parte da solução.

Quer ajudar a impedir o aquecimento global?

Aqui estão 10 coisas bem simples que você pode fazer e o quanto de dióxido de carbono vai evitar em cada uma delas.

Troque uma lâmpada, substituindo uma lâmpada comum por outra fluorescente poupa até 68 kg de dióxido de carbono por ano.

Dirija menos, ande, use a bicicleta, faça carona compartilhada ou pegue o metrô mais vezes. Você vai poupar 0,8 kg de dióxido de carbono para cada quilômetro.

Recicle mais, você pode poupar até 1.088 kg de dióxido de carbono por ano apenas reciclando metade de seu lixo doméstico.

Revise seus pneus, conservar os pneus calibrados corretamente pode melhorar o consumo de gasolina em mais que 3%. Cada galão de gasolina economizado evita 9 kg de dióxido de carbono na atmosfera!

Use menos água quente, é necessária muita energia para aquecer água. Use menos água quente instalando um chuveiro de baixo fluxo (158 kg de CO2 a menos por ano) e lave suas roupas com água fria ou morna (226 kg a menos por ano).

Evite produtos com muita embalagem, poupe 544 lg de dióxido de carbono reduzindo seu lixo em 10%.

Ajuste seu termostato, diminuindo apenas 2 graus de seu termostato no inverno e aumentando 2 graus no verão, você pode economizar cerca de 900 kg de dióxido de carbono por ano.

Plante uma árvore, uma única árvore absorve uma tonelada de dióxido de carbono durante sua vida.

Desligue os aparelhos eletrônicos, desligando sua televisião, DVD, estéreo e computador quando não estiver usando, economiza milhares de metros cúbicos de dióxido de carbono por ano.



Escrito por Adriano Medeiros às 12:32:11 PM
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Após perder nas eleições presidenciais dos Estados Unidos em 2000, o então vice-presidente Al Gore resolveu guinar sua vida para alertar as pessoas do país e, futuramente, do resto do mundo sobre os males do aquecimento global. Ele, que já tinha uma bagagem bastante extensa no assunto, tendo escrito um best-seller em 1992 sobre problemas ambientais e internacionalmente reconhecido como um militante ambientalista, preparou uma extensa palestra sobre o aquecimento global; palestra essa que, de acordo com ele próprio no filme, já foi apresentada mais de mil vezes ao redor do mundo, e é constantemente atualizada com novos recursos e dados. Este filme acompanha de perto uma palestra recente de Gore, e seus comentários sobre eventos recentes.

Porém, apesar de simplesmente filmar a palestra como um cinegrafista, o diretor David Guggenheim vai além, intercalando cenas da palestra com imagens de arquivo, vídeos ilustrativos e cenas gravadas em outras ocasiões com Al Gore, durante suas viagens internacionais e reuniões com pesquisadores e políticos. Isso seria quase obrigatório, para não tornar o filme enfadonho demais mas, mais que um recurso padrão para dar alguma dinâmica a uma palestra bem inerte, o filme tem seus méritos por ser muito bem montado. 

Neste sentido ele flui muito bem, nunca temos muitas cenas juntas da palestra nem muitas cenas em off, e estas, com exceção de uma, nunca estão lá gratuitamente, sempre servindo para ou ilustrar melhor algo, ou ditar o ritmo do filme. De todas estas cenas, as mais interessantes são as que retratam momentos da vida de Al Gore. Elas não só retratam momentos bem pessoais da vida do ex-vice-presidente, como o atropelamento de seu filho pequeno e a morte irônica de sua irmã por câncer de pulmão, uma vez que a família tinha uma plantação de tabaco, mas também fazem paralelos com eventos globais, bem como os comentários do Gore na época e atuais, de como eles moldaram o modo de pensar dele e, por breves momentos, se aproxima de um filme-ensaio. Uma pena que o filme não teve competência para seguir mais a fundo nesta linha de pensamento, e algumas das cenas acaba soando incompletas e muito melosas.

Mas a edição não é só mérito do filme, a própria palestra de Gore é muito bem planejada. Contando com vários recursos audiovisuais e multimídia, ela já é cativante por si só, e de fácil assimilação para o público em geral. Muitos dados estatísticos, seqüências animadas e imagens de arquivo, além de muitos gráficos e fotos. Do mesmo modo que elas funcionam para a platéia, também funcionam para os telespectadores; a palestra em si pode quase ser considerada um documentário informativo, daqueles que passam na televisão. Não só é bem planejada, como ela também conta com o inegável carisma de Al Gore, sempre seguro e inspira uma confiança contagiante em quem quer que esteja assistindo, sabendo dosar momentos de seriedade com momentos de humor (e o filme não tem poucos). Unindo um ritmo eficiente, bons recursos técnicos e um ótimo orador, o filme tinha tudo para ser altamente recomendado, não fosse o que Gore tem a dizer.

Ele tenta, durante a palestra inteira, praticamente, nos convencer de que o planeta se encontra num estado de calamidade absurdo, causado pela ação do homem em dois séculos de revolução industrial, e pinta o cenário apocalíptico padrão da cartilha ecológica do politicamente correto. Uma coisa é falar que está tendo um aquecimento global, outra é de que está ocorrendo um aquecimento global anormal e outra ainda é dizer que é tudo culpa do homem. Com análises bem superficiais e sem nenhuma indagação crítica, Gore ridiculariza os cientistas que dizem não ter dados suficientes para afirmar qualquer coisa, citando uma pesquisa sem fonte com “milhares de cientistas” ao redor do mundo e dizendo que todos chegaram às mesmas conclusões.

Para piorar, quase toda a base de argumentação de Gore vem de observações próprias dele e de uma analogia entre o aumento da taxa de emissão de CO² e o aumento da temperatura. Para comprovar isso, ele mostra um gráfico da variação de temperatura no planeta por 650 mil anos, mostrando vários ciclos que se repetem, e ciclos de emissão da taxa de CO², que variam junto com a temperatura. A partir de apenas isto, ele já conclui que a quantidade de CO² liberada é que determina a temperatura, e não o contrário, e prevê um futuro desastroso, já que a taxa de CO² aumentou mais que o normal nas últimas décadas (mesmo ele deixando de mostrar que o aumento da temperatura não seguiu nem de perto a mesma curva). Isso tudo baseado na noção comum de que o CO² intensifica o efeito estufa, explicada na palestra através de um desenho animado, sem nunca parar para questionar isto. Será que nenhum dos milhares de cientistas do mundo que ele citou, pararam para perceber que a imensa maioria de CO² se localiza nos oceanos, e que o aquecimento natural dos oceanos (devido a vários fatores como a mudança do albedo terrestre, a oscilação decadal do pacífico, a mudança na absorção da radiação solar por estarmos geologicamente perto de uma nova era glacial) provoca a liberação deste CO² para a atmosfera, e que na verdade é a temperatura que regula a taxa de CO² e não o contrário?



Escrito por Adriano Medeiros às 12:31:56 PM
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Mais desastroso ainda é quando Gore começa a fazer paralelos de praticamente tudo que há de ruim no meio ambiente com o aquecimento global, mesmo não havendo nenhuma relação ainda que o cenário calamitoso fosse verdade. Cita, por exemplo, o desastre de 2005 em Nova Orleans como uma prova do recente aquecimento das águas oceânicas, sem lembrar, é claro, que já houve um furacão mais forte que o Katrina há mais de 100 anos que devastou uma cidade no Texas, e que o motivo do “aumento” na atividade de ciclones tropicais é porque a grande maioria deles ocorre no oceano, e que estes só são detectados via constante monitoramento por satélite, tecnologia que inexistia há 15 anos. Este erro, de desconsiderar que tudo no clima é cíclico, se repete por várias vezes durante a palestra; quando não é isso, ou ele tendencia fatos (como o do degelo de uma península na Antártica, ignorando as pesquisas recentes que mostram que o continente está esfriando) ou tira conclusões precipitadas baseadas em senso comum e obviedade.

Mas tudo isso esconde uma face pior, de interesses. O filme mostra, em certa parte, várias manchetes de jornal mostrando cientistas que defendem o aquecimento global sendo perseguidos e ameaçados de morte por grandes organizações, novamente pintando um cenário de terror, como se houvesse uma grande conspiração tentando silenciar o alerta ao perigo iminente. Não que não haja muitas corporações que fazem de tudo para impedir ou driblar leis ambientais que lhes causem prejuízos, mas há de se lembrar que tem os dois lados, e que não só os “poluidores” têm interesses. Livros como O Ambientalista Cético e A Máfia Verde estão aí para provar que, quando se tem dinheiro no meio, qualquer pesquisa séria é comprometida (não coincidentemente, durante os créditos do filme, há uma propaganda de uma ONG que combate o aquecimento global). E qual seria o interesse de Al Gore nisso tudo? Por três vezes ele deixa isso transparecer no filme, ao citar o governo Bush. Crítico ferrenho da atual administração, não é à toa que Gore planejou esta palestra logo após ter saído mordido de uma eleição que era para ter ganho. Inclusive, durante a palestra é mostrado um vídeo do processo eleitoral de 2000, pintando os republicanos como extremamente desonestos e anti-ambientais. Tudo isso porque a posição do governo Bush é de que não há dados e pesquisas suficientes para afirmar se há ou não um aquecimento global causado pelo homem.

No final, poderíamos ter um filme bastante instrutivo e interessante, mas tudo é posto à baixo quando Gore deixa de apresentar dados e fazer indagações, e passa a tirar conclusões altamente precipitadas e duvidosas, e as tomando como fatos. O que é uma pena, pois o filme passa uma imagem convincente da paixão e luta ecológica dele, e a palestra é bem interessante quando não está falando sobre aquecimento global. Se alguma coisa salva o filme, é justamente este comprometimento do Gore de alertar às pessoas para cuidarem do planeta. E realmente, é necessário que medidas sejam tomadas para proteger o legado ambiental, e há milhares de razões para se evitar a degradação do meio ambiente, mas o aquecimento global, ao menos por enquanto, não é uma delas. E essa posição não comprometeria tanto qualquer outro tipo de filme, mas esta desinformação em um documentário é inaceitável.

Após assistir a este filme, devemos realmente mudar a nossa maneira de pensar e agir a favor do nosso planeta. Devemos parar de colocar a culpa sempre em alguém, como políticos, empresários, etc, a gente sabe que eles realmente estão preoculpados sim,apenas em encher de dinheiro seus próprios bolsos,enfim, deixa essa ladroagem com eles. Este filme mostra a realidade cientificamente comprovada da catástrofe que poderá acontecer com o planeta daqui a 20,30 ou 50 anos, não importa, oque importa é o mundo se mobilizar e tomar atitudes concretas para podermos salvar o planeta e construir um mundo melhor para os nossos filhos. Embora tenha o lado político, a conciêtização ficou perfeita,as explicações foram convincente, e quem não acreditava em nada disso,com certeza passa a acreditar depois de assistir ao documentário. Cenas chocantes e depoimentos fazem com que as pessoas reflitam nos seus erros e lute pela vida,é o nosso planeta em jogo,é a vida que está em jogo. O documentario nos alerta ao que está acontecendo a nossa volta, e nos incentiva a lutar para reverter a situação. É inegável que o documentário revela a visão norte-americana da questão ambiental, e a palestra é desenvolvida por um político, mas ainda que haja segundas intenções na campanha, o tema é importantíssimo, e desenvolvido com clareza. Deveria ser visto em todas as escolas e divulgado em todas as instituições. Acredito que o filme seja uma ótima forma de conscientizar e espalhar a população mundial. Não mais podemos aguardar, temos que agir. E isso que Al Gore deixa bem claro no seu documentário. O que faltou para o documentário, foi ausência de uma análise sobre alguns continentes como a África e América do Sul. Por uma ou duas vezes foi comentado sobre a Amazônia e montanhas geladas Sul-Americanas, mas não houve um cuidado em informar sobre o que ocorreria caso o caos nos atingisse. Por outro lado há uma enorme ênfase nos EUA, China e Europa. Acho a atuação de Al Gore interessa.

FONTE: http://cinema.uol.com.br/filmes/uma-verdade-inconveniente-2006.jhtm

http://www.sinopsedofilme.com.br/mostrar.php?q=1138

http://biox6.blogspot.com/2007/04/resumo-do-filme-uma-verdade.html

http://www.cineplayers.com/critica.php?id=846



Escrito por Adriano Medeiros às 12:31:41 PM
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Che – (Che: Part One). lançamento: 2008 (França) (Espanha) (EUA). direção: Steven Soderbergh. duração: 126 min. gênero: Drama. atores: Benicio del Toro, Demián Bichir, Julia Ormond, Rodrigo Santoro, Maria Isabel Díaz.

26 de novembro de 1956. Fidel Castro (Demián Bichir) viaja do México para Cuba com oito rebeldes, entre eles Ernesto "Che" Guevara (Benicio Del Toro) e seu irmão Raul (Rodrigo Santoro). Guevara era um médico argentino, que tinha por objetivo ajudar Castro a derrubar o governo de Fulgêncio Batista. Ao chegar ele logo se integra à guerrilha, participando da luta armada mas também cuidando dos doentes. Aos poucos ele ganha o respeito de seus companheiros, torna-se um dos líderes da revolução que está por vir.

No dia 26 de novembro de 1956, Fidel Castro navega até Cuba com oito rebeldes. Um deles era Ernesto "Che" Guevara, um médico argentino que dividia com Castro um objetivo comum - derrubar o governo corrupto de Fulgêncio Batista. Che prova ser indispensável na batalha, e rapidamente aprende a arte de guerrilha.

Ao mesmo tempo que retrata as batalhas rumo à revolução, CHE demonstra, através de imagens da famosa viagem de Guevara às Nações Unidas, a repercussão que a vitória socialista cubana teve nos EUA e no mundo. O poder das idéias e ações de um homem que mudou o curso da história como a conhecemos.

Primeira parte do épico sobre as guerrilhas de Che Guevara, centrado na batalha de 1956 contra o então presidente de Cuba Fulgencio Batista.

Rodrigo Santoro interpreta Raúl Castro, irmão de Fidel, em ambos os filmes.

No Brasil os filmes deverão estrear com os títulos 'Che' e 'Che - A Guerrilha', pela Europa filmes.

Vencedor do prêmio de melhor ator em CANNES, para Benicio Del Toro, CHE é dirigido pelo vencedor do OSCAR® Steven Soderbergh (11 HOMENS E UM SEGREDO, TRAFFIC) e tem o ator Rodrigo Santoro como Raúl Castro, atual presidente cubano.

Ernesto Che Guevara (Benício Del Toro), um jovem médico, é apresentado por Raul Castro (Rodrigo Santoro) ao irmão deste, Fidel (Demián Bichir). Desse modo ele se dispõe a ajudar o advogado cubano a voltar a sua terra e tomar o poder do ditador Fulgêncio Batista, que havia dado um golpe de estado anos antes. Os três se juntam a outros revolucionários e aproveitam aquela noite para tramar a retomada de cuba.

FONTE: http://www.adorocinema.com/filmes/che

http://www.cinepop.com.br/filmes/che.htm

http://www.filmesdecinema.com.br/filme-che-5926/



Escrito por Adriano Medeiros às 12:30:27 PM
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Che 2 - A Guerrilha – 2008 (França) (Espanha) (EUA). direção: Steven Soderbergh. duração: 126 min. gênero: Drama. atores: Benicio del Toro, Demián Bichir, Julia Ormond, Rodrigo Santoro , Maria Isabel Díaz.

Segunda parte da cinebiografia do líder revolucionário argentino Ernesto Che Guevara (Benicio Del Toro), que mostra sua saída do Congo e a guerrilha na Bolívia. Após a Revolução Cubana, Che está no auge de sua fama e poder. Então, ele desaparece, ressurgindo incógnito na Bolívia, onde organiza um pequeno grupo de camaradas cubanos e recrutas bolivianos para começar a grande revolução latino-americano. Diferente da primeira parte, que evocava a vitória na Revolução Cubana, este tem um tom de derrota iminente, já que Guevara foi assassinado em combate nas selvas da Bolívia.

Ernesto “CHE” Guevara.

Revolucionário e líder político latino-americano, cuja negação a aderir-se tanto ao capitalismo quanto ao comunismo ortodoxo, transformou-o num emblema da luta socialista. Por sua aparência selvagem, romântica e revolucionária, Che Guevara significa hoje uma lenda para os jovens revolucionários de todo o mundo, um exemplo de fidelidade e total devoção à união dos povos subjugados.

Ernesto Guevara de la Serna nasce na cidade argentina de Rosário no dia 14 de junho de 1928, no seio de uma família aristocrática porém de idéias socialistas. Desde pequeno sofre ataques de asma e por essa razão em 1932 se muda para as serras de Córdoba. Estudou grande parte do ensino fundamental em casa com sua mãe. Na biblioteca de sua casa havia obras de Marx, Engels e Lenin, com os quais se familiarizou em sua adolescência.

Em 1947 Ernesto entra na Faculdade de Medicina da Universidade de Buenos Aires, motivado em primeiro lugar por sua própria doença e desenvolvendo logo um especial interesse pela lepra. Durante 1952, realiza uma longa jornada pela América Latina, junto com seu amigo Alberto Granados, percorrendo o sul da Argentina, o Chile, o Peru, a Colômbia e a Venezuela. Observam, se interessam por tudo, analisam a realidade com olho crítico e pensamento profundo. Ernesto regressa a Buenos Aires decidido a terminar o curso e no dia 12 de julho de 1953 recebe o título de médico.

Em julho de 1953, inicia sua segunda viagem pela América Latina. Nessa oportunidade visita Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Panamá, Costa Rica, El Salvador e Guatemala. Ao visitar as minas de cobre, as povoações indígenas e os leprosários, Ernesto dá mostras de seu profundo humanismo, vai crescendo e agigantando seu modo revolucionário de pensar e seu firme antiimperialismo. Na Guatemala conhece Hilda Gadea, com quem se casa e de cuja união nasce sua primeira filha.



Escrito por Adriano Medeiros às 12:28:43 PM
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Convencido de que a revolução era a única solução possível para acabar com as injustiças sociais existentes na América Latina, em 1954 Guevara marcha rumo ao México, onde se une ao movimento integrado por revolucionários cubanos seguidores de Fidel Castro. Foi aí onde ele ganhou o apelido de "Che", por seu jeito argentino de falar.

A fins da década de 1950, quando Fidel e os guerrilheiros invadem Cuba, Che os acompanha, primeiro como doutor e logo assumindo o comando do exército revolucionário. Finalmente, no dia 31 de dezembro de 1958, cai o ditador cubano Fulgencio Batista.

Após o triunfo da Revolução, Che Guevara se transforma na mão direita de Fidel Castro no novo governo de Cuba. É nomeado Ministro da Indústria e posteriormente Presidente do Banco Nacional. Desempenha simultaneamente outras tarefas diversas, de caráter militar, político e diplomático. Em 1959 casa-se, em segundas núpcias, com sua companheira de luta, Aleida March de la Torre, com quem terá mais quatro filhos. Visitam juntos vários países comunistas da Europa Oriental e da Ásia.

Oposto energicamente à influência norte-americana no Terceiro Mundo, a presença de Guevara foi decisiva na configuração do regime de Fidel e na aproximação cubana ao bloco comunista, abandonando os tradicionais laços que tinham unido Cuba e Estados Unidos.

Em 1962, após uma conferência no Uruguai, volta à Argentina e também visita o Brasil. Che Guevara esteve ainda em vários países africanos, principalmente no Congo. Lá lutou junto com os revolucionários antibelgas, levando uma força de 120 cubanos. Depois de muitas batalhas, terminaram derrotados e no outono de 1965 ele pediu a Fidel que retirasse a ajuda cubana.

Desde então, Che deixou de aparecer em atividades públicas. Sua missão como embaixador das idéias da Revolução Cubana tinha chegado ao fim. Em 1966, junto a Fidel, prepara uma nova missão na Bolívia, como líder dos camponeses e mineiros contrários ao governo militar. A tentativa acabou significando sua captura e posterior execução no dia 9 de outubro de 1967. Os restos do Che descansam no mausoléu da Praça Ernesto Che Guevara em Santa Clara, Cuba.

"Nasci na Argentina; não é um segredo para ninguém. Sou cubano e também sou argentino e, se não se ofendem as ilustríssimas senhorias da América Latina, me sinto tão patriota da América Latina, de qualquer país da América Latina, que no momento em que fosse necessário, estaria disposto a entregar a minha vida pela liberação de qualquer um dos países da América Latina, sem pedir nada para ninguém, sem exigir nada, sem explorar ninguém."

O SOCIALISMO E O HOMEM EM CUBA (1965)

O caminho é longo e cheio de dificuldades. Às vezes, por extraviar a estrada, temos que retroceder; outras, por caminhar depressa demais, nos separamos das massas; em ocasiões, por ir lentamente sentimos de perto o hálito daqueles que pisam nos nossos calcanhares. Em nossa ambição de revolucionários, tratamos de caminhar o mais depressa possível, abrindo caminhos, mas sabemos que temos que nutrir-nos da massa e que esta só poderá avançar mais rápido se for alentada com nosso exemplo.



Escrito por Adriano Medeiros às 12:27:39 PM
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MENSAGEM AOS POVOS DO MUNDO (1967)

Toda a nossa ação é um grito de guerra contra o imperialismo e um clamor pela unidade dos povos contra o grande inimigo do gênero humano: os Estados Unidos da América do Norte. Em qualquer lugar que a morte nos surpreenda, que seja bem-vinda, sempre que esse, nosso grito de guerra, tenha chegado até um ouvido receptivo, e outra mão se estenda para empunhar nossas armas, e outros homens se prestem a entoar os cantos pesarosos com estrondos de metralhadoras e novos gritos de guerra e de vitória.

Nascido em 14 de junho de 1928 na cidade de Rosário, Guevara foi o primeiro dos cincos filhos do casal Ernesto Lynch e Celia de la Serna y Llosa. Sua mãe foi a principal responsável por sua formação porque, mesmo sendo católica, mantinha em casa um ambiente de esquerda e sempre estava cercada por mulheres politizadas.

Desde pequeno, Ernestito - como era chamado - sofria ataques de asma e por essa razão, aos 12 anos, se mudou com a família para as serras de Córdoba, onde morou perto de uma favela. A discriminação para com os mais pobres era comum à classe média argentina, porém Che não se importava e fez várias amizades com os favelados. Estudou grande parte do ensino fundamental em casa com sua mãe. Na biblioteca de sua casa - que reunia cerca de 3000 livros - havia obras de Marx, Engels e Lenin, com os quais se familiarizou em sua adolescência.

Em 1947, Ernesto entra na Faculdade de Medicina da Universidade de Buenos Aires, motivado em primeiro lugar por sua própria doença, desenvolvendo logo um especial interesse pela lepra.

Em 1952, realiza uma longa jornada pela América do Sul com o melhor amigo, Alberto Granado, percorrendo 10.000 km em uma moto Norton 500, apelidada de 'La Poderosa'. Observam, se interessam por tudo, analisam a realidade com olho crítico e pensamento profundo. Os oito meses dessa viagem marcam a ruptura de Guevara com os laços nacionalistas e dela se origina um diário. Aliás, escrever diários torna-se um hábito para o argentino, cultivado até a sua morte.

No Peru, trabalhou com leprosos e resolveu se tornar um especialista no tratamento da doença. Che saiu dessa viagem chocado com a pobreza e a injustiça social que encontrou ao longo do caminho e se identificou com a luta dos camponeses por uma vida melhor. Mais tarde voltou à Argentina onde completou seus estudos em medicina. Foi convocado para o exército, porém, no momento estava incompatibilizado com a ideologia peronista. Não admitia ter de defender um governo autoritário. Portanto, no dia da inspeção médica, tomou um banho gelado antes de sair de casa e na hora do exame teve um ataque de asma. Foi considerado inapto e dispensado.

Já envolvido com a política, em 1953 viajou para a Bolívia e depois seguiu para Guatemala com seu novo amigo Ricardo Rojo. Foi lá que Guevara conheceu sua futura esposa, a peruana Hilda Gadea Acosta e Ñico Lopez, que, futuramente, o apresentaria a Raúl Castro no México.



Escrito por Adriano Medeiros às 12:20:57 PM
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Na Guatemala, Arbenz Guzmán, o presidente esquerdista moderado, comandava uma ousada reforma agrária. Porém, os EUA, descontentes com tal ato que tiraria terras improdutivas de suas empresas concedendo-as aos famintos camponeses, planejou um golpe bem sucedido colocando no governo uma ditadura militar manipulada pelos yankees. Che ficou inconformado com a facilidade norte-americana de dominar o país e com a apatia dos guatemaltecos. A partir desse momento, se convenceu da necessidade de tomar a iniciativa contra o cruel imperialismo.

Com o clima tenso na Guatemala e perseguido pela ditadura, Che foi para o México. Alguns relatos dizem que corria risco de vida no território guatemalteco, mas essa ida ao México já estava planejada. Lá lecionava em uma universidade e trabalhava no Hospital Geral da Cidade do México, onde reencontrou Ñico Lopez, que o levou para conhecer Raúl Castro. Raúl, que se encontrava refugiado no México após a fracassada revolução em Cuba em 1953, se tornou rapidamente amigo de Che. Depois, Raúl apresentou Che a seu irmão mais velho Fidel que, do mesmo modo, tornou-se amigo instantaneamente. Tiveram a famosa conversa de uma noite inteira onde debateram sobre política mundial e, ao final, estava acertada a participação de Che no grupo revolucionário que tentaria tomar o poder em Cuba.

A partir desse momento começaram a treinar táticas de guerrilha e operações de fuga e ataque. Em 25 de novembro de 1956 os revolucionários desembarcam em Cuba e se refugiam na Sierra Maestra, de onde comandam o exército rebelde na bem-sucedida guerrilha que derrubou o governo de Fulgêncio Batista. Depois da vitória, em 1959, Che torna-se cidadão cubano e vira o segundo homem mais poderoso de Cuba. Marxista-leninista convicto, é apontado por especialistas como o responsável pela adesão de Fidel ao bloco soviético e pelo confronto do novo governo com os Estados Unidos.

Guevara queria levar o comunismo a toda a América Latina e acreditava apaixonadamente na necessidade do apoio cubano aos movimentos guerrilheiros da região e também da África. Da revolução em Cuba até sua morte, amargou três mal-sucedidas expedições guerrilheiras. A primeira na Argentina, em 1964, quando seu grupo foi descoberto e a maioria morta ou capturada. A segunda, um ano depois de fugir da Argentina, no antigo Congo Belga, mais tarde Zaire e atualmente República Democrática do Congo. E por fim na Bolívia, onde acabaria executado.



Escrito por Adriano Medeiros às 12:20:11 PM
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Sem a barba e a boina tradicionais, disfarçado de economista uruguaio, Che Guevara entrou na Bolívia em novembro de 1966. A ele se juntaram 50 guerrilheiros cubanos, bolivianos, argentinos e peruanos, numa base num deserto do Sudeste do país. Seu plano era treinar guerrilheiros de vários países para começar uma revolução continental.

Guevara foi capturado em 8 de outubro de 1967. Passou a noite numa escola de La Higuera, a 50 quilômetros de Vallegrande, e, no dia seguinte, por ordem do presidente da Bolívia, general René Barrientos, foi executado com nove tiros numa escola na aldeia de La Higuera, no centro-sul da Bolívia, no dia seguinte à sua captura pelos rangers do Exército boliviano, treinados pelos Estados Unidos.

Sua morte, no dia 9 de outubro de 1967, aos 39 anos, interrompeu o sonho de estender a Revolução Cubana à América Latina, mas não impediu que seus ideais continuassem a gozar de popularidade entre as esquerdas.

Os boatos que cercaram a execução de Che Guevara levantaram dúvidas sobre a identidade do guerrilheiro. A confusão culminou no desaparecimento dos seus restos mortais, encontrados apenas em 1997, quando o mundo recordava os trinta anos de sua morte, sob o terreno do aeroporto de Vallegrande. O corpo estava sem as mãos, amputadas para reconhecimento poucos dias depois da morte, e contrabandeadas para Cuba.

Em 17 de outubro de 1997, Che foi enterrado com pompas na cidade cubana de Santa Clara (onde liderou uma batalha decisiva para a derrubada de Batista), com a presença da família e de Fidel. Embora seus ideais sejam românticos aos olhos de um mundo globalizado, ele se transformou num ícone na história das revoluções do século XX e num exemplo de coerência política. Sua morte determinou o nascimento de um mito, até hoje símbolo de resistência para os países latino-americanos.

FONTE: http://br.cinema.yahoo.com/filme/15251/sinopse/che2aguerrilha

http://www.mibsasquerido.com.ar/Personagens06.htm

http://www.cheguevaradelaserna.hpgvip.ig.com.br/biografia.html



Escrito por Adriano Medeiros às 12:18:35 PM
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Diários de Motocicleta – 2004 (EUA). direção: Walter Salles. duração: 128 min. gênero: Drama. atores: Gael García Bernal , Susana Lanteri , Mía Maestro , Mercedes Morán , Jean Pierre Nohen.

Che Guevara (Gael García Bernal) era um jovem estudante de Medicana que, em 1952, decide viajar pela América do Sul com seu amigo Alberto Granado (Rodrigo de la Serna). A viagem é realizada em uma moto, que acaba quebrando após 8 meses. Eles então passam a seguir viagem através de caronas e caminhadas, sempre conhecendo novos lugares. Porém, quando chegam a Machu Pichu, a dupla conhece uma colônia de leprosos e passam a questionar a validade do progresso econômico da região, que privilegia apenas uma pequena parte da população.

Em 1952, dois jovens argentinos decidem se aventurar numa viagem de descobrimento pela complexa geografia física e humana da América Latina. O meio de transporte: uma velha motocicleta Norton 500, ano 1939, conhecida como "La Poderosa". O piloto: Alberto Granado, 29 anos, um bioquímico que se auto-define como "cientista vagabundo". O co-piloto: Ernesto Guevara de la Serna, 23 anos, "El Fuser", estudante de medicina especialista em lepra, prestes a se formar. O plano de viagem: percorrer oito mil quilômetros em quatro meses. O objetivo: desvendar um continente, a América Latina, conhecida apenas pelos livros. A rota: de Buenos Aires até a Patagônia, cruzando a Cordilheira dos Andes para chegar ao sul do Chile, atravessando o país até entrar no Peru, para depois conhecer Cuzco e Machu Picchu, e finalmente trabalhar no Leprosário de San Pablo, na Amazônia peruana. Destino final: a península de Guajira, na Venezuela.

O que começa como uma aventura muda pouco a pouco de forma. O confronto com a realidade social e política da América Latina passa a alterar a percepção que os dois viajantes têm do mundo. Na primeira grande viagem de suas vidas, eles se deparam com as raízes profundas de um continente. A experiência vivida em um ano formativo de suas vidas vai resultar no despertar de novas vocações, associadas ao desejo de justiça social.

Baseado nos diários de Ernesto Guevara e de Alberto Granado, o filme narra a história de uma viagem iniciática no coração da identidade latino-americana.

A FilmFour apresenta Diários de Motocicleta, uma produção da South Fork Pictures em associação com a Tu Vas Voir Productions. Dirigido por Walter Salles e com roteiro de José Rivera. No elenco, Gael García Bernal, Rodrigo de la Serna e Mía Maestro. Os produtores são Michael Nozik, Edgard Tenembaum e Karen Tenkhoff e os produtores executivos são Robert Redford, Paul Webster e Rebecca Yeldham. Daniel Burman e Diego Dubcovsky são os co-produtores. A direção de fotografia é de Eric Gautier, A.F.C., a direção de arte é de Carlos Conti e a montagem de Daniel Rezende. Os figurinos foram desenhados por Beatriz di Benedetto e Marisa Urruti e a música é de Gustavo Santaolalla. Gianni Minà é o supervisor artístico.

FONTE: http://cineminha.uol.com.br/filme.cfm?id=41576

http://www.adorocinema.com/filmes/diarios-de-motocicleta/



Escrito por Adriano Medeiros às 12:16:38 PM
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A Vida é Bela (La Vita è Bella). lançamento: 1997 (Itália). direção: Roberto Benigni. duração: 116 min. gênero: Comédia Dramática. atores: Roberto Benigni, Nicoletta Braschi, Giustino Durano, Sergio Bini Bustric, Horst Buchholz.

Na Itália dos anos 40, Guido (Roberto Benigni) levado para um campo de concentração nazista e tem que usar sua imaginação para fazer seu pequeno filho acreditar que estão participando de uma grande brincadeira, com o intuito de protegê-lo do terror e da violência que os cercam.

FONTE: http://www.adorocinema.com/filmes/vida-e-bela



Escrito por Adriano Medeiros às 11:56:44 AM
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13 Dias Que Abalaram o Mundo – lançamento: 2000 (EUA). direção: Roger Donaldson. duração: 135 min. gênero: Drama. atores: Kevin Costner , Bruce Greenwood , Steven Culp , Dylan Baker , Henry Strozier.

Em outubro de 1962 um avião U-2, que fazia vigilância de rotina, tira fotos fotográficas que revelam que a União Soviética está em processo de colocar uma plataforma de lançamento de armas nucleares em Cuba. Estas armas terão a capacidade de destruir em minutos a maior parte do leste e sul dos Estados Unidos quando ficarem operacionais. O presidente John F. Kennedy (Bruce Greenwood) e seus assessores têm de pôr um plano de ação contra os soviéticos. Kennedy está determinado em mostrar que ele é forte o bastante para resistir a ameaça e o Pentágono aconselha o exército dos Estados Unidos a contra-golpear, o que poderia levar a uma outra invasão norte-americana em Cuba. Entretanto, Kennedy está receoso em levar a cabo esta operação, pois uma invasão norte-americana poderia fazer com que os soviéticos partissem para a retaliação na Europa. Por treze dias o destino da humanidade esteve nas mãos de um grupo reunido no salão oval na Casa Branca, pois a possibilidade de uma guerra nuclear era real e navios soviéticos rumavam para Cuba levando o material que faltava para terminar a plataforma de lançamento, que estava sendo construída em ritmo acelerado. Com a situação cada vez mais tensa, qualquer ato impensado poderia provocar um conflito armado de conseqüências atras.

Crise dos Mísseis, um episódio que atormentou o mundo durante 13 dias.

Um dos momentos de maior tensão da Guerra Fria aconteceu em outubro de 62. Tudo começou no dia 14 de outubro, quando as primeiras fotos tiradas de um vôo secreto que um U-2 norte-americano fizera sobre Cuba foram reveladas. O mundo então resvalou pela primeira vez para uma possível guerra nuclear. As fotos indicavam, de maneira irrefutável, que os soviéticos haviam instalados na ilha de Fidel Castro uns quarenta silos para abrigarem mísseis. Prontamente o governo de John Kennedy considerou aquilo como um inaceitável ato de guerra contra os Estados Unidos. O episódio ficou conhecido como Crise dos Mísseis.

Os argumentos de Nikita Kruschev, o então Primeiro Ministro da URSS, de que eram projéteis defensivos, lá instaladas para dissuadir uma outra tentativa de invasão da ilha, indignaram ainda mais os americanos. Tempos antes, em 17 de abril de 1961, o governo Kennedy já havia amargado o fracasso do desembarque na Baia dos Porcos (operação planejada pela CIA que usou os refugiados da ditadura de Fulgêncio Batista como peões na frustrada tentativa de derrubar o regime cubano). Agora, porém , a situação era muito mais séria.



Escrito por Adriano Medeiros às 11:52:36 AM
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Nenhum presidente dos Estados Unidos poderia admitir a existência de foguetes daquela dimensão a escassos 150 quilômetros do seu território nacional. Os soviéticos teriam que recuar. O presidente dos Estados Unidos, John Kennedy, advertiu Khruschev de que seu país não teria dúvidas em usar armas nucleares contra a iniciativa russa. Ou desativavam os silos e retiravam os mísseis, ou a guerra seria inevitável.

Durante treze dias o planeta inteiro ficou com a respiração em suspenso com medo de uma guerra nuclear devastadora, até que no dia 28 de outubro Kruschev, horrorizado com as conseqüências daquilo tudo, fraquejou. Ordenou então que os navios soviéticos que se aproximavam de Cuba, bloqueada pela marinha e pela aviação norte-americana, dessem a volta.

Enquanto isso se dava, naqueles dias ansiosos, a população americana trava de defender-se como podia. Nunca se comprou tanto cimento e tijolo na história do país como depois que John Kennedy expôs a gravidade da situação pela televisão. Milhares de pais de família, ingênuos, trataram de cavar nos seus pátios e jardins pequenos abrigos que possibilitassem a sobrevivência dos seus.

Na década de 60 havia uma clara tendência à proliferação dos arsenais nucleares. Por essa razão, e ainda sob o impacto da crise dos mísseis de Cuba, os Estados Unidos, a União Soviética e a Grã-Bretanha assinaram, em 1963, um acordo proibindo testes nucleares. No ano seguinte, os três países aprovaram o Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares. O objetivo dos acordos era tentar conter a corrida armamentista dentro de certos limites. Apesar disso, a China realizou, naquele mesmo ano de 64, seus primeiros testes atômicos.

Sugestão de Filme: "Treze Dias que Abalaram o Mundo" (Thirteen Days), dirigido por Roger Donaldson e produzido por Kevin Costner - que interpreta o assessor do presidente John Kennedy - relata os angustiosos 13 dias nos quais foi solucionada a crise provocada pela instalação em Cuba de mísseis soviéticos de longo alcance, dirigidos para os Estados Unidos. De certa maneira, trata-se de um documentário com importante valor histórico.



Escrito por Adriano Medeiros às 11:51:56 AM
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Porque Cuba:

Quando ainda não tinha definição ideológica, o governo de Fidel recebeu discreto apoio dos Estados Unidos. Mas as reformas promovidas em Cuba fizeram o país vizinho acreditar que o governo da ilha estaria se aproximando dos padrões socialistas da União Soviética. Em 1960, os Estados Unidos decretaram o bloqueio continental a Cuba e, no ano seguinte, as relações diplomáticas entre os dois países foram rompidas. A partir disso, a aproximação com a União Soviética foi inevitável e a ilha de Fidel tornou-se oficialmente o primeiro Estado socialista do hemisfério ocidental.

A Revolução liderada por Fidel Castro em Cuba no ano de 1959 havia se tornado um dos problemas dos Estados Unidos após a aproximação entre cubanos e russos se consolidar no ano de 1960. A resolução favorável a tentativa de invasão da ilha ocorrida em 1962, durante a gestão de Kennedy, acabou tornando insustentável qualquer possibilidade de resolução diplomática das diferenças entre os dois países. Serviu também para aproximar ainda mais os revolucionários cubanos do Kremlin.

A situação torna-se ainda mais conturbada com a descoberta feita através de fotografias aéreas tiradas pelos aviões americanos que espionavam regularmente Cuba. Nessas fotos são detectados mísseis de origem soviética sendo instalados a poucas milhas da Flórida. Armas dotadas de ogivas nucleares, de médio e longo alcance que, instaladas nas terras de Fidel poderiam detonar as principais cidades do Tio Sam em poucos minutos. E o pior, sem tempo para reações de defesa ou ataque por parte das autoridades norte-americanas.

A informação restrita aos círculos mais altos da cúpula governamental norte-americana é confirmada pelo movimento de embarcações e construção de uma base em território cubano verificadas através de novas fotos. O que fazer?

"Treze dias" mostra os bastidores políticos norte-americanos quando se discutia como reagir a atitude dos soviéticos e dos cubanos. Personagens de vulto desse momento da história americana como John e Bobby Kennedy, Kenny O´Donnell (Kevin Costner), Robert MacNamara, Adlai Stevenson e a alta cúpula militar são os protagonistas de toda a trama. Manchetes de jornal de época e imagens das discussões na ONU permeadas por aparições em preto e branco do jornalista Walter Cronkyte falando dos acontecimentos aumentam ainda mais o nervosismo em relação ao desfecho dos desencontros entre russos e americanos.

A possibilidade de um conflito nuclear e, consequentemente, a destruição do planeta serve como fio condutor. Eletrizante do começo ao fim.

FONTE: http://www.adorocinema.com/filmes/13-dias/

http://www.unificado.com.br/calendario/10/crise_misseis.htm

http://www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=8



Escrito por Adriano Medeiros às 11:51:40 AM
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Tróia 2004 (EUA), gênero: Aventura. duração: 162 min. direção: Wolfgang Petersen Elenco: Brad Pitt , Eric Bana , Orlando Bloom , Diane Kruger , Sean Bean.

Em 1193 A.C., Paris (Orlando Bloom) é um príncipe que provoca uma guerra da Messência contra Tróia, ao afastar Helena (Diane Kruger) de seu marido, Menelaus (Brendan Gleeson). Tem início então uma sangrenta batalha, que dura por mais de uma década. A esperança do Priam (Peter O'Toole), rei de Tróia, em vencer a guerra está nas mãos de Aquiles (Brad Pitt), o maior herói da Grécia, e seu filho Hector (Eric Bana).

Ao longo do tempo, os homens travaram guerras. Uns pelo poder, outros pela glória, outros pela honra - e alguns por amor.

Na Grécia Antiga, a paixão de um dos casais mais lendários da História, Páris, príncipe de Tróia (Orlando Bloom), e Helena (Diane Kruguer), rainha de Esparta, desencadeia uma guerra que irá devastar uma civilização. 

Páris rouba Helena de seu marido, o rei Menelau (Brendan Gleeson), e este é um insulto que não pode ser tolerado. A honra da família determina que uma afronta a Menelau seja considerada uma afronta a seu irmão Agamenon (Brian Cox), o poderoso rei de Micenas, que logo une todas as tribos da Grécia para trazer Helena de volta, em defesa da honra do irmão.

Na verdade, a busca de Agamenon por honra é suplantada por sua ganância - ele precisa controlar Tróia para garantir a supremacia de seu vasto império. A cidade cercada de muralhas, comandada pelo rei Príamo (Peter O`Toole) e defendida pelo poderoso príncipe Heitor (Eric Bana), é uma fortaleza que nenhum exército jamais conseguiu invadir. A chave da derrota ou da vitória sobre Tróia é um único homem: Aquiles (Brad Pitt), tido como o maior guerreiro vivo.

Arrogante, rebelde e aparentemente invencível, Aquiles não tem lealdade a nada nem a ninguém, a não ser à sua própria glória. É sua sede insaciável pelo eterno reconhecimento que o leva a atacar os portões de Tróia sob a bandeira de Agamenon - mas será o amor que acabará por decidir seu destino.

Dois mundos entrarão em guerra por honra e poder. Milhares perecerão em busca de glória. E, por amor, uma nação será reduzida a cinzas.

O filme Tróia foi baseado no chamado Ciclo Troiano - que reúne uma série de histórias e mitos relacionados à destruição pelos gregos da cidade de Tróia -, do qual os dois poemas épicos atribuídos a Homero - Ilíada e Odisséia - formam a principal base. Segundo a tradição histórica e literária, Homero teria vivido por volta do século VIII a.C. e referia-se em seus poemas épicos a episódios que teriam ocorrido cerca de 400 anos antes, por volta do século XII a.C.

À altura do século XII a.C., a escrita com base no alfabeto ainda não havia sido desenvolvida. Por esta razão, não há registros históricos que comprovem os eventuais fatos históricos ocorridos. Na ocasião, as tradições eram transmitidas oralmente, de geração a geração, por cantadores, e estavam sujeitas a todo tipo de alteração que essa categoria de divulgação provoca.



Escrito por Adriano Medeiros às 11:40:45 AM
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Assim, quando Homero - ele próprio uma figura sobre a qual não há comprovação histórica da existência, ou mesmo de que tenha, de fato, sido o autor original da Ilíada e da Odisséia - perpetuou seus poemas, fez com base naquelas histórias orais a que teve acesso e que relatavam feitos - reais ou imaginários - que vinham de uma tradição de centenas de anos.

O filme Tróia, do diretor Wolfgang Petersen e do roteirista David Benioff, acaba retratando episódios contados nos dois poemas de Homero e reconstruindo o que teria sido a Guerra de Tróia.

Segundo a obra de Homero, a Guerra de Tróia teria durado cerca de dez anos e seu início foi marcado pelo rapto de Helena, "a mais bela do mundo", mulher do rei Menelau, de Esparta. O autor do rapto foi Páris, filho de Príamo, rei de Tróia.

Para defender sua honra, Menelau e seu irmão, Agamenon, rei de Micenas (ou Argos), reúnem forças gregas de diversos reinos para resgatar Helena em uma ação contra Tróia, que é chamada de Ilion na história narrada por Homero (daí o nome Ilíada).

A Ilíada trata da chamada cólera de Aquiles, principal personagem da história, maior guerreiro grego que acaba se desentendendo com Agamenon - o chamado rei dos reis, líder dos gregos na campanha contra Tróia -, durante o período que situa-se na virada do nono para o décimo ano da guerra.

Aquiles decide deixar os combates após ter uma de suas escravas, Briseida, sua preferida, tomada de seu poder por Agamenon. Como nas guerras da época o saque das cidades dominadas era comum e os bens dessa comunidade eram divididos entre os vencedores - assim como as mulheres e crianças e velhos sobreviventes, que se tornavam escravos -, a pilhagem era também um motor das guerras.

Em uma das batalhas na campanha grega, Agamenon havia tomado como sua escrava Criseida, filha de Crisis, apóstolo de Apolo (divindade solar na tradição grega). Por esta razão, Apolo teria provocado uma praga entre os soldados gregos. Para abrandar a fúria de Apolo, Aquiles sugere a libertação de Criseida e sua devolução a seu pai. Agamenon aceita, mas, para compensar sua perda, exige a escrava Briseida de Aquiles. Após Agamenon se apossar da mulher, Aquiles se revolta e deixa a guerra, junto com seus homens leais.

O grande problema é que Aquiles era o grande guerreiro entre os gregos, a ponto de sua ausência provocar importantes revezes nos combates com os troianos, estes protegidos por uma grande fortificação em torno da cidade.

Aquiles é um semideus (ou herói), isto é, filho de uma deusa (Tétis) com um humano (Peleu). Apesar dessa ascendência, trata-se de um mortal. Na Ilíada, em um encontro com sua mãe, Aquiles é alertado de que se prosseguir na guerra, não voltará jamais.

No entanto, Pátroclo, grande amigo de Aquiles, a pedido de Agamenon, tenta convencer Aquiles a voltar aos combates, dado o grande abatimento que se dá sobre os gregos após seu afastamento. Mas ele não consegue demover Aquiles da idéia de manter-se afastado. Pátroclo acaba pedindo a armadura e as armas de Aquiles para que seja confundido com o herói e lidere os gregos contra os troianos. Porém Pátroclo acaba sendo morto por Heitor, grande líder militar dos troianos, também filho do rei Príamo e irmão de Páris.

Após saber da morte de Pátroclo por Heitor, Aquiles decide vingar-se e volta ao campo de batalha. Ele se enfrenta em duelo com Heitor e acaba matando seu oponente troiano. O último canto da Ilíada narra o episódio de Príamo se dirigindo a Aquiles para resgatar o corpo de Heitor e realizar seus funerais.

No filme Tróia, são incluídos elementos da Odisséia, que é considerado um poema posterior à Ilíada e que narra as aventuras do herói Odisseu (Ulisses, segundo a tradição latina) em seu retorno da Guerra de Tróia para sua cidade, Ítaca.



Escrito por Adriano Medeiros às 11:40:06 AM
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Na Odisséia, personagens que teriam vivido a Guerra de Tróia ao lado de Odisseu rememoram os episódios passados para os mais diversos públicos. Uma das passagens da Odisséia é a história do cavalo de Tróia, em que os heróis gregos, liderados por Odisseu, constroem um grande cavalo de madeira e o deixam como oferenda aos troianos, em sinal de uma suposta capitulação aos combates. No entanto, guerreiros gregos liderados por Odisseu se escondem no cavalo e, na noite após o cavalo ser levada para dentro dos muros de Tróia, deixam a estrutura de madeira e conseguem abrir os portões da cidade para que as tropas gregas a destruam. Esse trecho da Odisséia é também reproduzido pelo filme estrelado por Brad Pitt, que vive justamente Aquiles na história.

"O filme, pelo que vi, vai contar a história toda. Não vai fazer aquilo que Aristóteles aconselhava: que a ação deve ser una, tem de fazer uma ação concentrada, não adianta querer contar tudo, porque, aí, você não vai conseguir contar bem nada. Mas pelo que vi, o filme vai contar tudo, desde o rapto de Helena até a destruição de Tróia", diz André Malta Campos, professor de Grego Antigo da FFLCH- USP (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo).

Além da aglutinação de histórias contadas nos dois poemas, o filme inclui ainda cenas editadas com "liberdade poética" que não são narradas por Homero. Há também uma grande influência da literatura posterior a Homero que desenvolve e dá seqüência a histórias e mitos inicialmente apresentados pelo autor.

"Isso (a livre adaptação de obras literárias) é muito comum no cinema. Eu acho que ele (o filme Tróia) vai ter um grande apelo de público, principalmente por causa do Brad Pitt, que faz Aquiles. Por exemplo, minha filha que tem um interesse cultural muito diferente do meu e que desde pequena sempre ouviu as histórias gregas, e nem por isso se interessou muito pelos gregos, como acontece em todas as famílias, já me falou desse filme por causa do herói. Os americanos têm uma tendência para não serem muito fiéis às histórias. Acho que eles têm mais um objetivo comercial", explica Filomena Hirata, professora de Letras Clássicas e Vernáculas da FFLCH-USP.

"Mas eu acho que o cinema tem trazido boas reproduções dos mitos antigos. Pelo menos dentro daquilo que eu pude ver: Electra, de (Michael) Cacoyannis, nos anos 60; a Ifigênia, também do Cacoyannis, mais recentemente; até uma versão de As Troianas, também do Cacoyannis, com atrizes americanas. Eu acho que há exemplos marcantes. O cinema tem feito, pelo menos, muito boas apresentações daquilo que são as tragédias gregas. Então eu acho que o cinema faz isso com sucesso... No geral eu gosto muito do que o cinema faz", diz a professora.

FONTE: http://www.adorocinema.com/filmes/troia/

http://www.universia.com.br/cultura+/materia.jsp?materia=4029



Escrito por Adriano Medeiros às 11:39:51 AM
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O grande ditador  Título Original: The Great Dictator; EUA/1940. Gênero: Comédia, Duração: 128 min. Direção: Charles Chaplin. Elenco: Charles Chaplin...Adenoid Hynkel; Jack Oakie...Napaloni.
Chaplin afrontou com O Grande Ditador uma nova etapa da história do cinema, a da chegada do som. Sem abusar do diálogo e utilizando muitas técnicas próprias do cinema mudo, do qual sempre participou e defendeu, Chaplin lançou-se mais uma vez contra a enlouquecida sociedade moderna, fazendo uma crítica mordaz em que caricaturiza a ânsia de Hynkel, alter-ego de Hitler, de cujos exaltados discursos, Chaplin realiza em memorável imitação. Já o humano Carlitos é, nesse filme, um barbeiro judeu que sofre de amnésia, enfrentando tropas de choque e perseguição religiosa, ainda que continue a ser o indeciso e distraído personagem de sempre e que, por acaso, se converte no herói da trama. O climax clássico deste filme é o celebre discurso final, um libelo ao triunfo da razão sobre o militarismo.

Em 1939, a Alemanha, liderada pelo ditador nazista Adolf Hitler, invade a Polônia desencadeando o início da Segunda Guerra Mundial.

Os soldados e o povo alemão, estavam como hipnotizados com a idéia de um mundo melhor e mais puro com o desenvolvimento de uma raça superior e mais inteligentes: os arianos. O início dessa purificação planetária seria dada com a extinção do povo judeu, que por sinal circundava quase toda a Alemanha. A Polônia era um país onde a maioria da população era judia, e por questões também políticas e de ocupação de espaço geográfico estratégico, Hitler invade o país, mesmo tendo sido alertado de confronto com outros países como França e Inglaterra. Começava a guerra.

Do continente americano, pouco tempo depois, surge um filme criado por Charles Chaplin, O Grande Ditador, que não só satirizava o episódio mundial que estava ocorrendo, como também colocava uma pedra enorme de moral e lição de vida sobre os ideais dos lideres fascistas e nazistas que dominavam grande parte da Europa.

Em "O Grande Ditador", Chaplin vive dois personagens distintos: um barbeiro judeu, e um ditador louco que dominava tudo. O barbeiro vivia em uma cidadezinha judia pacata, e certo dia toda a cidade é invadida por tropas de soldados comandadas pelo ditador, espancando todas as pessoas que encontravam pelo caminho, fazendo com que a população começasse a viver escondida nas casas e nos becos. Muitas pessoas começaram a fugir da cidade buscando liberdade, e o barbeiro também tentou escapar. Como o Ditador havia desaparecido durante uma pescaria, e devido a enorme semelhança entre o barbeiro e o ditador, o barbeiro foi confundido com o ditador, sendo ele levado a fazer um discurso perante suas tropas e toda a população do país que iriam escutá-lo através das estações de rádio. No seu discurso o barbeiro "ditador" esbravejava palavras de liberdade e amizade entre os judeus e seus compatriotas.

Na época de seu lançamento, "O Grande Ditador" foi visto com olhares de despreso pelo público e críticos, que alegavam que Charles Chaplin era judeu, mas pouco tempo depois, esta obra foi considerada como a mais bela e inteligente já realizada por Chaplin.

Hitler, em uma invasão à União Soviética – que já havia sido alertada pela Inglaterra onde Hitler atacaria – perde diversas tropas de seu exército, e o final do "terceiro Reich" começa fazer a deteriorização da Alemanha que seria subjugada pelos países aliados ( França, Inglaterra, Estados Unidos e U.R.S.S. ). Hitler foge e suicida-se pouco depois.

Charles Chaplin venceu.

FONTE: http://memoriasdasegundaguerramundial.blogspot.com/2007/10/filme-o-grande-ditador-charles-chaplin.html

http://www.angelfire.com/mo/giulli/chaplin.html



Escrito por Adriano Medeiros às 11:39:24 AM
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Tempos Modernos (Modern Times, EUA 1936). direção: Charles Chaplin. Elenco: Charles Chaplin, Paulette Goddard, 87 min. preto e branco.

Trata-se do último filme mudo de Chaplin, que focaliza a vida urbana nos Estados Unidos nos anos 30, imediatamente após a crise de 1929, quando a depressão atingiu toda sociedade norte-americana, levando grande parte da população ao desemprego e à fome.
A figura central do filme é Carlitos, o personagem clássico de Chaplin, que ao conseguir emprego numa grande indústria, transforma-se em líder grevista conhecendo uma jovem, por quem se apaixona. O filme focaliza a vida do na sociedade industrial caracterizada pela produção com base no sistema de linha de montagem e especialização do trabalho. É uma crítica à "modernidade" e ao capitalismo representado pelo modelo de industrialização, onde o operário é engolido pelo poder do capital e perseguido por suas idéias "subversivas".
Em sua Segunda parte o filme trata das desigualdades entre a vida dos pobres e das camadas mais abastadas, sem representar contudo, diferenças nas perspectivas de vida de cada grupo. Mostra ainda que a mesma sociedade capitalista que explora o proletariado, alimenta todo conforto e diversão para burguesia. Cenas como a que Carlitos e a menina órfã conversam no jardim de uma casa, ou aquela em que Carlitos e sua namorada encontram-se numa loja de departamento, ilustram bem essas questões.
Se inicialmente o lançamento do filme chegou a dar prejuízo, mais tarde tornou-se um clássico na história do cinema. Chegou a ser proibido na Alemanha de Hilter e na Itália de Mussolini por ser considerado "socialista". Aliás, nesse aspecto Chaplin foi boicotado também em seu próprio país na época do "macartismo".
Juntamente com O Garoto e O Grande Ditador, Tempos Modernos está entre os filmes mais conhecidos do ator e diretor Charles Chaplin, sendo considerado um marco na história do cinema.
Em apenas três anos após a crise de 1929, a produção industrial norte-americana reduziu-se pela metade. A falência atingiu cerca de 130 mil estabelecimentos e 10 mil bancos. As mercadorias que não tinham compradores eram literalmente destruídas, ao mesmo tempo em que milhões de pessoas passavam fome. Em 1933 o país contava com 17 milhões de desempregados. Diante de tal realidade o governo presidido por H. Hoover, a quem os trabalhadores apelidaram de "presidente da fome", procurou auxiliar as grandes empresas capitalistas, representadas por industriais e banqueiros, nada fazendo contudo, para reduzir o grau de miséria das camadas populares. A luta de classes se radicalizou, crescendo a consciência política e organização do operariado, onde o Partido Comunista, apesar de pequeno, conseguiu mobilizar importantes setores da classe trabalhadora.
Nos primeiros anos da década de 30, a crise se refletia por todo mundo capitalista, contribuindo para o fortalecimento do nazifascismo europeu. Nos Estados Unidos em 1932 era eleito pelo Partido Democrático o presidente Franklin Delano Roosevelt, um hábil e flexível político que anunciou um "novo curso" na administração do país, o chamado New Deal. A prioridade do plano era recuperar a economia abalada pela crise combatendo seu principal problema social: o desemprego. Nesse sentido o Congresso norte-americano aprovou resoluções para recuperação da indústria nacional e da economia rural.



Escrito por Adriano Medeiros às 11:38:04 AM
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Através de uma maior intervenção sobre a economia, já que a crise era do modelo econômico liberal, o governo procurou estabelecer certo controle sobre a produção, com mecanismos como os "códigos de concorrência honrada", que estabeleciam quantidade a ser produzida, preço dos produtos e salários. A intenção era também evitar a manutenção de grandes excedentes agrícolas e industriais. Para combater o desemprego, foi reduzida a semana de trabalho e realizadas inúmeras obras públicas, que absorviam a mão-de-obra ociosa, recuperando paulatinamente os níveis de produção e consumo anteriores à crise. O movimento operário crescia consideravelmente e em seis anos, de 1934 a 1940, estiveram em greve mais de oito milhões de trabalhadores. Pressionado pela mobilização operária, o Congresso aprovou uma lei que reconhecia o direito de associação dos trabalhadores e de celebração de contratos coletivos de trabalho com os empresários.
Apesar do empresariado não ter concordado com o elevado grau de interferência do Estado em seus negócios, não se pode negar que essas medidas do New Deal de Roosevelt visavam salvar o próprio sistema capitalista, o que acabou possibilitando possibilitou sua reeleição em duas ocasiões.

Tempos Modernos é uma história sobre a indústria, a iniciativa privada e a  humanidade em busca da felicidade.(Charles Chaplin, em frase no início do filme).

O filme conta a história de um operário e uma jovem. O primeiro (Charles Chaplin) é um operário empregado de uma grande fábrica. Esse operário desempenha o trabalho repetitivo de apertar parafusos. De tanto apertar parafusos, o rapaz tem problemas de stress e, estafado, perde a razão de tal forma que pensa que deve apertar tudo o que se parece com parafusos, como os botões de uma blusa, por exemplo. Ele é despedido e , logo em seguida, internado em um hospital. Após ficar algum tempo internado, sai de lá recuperado, mas com a eterna ameaça de estafa que a vida moderna impõe: a correria diária, a poluição sonora, as confusões entre as pessoas, os congestionamentos, as multidões nas ruas, o desemprego, a fome, a miséria.



Escrito por Adriano Medeiros às 11:37:09 AM
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Logo que sai do hospital, se depara com a fábrica fechada. Ao passar pela rua, nota um pano vermelho caindo de um caminhão. Ao empunhar o pano na tentativa de devolvê-lo ao motorista do caminhão, atrai um grupo enorme de manifestantes que passava por ali. Por engano, a polícia o prende como líder comunista, simplesmente pelo fato de ele estar agitando um pano vermelho, parecido com uma bandeira, em frente a uma manifestação. Após passar um tempo preso, o operário é solto pela polícia por agradecimento, uma vez que ajudou na prisão de um traficante de cocaína que tentava fugir da prisão.

Nesse momento, surge a outra personagem do filme, "a moça – uma menina do cais que se recusa a passar fome". A jovem (Paulette Goddard), vivendo na miséria, tem de roubar alimentos para comer, pois, além disso, mora com as suas duas irmãs menores, seu pai está desempregado e as três são órfãs de mãe. O pai morre durante uma manifestação de desempregados e as duas pequenas são internadas em um orfanato. A moça foge para não ser internada e volta a roubar comida. Numa de suas investidas, ela conhece o operário: depois de roubar o pão de uma senhora, a polícia vai prendê-la e o operário assume a autoria do assalto. A polícia o prende , mas o solta em seguida após descobrir o engano. Quando vê a moça sendo presa, o operário arma um esquema para ser preso também: rouba comida em um restaurante. São colocados no mesmo camburão e, durante um acidente com o carro, os dois fogem e vão morar juntos.

O operário, nosso querido Carlitos, procura emprego e consegue um como segurança em uma loja de departamentos. Logo é despedido por não ter conseguido evitar um assalto e por dormir no serviço. No entanto, consegue emprego numa outra fábrica, consertando máquinas. Durante uma greve na fábrica, Carlitos é preso mais uma vez, agora por "desacato à autoridade policial". Alguns dias depois, ele é liberado e a jovem o espera na saída da prisão para levá-lo a nova casa – um barraco de madeira perto de um lago. A jovem consegue, então, emprego em um café com dançarina e arruma outro para Carlitos, só que como garçom/ cantor. Os dois são um sucesso, principalmente Carlitos que, durante uma improvisação de uma música, arranca milhares de aplausos dos presentes ao café.

Para estragar a festa, no entanto, surge novamente a polícia, desta vez com uma caderneta com os dados da moça e uma ordem para prender a jovem num orfanato. Carlitos e moça fogem e terão de começar tudo novamente...

FONTE: http://d10g0.sites.uol.com.br/resumodofilme.htm

http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=181



Escrito por Adriano Medeiros às 11:36:51 AM
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O mais Longo dos Dias 1962 Estados Unidos. Direção: Ken Annakin, Andrew Marton, Bernhard Wicki. Gênero: Ação/Drama/Guerra. Duração: 180 minutos. Elenco: John Wayne, Jeffrey Hunter, George Segal, Richard Burton, Roddy McDowall, Rod Steiger, Sean Connery, Richard Beymer.

O maior ataque que o mundo já viu, acontecido no dia 6 de junho, ficou conhecido como o Dia D e desbancou o domínio nazista na Europa. A ofensiva, que envolveu mais de 3 milhões de homens, foi uma das mais ousadas e sangrentas estratégias militares da era moderna e marcou o início do fim da Segunda Guerra Mundial. Vencedor dos Oscar de Fotografia em Preto e Branco e Efeitos Especiais, foi indicado ainda à outras três categorias: Filme, Montagem e Direção de Arte em Preto e Branco.

No dia seis de junho de 1944, chamado o Dia-D, o dia decisivo, os aliados ocidentais desembarcaram nas costas da França, dando início ao fim da II Guerra Mundial, começada cinco anos antes pela invasão nazista à Polônia. Simultaneamente ao desembarque do lado ocidental, no Leste da Europa, a URSS lançou uma poderosa ofensiva contra os nazistas, levando tudo de roldão. Onze meses depois a Alemanha nazista rendia-se para os vencedores. O Japão, aliado dos nazistas, a seguiu quatro meses depois. Em agosto de 1945, todas as ações militares haviam sido suspensas, terminara a maior e pior guerra que a humanidade jamais travara.

O maior desembarque de todos os tempos, no seis de junho de 1944, o Dia-D, deu-se a maior operação militar aeronaval da história. Naquela data, 155 mil homem dos exércitos dos Estados Unidos, Grã-Bretanha e Canadá, lançaram-se nas praias da Normandia, região da França atlântica, dando início à libertação européia do domínio nazista.

Transportados por uma frota de 14.200 barcos, protegida por 600 navios e milhares de aviões, asseguraram uma sólida cabeça-de-praia no litoral francês e dali partiram para expulsar os nazistas de Paris e, em seguida, marchar em direção à fronteira da Alemanha. Era o primórdio do colapso final do III Reich, o império que, segundo a propaganda nazista, deveriam durar mil anos.



Escrito por Adriano Medeiros às 11:36:28 AM
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Desde 1942, os soviéticos, que estavam sofrendo horrores para deter e fazer os nazistas recuarem da URSS, vinham clamando para que seus aliados ocidentais, os Estados Unidos e a Grã-Bretanha, abrissem um fronte no ocidente para aliviar a fortíssima pressão que o exército alemão exercia sobre o território russo. Desde que ocorrera a invasão do solo soviético em 22 de julho de 1941, a Wehrmacht havia conquistado imensas fatias do território russo, fazendo com que a sua linha ofensiva saísse da região de Leningrado, no Norte do país, se estendesse em direção a linha Moscou-Smolesk, chegando até o Cáucaso, a cadeia de montanhas bem ao sul da URSS.

Na madrugada daquele dia, foram lançados nas proximidades de Cherburgo uma leva de tropas pára-quedistas para dar proteção ao desembarque que ocorreria a seguir pela manhã. Às 6h30, milhares de pequenos barcos começaram a despejar os soldados: americanos nas praias de codinome "Utah" e "Omaha", ingleses e canadenses nas praias de "Juno", "Cold4" e "Sword". Apesar da forte resistência feita pelos nazistas, o elemento surpresa foi fundamental.

Houve indecisão no alto comando alemão nas primeiras horas e isso lhes foi fatal. O marechal von Rundstedt, comandante-geral das forças alemãs no Ocidente, acreditava ser possível expulsar os aliados de volta para o mar logo que eles desembarcassem, lançando mão das divisões panzer de reserva. Para o marechal Erwin Rommel, a grande estrela do exército alemão, ao contrário, os invasores não deviam nem chegar a pôr os pés no litoral. Para ele, a superioridade aérea dos americanos e ingleses impediria qualquer possibilidade das tropas alemãs de lançarem-se numa contra-ofensiva.

De fato, já no primeiro dia do desembarque na Normandia, os aliados conseguiram fixar-se firmemente no litoral, começando a avançar para o interior da península de Cherburgo. Simultaneamente, os soviéticos deram início a sua ofensiva de verão em toda a frente oriental; do Báltico, passando pela Bielorússia e Ucrânia, uma gigantesca massa de divisões russas esmagaram as defesas nazistas e chegou até as portas de Varsóvia, capital da Polônia, em apenas quarenta dias.

FONTE: http://www.cineplayers.com/filme.php?id=1135

http://educaterra.terra.com.br/voltaire/mundo/diad3.htm



Escrito por Adriano Medeiros às 11:35:37 AM
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A lista de Schindler – 1993 (EUA), direção: Steven Spielberg. duração: 195 min. gênero: Drama. Elenco: Liam Neeson , Ben Kingsley , Ralph Fiennes , Caroline Goodall , Jonathan Sagall.

A inusitada história de Oskar Schindler (Liam Neeson), um sujeito oportunista, sedutor, "armador", simpático, comerciante no mercado negro, mas, acima de tudo, um homem que se relacionava muito bem com o regime nazista, tanto que era membro do próprio Partido Nazista (o que não o impediu de ser preso algumas vezes, mas sempre o libertavam rapidamente, em razão dos seus contatos). No entanto, apesar dos seus defeitos, ele amava o ser humano e assim fez o impossível, a ponto de perder a sua fortuna mas conseguir salvar mais de mil judeus dos campos de concentração.

A Lista de Schindler conta a história verídica de Oskar Schindler, um homem de negócios que ao tentar fazer fortuna durante a 2ª Guerra Mundial explorando a mão de obra barata judaica, acabou sem nada, depois de ter salvo mais de mil judeus da morte durante o Holocausto.

No meio da imensidão de filmes sobre o Holocausto, um dos que mais se destaca é "A Lista de Schindler" de Steven Spielberg. Foi com esta obra, provavelmente a sua obra prima até agora, que este realizador norte-americano conseguiu finalmente convencer a Academia e levar para casa o Óscar. A verdade é que é virtualmente impossível não se gostar desta película e não nos sentirmos emocionados e tocados com a história do alemão que salvou centenas de judeus.

Spielberg arriscou e convenceu. O facto de ser a preto e branco consegue uma maior envolvência com o espectador, focando a sua atenção mais intensamente na história e nas personagens em si. Dá a tudo um aspecto mais real já que as únicas imagens que a maioria de nós tem dessa altura são também a preto e branco. Além disso, consegue assim chamar a atenção para determinados pormenores ou produzir uma impressão mais duradoura em quem vê, simplesmente adicionando cor nesses momentos. É óbvio que caso fosse completamente colorido, seria igualmente bom, mas este é um dos pormenores que faz com que não se consiga esquecer facilmente este filme.

Não sendo tão chocantemente realista como o mais recente "The Pianist" de Polanski, consegue mostrar toda a violência e horrores da guerra, a par de muita generosidade. Vimos um pouco do melhor e do pior do que o ser humano é capaz E ao contrário de alguns filmes de Spielberg em que as personagens tendem por vezes a ser demasiado lineares, tal não acontece aqui. Talvez a isso ajudem as boas interpretações de um elenco muito bem escolhido. Liam Neeson desempenha um Schindler contido mas com a dose certa de emoção na altura certa. Ralph Fiennes é um implacável oficial alemão com uma personalidade muito complexa. Ben Kingsley, o contabilista judeu, e todos os outros actores estão também muito bem.

A história que dá corpo a este filme, é sem dúvida apaixonante. Spielberg consegue contá-la de uma forma despida de melodramatismos excessivos ou inapropriados nos quais teria sido muito fácil cair. Constrói um filme cinematograficamente belíssimo, com uma conjungação de factores quase perfeita. Um "must have" na colecção de qualquer cinéfilo que se preze.

Vencedor de 7 Oscars e baseado no livro de Thomas Keneally o filme mostra a vida real e a trajetória do industrial tcheco Oskar Schindler.

Ao comprar em 1939 uma fábrica de esmaltados quase falida na Polônia dominada pela Alemanha de Hitler, Schindler usou suas boas relações com altos funcionários nazistas, para recrutar trabalhadores entre prisioneiros judeus do gueto da Cracóvia, passando a fornecer produtos para o exército alemão. Quando os nazistas iniciam a "solução final" (execução em massa dos judeus), Schindler intercede junto ao comandante Amon Goeth, subornando outros oficiais e garantindo tratamento diferenciado para seus operários, salvando-os dos campos de extermínio.

A derrota da Alemanha na Primeira Guerra Mundial (1914-18) e a humilhação a que fora submetida pelo Tratado de Versalhes, deixaram o país à beira da anarquia e da guerra civil. A República proclamada na cidade de Weimar foi dominada por setores moderados que não conseguiram combater a miséria e nem controlar os movimentos políticos de esquerda. Sob pressão dos militares e de grupos nacionalistas totalitários, como os nazistas, a República de Weimar vivia ameaçada. A situação do país agravou-se com a crise mundial de 1929 atingiu a economia que se recuperava desde 1923, radicalizando as oposições. A articulação entre monarquistas conservadores, setores militares e empresariado, facilitou a ascensão de Hitler ao cargo de chanceler em 30 de abril de 1933.



Escrito por Adriano Medeiros às 11:34:03 AM
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Alguns meses depois, Hitler estabeleceu um Estado totalitário, com um poderoso e disciplinado aparato paramilitar, destacando-se agrupamentos como as SA (sessões de assalto), e as SS (sessões de segurança), além da Gestapo, a temida polícia política do nazismo.

Caracterizado pelo monopartidarismo, anti-comunismo, anti-liberalismo e um nacionalismo histérico, o nazismo alemão também apresentou um forte componente racista anti-semita, que defendia o "direito" das raças superiores dominarem as raças inferiores. Identificado com o movimento comunista internacional ou com o liberalismo responsável pela grande depressão de 1929, o judeu passou a ser considerado o grande mal que assolava a Alemanha.

Cruelmente perseguidos e excluídos de várias atividades públicas, à partir de 1935 com as leis de Nuremberg, os judeus passavam à condição de cidadãos de segunda categoria, perdendo direitos civis como o direito de casarem-se com "arianos puros". Em 1938 as ações anti-semitas cresciam vertiginosamente. Espancamentos, humilhação de crianças em salas-de-aula, destruição de sinagogas e casas, e até a utilização de sinais identificadores, já faziam parte do cotidiano da Alemanha de Hitler. Em escala mais reduzida o racismo germânico, também estendeu seus crimes sobre outros povos como eslavos e ciganos, além da perseguição sobre homossexuais e deficientes físicos.

A propaganda nazista controlada por Goebbels, supervisionava a literatura, o cinema e sobretudo o rádio e a imprensa, como podemos perceber neste trecho extraído do jornal nazista Das Scwarze Korps .

"O que isto significa? Significa não somente a eliminação dos judeus da economia alemã -- eliminação que eles bem merecem por seus homicídios e pela excitação à guerra e aos assassinatos. Significa muito mais! Não podemos aceitar que um alemão viva sob o mesmo teto que um judeu, raça de assassinos, criminosos, inimigos mortais do povo alemão. Em conseqüência, os judeus devem ser caçados em nossas casas,em nossos quartéis, e devem ser alojados em ruas e casas onde vivam entre si, com o menor contato possível com os alemães. É necessário estigmatiza-los e proibi-los de possuir imóveis na Alemanha, pois é inconcebível que um alemão dependa de um proprietário judeu que ele alimenta pelo trabalho de suas mãos (â?¦). Nós nos encontraremos em face da dura necessidade de exterminar os guetos de judeus da mesma que temos o hábito de exterminar os criminosos no nosso Estado: pelo fogo e pelo gládio. O resultado será a desaparição efetiva e definitiva do judaísmo na Alemanha, sua destruição total."

Apesar desse texto ter sido publicado em 1938, o pior aconteceria somente durante a Segunda Guerra Mundial (1939-45), quando tem início a "solução final", que executou cerca de 6 milhões de judeus espalhados pelos vários campos de extermínio nos países europeus dominados pelo III Reich.

FONTE: http://www.adorocinema.com/filmes/lista-de-schindler/

http://pt.shvoong.com/internet-and-technologies/leisure-and-travel/692092-filme-lista-schindler/

http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=188



Escrito por Adriano Medeiros às 11:33:15 AM
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Mississipi em Chamas – 1988 (EUA). direção: Alan Parker. duração: 122 min. gênero: Drama. atores: Gene Hackman , Willem Dafoe , Frances McDormand , Brad Dourif , R. Lee Ermey.

Os lideres da KKK usavam roupas brancas e um capuz para esconder seus rostos, perceba que um rosto se esconde por detrás de um pano, sendo perceptível apenas pelos olhos, aparentes através de dois buracos, caprichosamente produzidos de forma a criar uma máscara branca.

Não é possível perceber, no entanto, que o lençol utilizado para criar essa máscara tinha a clara intenção de esconder os rostos de pessoas preconceituosas, que pregavam em seus encontros o ódio racial, a superioridade de um grupo humano sobre os demais (no contexto específico do filme, essa discriminação se refere aos negros, mas era extensiva aos hispânicos e a outras minorias) e incitavam a perseguição a todos aqueles que representassem os interesses dessas minorias e atentassem contra o poder dos brancos. Essas pessoas aparentavam ter tanta certeza em relação a seus pensamentos e posicionamentos político-ideológicos, entretanto não tinham sequer coragem para afirmar publicamente seu engajamento em grupos discriminatórios, como no caso, na infame KKK (Ku Klux Klan), protagonista de algumas das páginas mais tristes e lamentáveis da história dos Estados Unidos.

Ousavam desafiar as leis de seu país e legavam escolas, transporte público ou oportunidades de trabalho de pior condição aos negros. Em determinados casos, inconformados com situações em que eram colocados em desvantagem, queimavam igrejas, assassinavam famílias inteiras, enforcavam pessoas e deixavam cruzes em chamas no quintal de inocentes. Jamais conseguiam enfrentar as dificuldades com a inteligência, com a criatividade ou, ao menos, com um pouco de dignidade.

Tive a preocupação de disponibilizar o significado da palavra preconceito, de acordo com o conceituado Dicionário Aurélio, para que possamos perceber, com clareza, que essa palavra representa a falta de informação, o desconhecimento, o não aprofundamento no que tange a um conceito ou idéia. Representa, também, a aversão e a intolerância por pessoas diferentes (quanto à raça, religião, posicionamentos políticos).



Escrito por Adriano Medeiros às 11:32:52 AM
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Ao fazermos um cruzamento entre as duas definições de discriminação dadas pelo Dicionário Aurélio, chegamos a conclusão que pessoas ligadas a movimentos discriminatórios (como a KKK) são despreparadas, desinformadas e que, em vista de suas incapacidades não foram capazes de perceber que, acima de qualquer diferença de ordem racial, sexual, religiosa ou qualquer outra, somos seres humanos, capazes de realizar, de fraternizar, de produzir, de criar, de gerar vida e, entre tantas outras coisas, de amar.

Talvez esse seja o maior diferencial entre os racistas e todos aqueles que pregam em favor da vida, a capacidade de amar. Talvez, por isso, possamos nos considerar verdadeiramente humanos e aqueles que pregam qualquer discriminação ainda não tenham atingido essa possibilidade... Resta a nós ensinar-lhes e perdoar-lhes!

"Mississipi em Chamas" nos conta uma história verdadeira em que dois agentes do FBI, interpretados por Gene Hackman e Willem Dafoe, são enviados ao estado norte-americano do Mississipi para investigar o desaparecimento de três jovens engajados na luta pelos Direitos Civis (dois brancos e um negro).

São encarados com hostilidade pela comunidade local, inclusive pelas autoridades políticas e policiais, envolvidas nos desmandos que preservam e estimulam o preconceito. A comunidade negra local, por seu lado, acuada diante da possibilidade de sofrerem novas perseguições e de ocorrerem novas mortes depois do final das investigações, prefere ficar em silêncio, pouco se pronunciando sobre os desaparecimentos, mesmo quando sabe algo a respeito.

Ameaçados pela Ku Klux Klan, os agentes são obrigados a pedir reforços para poder continuar buscando depoimentos que possam levar-lhes aos jovens desaparecidos. Buscam e encontram pessoas corajosas e determinadas que podem ajudar a juntar todas as peças que levem a solução desse intrigante mistério.

"Mississipi em Chamas" foi indicado a vários prêmios nos Estados Unidos e no exterior, reacendeu o debate acerca da questão racial a partir de um caso solucionado em que os culpados não foram punidos pela justiça e nos permite reavaliar a questão dos Direitos Civis, não apenas nos Estados Unidos, mas também, em nosso país.

O filme foi indicado ao Oscar de melhor filme, diretor, ator, atriz coadjuvante, edição, som e fotografia. Foi agraciado com o prêmio de melhor fotografia. Além disso, teve Gene Hackman premiado com o Urso de Ouro no festival de Berlim e indicações da Academia Britânica e do Globo de Ouro.

Algum tempo depois do sucesso de "Mississipi em Chamas", foi lançado pela Warner Brothers o telefilme "Assassinato no Mississipi", que relata as ações dos três jovens que desapareceram no início do filme "Mississipi em Chamas" até o momento em que se inicia o thriller com Gene Hackman e Willem Dafoe.

 

FONTE: http://www.adorocinema.com/filmes/mississipi-em-chamas/

http://www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=72

 



Escrito por Adriano Medeiros às 11:32:14 AM
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JFK  A Pergunta Que Não Quer Calar   1991 (EUA). direção: Oliver Stone. duração: 189 min. gênero: Drama. atores: Kevin Costner , Kevin Bacon , Tommy Lee Jones , Laurie Metcalf , Gary Oldman.

Sem estar convencido do parecer final da Comissão Warren, que conclui ter sido o Presidente John F. Kennedy assassinado por uma única pessoa, o promotor Jim Garrison (Kevin Costner) tenta provar a existência de uma conspiração.

O poderoso filme de Oliver Stone sobre os tiros ouvidos em todo o mundo e o mistério que ainda os rodeia, é uma da mais provocativas obras do nosso tempo.

Além do estrondoso sucesso alcançado nas salas de cinema e das excelentes críticas e prémios que averbou, teve nos E.U.A. um papel preponderante no debate nacional que levou à revelação dos documentos confidenciais sobre o assassinato de JFK (Assassination Materials Disclosure Act).

John Fitzgerald Kennedy, 35º presidente americano, foi morto a tiros em Dallas, no Texas, às 12h30 de 22 de novembro de 1963 – e estes são os únicos fatos sobre o assassinato dos quais ninguém discorda. A Comissão Warren, responsável pela investigação, apressadamente apontou Lee Harvey Oswald como autor solitário do crime, o que só fez aumentar as teorias da conspiração.

A viagem a Dallas era parte da pré-campanha pela reeleição de 1964. JFK e a primeira-dama, Jacqueline, chegaram ao aeroporto às 11h40. De lá, seguiram em carreata para o centro da cidade – um reduto republicano, que não contribuíra para a vitória do democrata Kennedy em 1960. O governador local, John Connally, e o vice-presidente, Lyndon Johnson, integravam a comitiva. No carro, a esposa do governador, Nellie, observou o grande público e disse: “Senhor presidente, não se pode mais falar que Dallas não o ama”. Ele respondeu: “Me parece bastante óbvio”. Logo depois, o alfaiate Abraham Zapruder registrou o assassinato com uma câmera de 8 milímetros.

Imediatamente após os tiros, o agente Roy Kellerman, do serviço secreto, exigiu que o chefe de polícia local, Jesse Curry, liberasse o trânsito nos 6,5 quilômetros que separavam o local do atentado até o Parkland Hospital. Outro agente subiu no porta-malas para colocar Jackie de volta a seu assento e proteger o casal.

Kennedy chega ao hospital e é atendido por uma equipe médica que já havia sido avisada pelo Departamento de Polícia. Ele não apresenta sinais de pulsação.

Além do ferimento na cabeça, os médicos acham mais um, com menos de 1 cm, na parte inferior do pescoço – na pressa, não percebem que há outro buraco nas costas.

A equipe insere um tubo pela garganta para facilitar a respiração. Nenhuma das medidas dá resultado e a atividade cardíaca cessa completamente.

Kennedy é declarado morto. Lyndon Johnson é levado ao avião presidencial. É lá que, às 14h38, ele fará o juramento como 36º presidente americano.



Escrito por Adriano Medeiros às 11:30:15 AM
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John Connally

A primeira bala que atingiu Kennedy teria sido a mesma que perfurou o tórax, o punho e a perna do governador do Texas. Connally conseguiu se virar para olhar JFK antes de se deitar sobre o peito da esposa. No hospital, foi submetido a uma cirurgia de emergência e sobreviveu.

Jacqueline Kennedy

Boa parte do público texano estava lá só por causa da bela primeira-dama. Jackie viu a cabeça de Kennedy explodir a centímetros de seu rosto e, em pânico, saltou engatinhando sobre o porta-malas. No vídeo de Zapruder, ela parece tentar resgatar um pedaço do crânio do marido.

Lee Harvey Oswald

Ex-fuzileiro naval e comunista, Lee tinha 24 anos e trabalhava no sexto andar do Depósito de Livros Didáticos do Texas. De lá teria disparado, em seis segundos, três tiros com um rifle Mannlicher-Carcano comprado pelo correio. Foi preso às 13h45 e assassinado dois dias depois.

Três tiros e muitas dúvidas

A Bala Mágica

O segundo tiro é uma das perguntas sem resposta sobre o atentado. O projétil teria entrado pelas costas de Kennedy, atravessando uma vértebra e sua garganta. A seguir, teria acertado o governador Connally, sentado no banco dianteiro, no ombro e na munheca, até se alojar em sua perna esquerda. A bala supostamente responsável pelos ferimentos, chamada de“evidência 399”, está quase em perfeito estado, apesar dos impactos que teria sofrido.

Há quem acredite que havia outro atirador atrás de uma cerca. Vídeos do dia do atentado mostram vultos e fumaça no local e bitucas de cigarro foram encontradas lá. A idéia é reforçada pela trajetória improvável da “bala mágica” e pelo movimento de Kennedy ao ser atingido pela segunda vez: sua cabeça vai para trás e para a esquerda – uma bala disparada por Oswald teria vindo por trás e projetado sua cabeça para a frente.

FONTE: http://www.adorocinema.com/filmes/jfk

http://cinema.sapo.pt/filme/jfk/detalhes

http://historia.abril.com.br/politica/morte-john-kennedy-434715.shtml



Escrito por Adriano Medeiros às 11:29:31 AM
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O Resgate do Soldado Ryan –1998 (EUA). direção: Steven Spielberg. duração: 168 min. gênero: Guerra. Elenco:Tom Hanks , Tom Sizemore , Edward Burns , Barry Pepper , Adam Goldberg

Dia 6 de Junho de 1944, o famoso "Dia D", o Capitão John Miller (Tom Hanks) tem a missão de desembarcar na praia de Omaha e livrá-la dos alemães para que as tropas aliadas possam usá-la como ponto de entrada para a guerra. Depois de muitas mortes, John Miller consegue tomá-la, mas não sem perder quase todo seu pelotão, do qual só restaram seis soldados : Soldado Reibben (Edward Burns), Sargento Horvath (Tom Sizemore), Soldado Caparzo (Vin Diesesl), Soldado Mellish (Adam Goldberg), Soldado Jackson (Barry Pepper), Médico Wade (Giovanni Ribisi).

Ao mesmo tempo nos EUA – Um a secretária percebe nos papéis de baixas de guerra que o sobrenome Ryan se repetia 3 vezes, logo encaminhou a papelada ao Chefe deo Estado Maior, este lendo uma carta de Abrahan Lincon diz que vai salvar o quarto membro da família, e trazê-lo de volta, mesmo sem saber se este ainda está vivo.

A missão é entregue ao Capitão John Miller, como recompensa se conseguirem resgatar o Soldado James Ryan (Matt Damon) ele e seu pelotão ganham o direito de retornar à casa. Para isso Capitão John Miller recruta o Cabo Upham (Jeremy Davies), pois este era um ótimo tradutor, mas não tinha experiência em combates.

No caminho o pelotão começa a questionar se é justo arriscar oito vidas, para salvar apenas uma, Cap. Miller diz que se fosse preciso isso para voltar para casa ele o fará.

De cidade em cidade o pelotão vai passando e procurando Ryan, sem muita sorte, durante o caminho, acontecem baixas, o Soldado Carpazo e o Médico Wade morrem em lutas, essas baixas levam o pelotão a brigar entre si questionando o se é justo o preço de uma vida.

Dias depois o pelotão se encontra com Ryan, ele estava defendendo uma ponte (coisa preciosa numa guerra), Capitão John Miller dá a notícia de que Ryan já perdera os 3 irmãos na guerra e que lhe foi incubida a missão de levá-lo para casa, Ryan não aceita e diz que quer continuar.

Depois de muito se discutir, Capitão John Miller decide que o peltão dele vai se unir a outro para emboscar os alemães que se aproximavam, o único problema é que eles contavam com pouca artilharia pesada e os inimigos que se aproximavam pareciam vir munidos de tanques.



Escrito por Adriano Medeiros às 11:29:03 AM
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Então começa a corrida contra o tempo, a única vantagem que Miller e seu pelotão tem, é de estar no meio de uma cidade em ruínas, ele decide aproveitar e armar armadilhas preparando assim uma emboscada para os alemães que se aproximavam. Depois de armadas todos à postos, Jackson dá o sinal do alto da torre, eles são em 30 a 50 e ainda dois tanques, nesse momento todos se desesperam, mas nada de desistir, todos vão para seus lugares e a batalha começa, muitos alemães tombam perante a emboscada armada por Miller mas os que sobram ainda são muito e com poder de fogo alto, uma MD-11 aparece no meio dos alemães e faz a diferença, Miller e seus soldados começam a recuar, Jackson morre, depois Mellish morre e Upham com medo não fez nada para ajudá-lo em seguida quem tomba é sargento Horvart, acuados e do outro lado da ponte para que essa seja explodida Miller é baleado e não consegue detonara ponte, um tanque vem em sua direção, ele vai ser atropelado, quando do céu seurgem bombardeiros americanos que vem em seu resgate, logo tudo é resolvido, mas a que preço?

Internacionalmente aclamado pela crítica e pelo público, O Resgate do Soldado Ryan de Steven Spielberg é um filme que conta com uma inesquecível realização e que produziu um profundo e contínuo impacto em todo o mundo. Vencedor de cinco Oscares da Academia, incluindo Melhor Realizador, o filme arrecadou ainda os Oscares de Melhor Fotografia, Melhor Montagem, Melhor Som e Melhores Efeitos Sonoros. Mais de 70 críticos (incluindo os das Time, USA Today, The New York Times e Entertainment Weekly) e grupos de críticos em Nova Iorque, Chicago, Dallas-Ft. Worth e Grã-Bretanha nomearam-no como o Melhor Filme do Ano, enquanto que Los Angeles, Toronto e a Broadcast Film Critics distinguiram-no com ambos, Melhor Filme e Melhor Realizador... Visto através dos olhos de um pelotão de soldados americanos que desembarcam numa praia, a história começa com a célebre invasão do Dia D, durante a II Guerra Mundial, em que um grupo de homens terá uma missão muito especial e perigosa. O Capitão John Miller (Tom Hanks) tem de levar os seus homens para trás da linha inimiga com a finalidade de resgatar o Soldado Ryan, cujos três irmãos foram mortos em combate. Encarando esta missão como impossível, os homens questionam as suas ordens. Porque estão oito homens a arriscar as suas vidas para salvar uma única? Rodeados pela brutal realidade da guerra, cada homem procura a sua própria resposta - e a força para triunfar com honra, decência e coragem, num futuro que é incerto.

FONTE: http://www.blueplanetdvd.com/app/cliapp/ItemTitle/Info.tea?parId=958

http://www.webcine.com.br/filmessi/ryan.htm



Escrito por Adriano Medeiros às 11:28:27 AM
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Fahrenheit 11 de Setembro – 2004 (EUA). direção: Michael Moore. atores: Michael Moore. duração: 116 min. gênero: Documentário.

O diretor Michael Moore investiga como os Estados Unidos se tornaram alvo de terroristas, a partir dos eventos ocorridos no atentado de 11 de setembro de 2001. Os paralelos entre as duas gerações da família Bush que já comandaram o país e ainda as relações entre o atual Presidente americano, George W. Bush, e Osama Bin Laden.

"Fahrenheit 11 de setembro" é uma dura análise da administração do governo Bush após os trágicos eventos de 11 de setembro, feita pelo cineasta ganhador do Oscar Michael Moore. Com seu humor característico e obstinado compromisso de revelar os fatos, Moore contempla a presidência de George W. Bush e onde ela está nos levando. Ele olha como - e porque - Bush e seus conhecidos evitaram associar o 11 de setembro aos Sauditas, ignorando o fato de que 15 dos 19 seqüestradores eram Sauditas e de que foi dinheiro saudita que fundou a Al Qaeda.

"Fahrenheit 11 de setembro" mostra uma nação mantida em medo constante por alertas do FBI e passiva diante de uma nova legislação, o "Patriot Act" (ato patriótico), que infringe direitos civis básicos. É nesta atmosfera de confusão, suspeita e terror que a administração Bush fez sua abrupta guerra rumo ao Iraque - e "Fahrenheit 11 de setembro" nos leva dentro desta guerra, para contar histórias exclusivas, ilustrando o cruel custo de vidas de soldados norte-americanos e de suas famílias.

FONTE: http://www.adorocinema.com/filmes/fahrenheit-11-de-setembro

http://www.cinepop.com.br/filmes/fahrenheit.htm



Escrito por Adriano Medeiros às 11:28:04 AM
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As Torres Gêmeas  2006 (EUA). direção: Oliver Stone. duração: 129 min. gênero: Drama. atores: Nicolas Cage (John McLoughlin) Michael Pena , Maggie Gyllenhaal (Allison Jimeno) Maria Bello , Connor Paolo , Stephen Dorff , Frank Whaley.

11 de setembro de 2001. Will Jimeno (Michael Pena), integrante do Departamento da Polícia Portuária, parte para mais um dia de trabalho. O sargento John McLoughlin (Nicolas Cage), veterano do Departamento, já estava acordado há algumas horas, em decorrência de sua ronda diária de uma hora e meia até a cidade. Jimeno, McLoughlin e seus colegas partem para o centro de Manhattan, como se fosse um dia qualquer. Até que um ataque terrorista ao World Trade Center muda completamente a situação, fazendo com que toda a equipe do Departamento seja convocada com urgência ao local do ataque. A 1ª equipe a entrar na torre não-atingida é composta por 5 homens, entre eles Jimeno e McLoughlin. Porém enquanto eles estão dentro do prédio, tentando ajudar os sobreviventes da torre em chamas, um 2º ataque terrorista atinge o World Trade Center, exatamente no prédio que ainda não tinha sido atingido.

O drama acompanha os policiais John McLoughlin (Nicolas Cage) e Will Jimeno (Michael Pena). Na manhã dos atentados de 11 de setembro, eles ficaram presos sob os escombros. Ao mesmo tempo em que mostra o drama vivido pela dupla em meio aos escombros, o filme também mostra a expectativa vivida pelos familiares cujos parentes estão desaparecidos, especialmente das esposas dos protagonistas, Donna McLoughlin (Maria Bello) e Allison Jimeno (Maggie Gyllenhaal).

11 de setembro de 2001. Will Jimeno (Michael Pena), integrante do Departamento da Polícia Portuária, parte para mais um dia de trabalho. O sargento John McLoughlin (Nicolas Cage), veterano do Departamento, já estava acordado há algumas horas, em decorrência de sua ronda diária de uma hora e meia até a cidade. Jimeno, McLoughlin e seus colegas partem para o centro de Manhattan, como se fosse um dia qualquer. Até que um ataque terrorista ao World Trade Center muda completamente a situação, fazendo com que toda a equipe do Departamento seja convocada com urgência ao local do ataque. A 1ª equipe a entrar na torre não-atingida é composta por 5 homens, entre eles Jimeno e McLoughlin. Porém enquanto eles estão dentro do prédio, tentando ajudar os sobreviventes da torre em chamas, um 2º ataque terrorista atinge o World Trade Center, exatamente no prédio que ainda não tinha sido atingido.



Escrito por Adriano Medeiros às 11:27:01 AM
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Oliver Stone pensou em escalar Kevin Costner para intepretar o sargento John McLoughlin, com quem já havia trabalhado anteriormente em JFK - A Pergunta Que Não Quer Calar (1991). A idéia não foi aceita pela Paramount Pictures, que temia que a parceria fizesse com que uma teoria conspiratória sobre os atentados fosse usada pelo diretor no filme.

Hilary Swank esteve ligada a As Torres Gêmeas no período em que Kevin Costner esteve cotado para protagonizar o filme. Ela interpretaria Donna McLoughlin, mas decidiu deixar o projeto pouco após o veto da Paramount a Costner.

Andrea Berloff declarou que escreveu o roteiro de As Torres Gêmeas pensando em Mel Gibson como intérprete ideal de John McLoughlin. A idéia agradava ao próprio Gibson, que elogiou muito o roteiro, e também à Paramount, pelo apelo comercial do ator. Entretanto Gibson não aceitou o projeto para poder dirigir Apocalypto (2006).

George Clooney foi convidado a interpretar John McLoughlin, mas recusou o papel.

John Travolta esteve em negociações com a Paramount para interpretar John McLoughlin, mas recusou o papel por considerá-lo parecido com o que havia interpretado em Brigada 49 (2004). Foi o próprio Travolta quem indicou a contratação de Nicolas Cage, com quem havia trabalhado em A Outra Face (1997).

Nicolas Cage foi o 1º ator a ler o roteiro escrito por Andrea Berloff para As Torres Gêmeas. Isto porque os produtores Michael Shamberg e Stacey Sher deixaram o roteiro com a Creative Artists Agency, que o repassou a Oliver Stone e ao próprio ator.

A contratação de Michael Pena para interpretar William Jimeno ocorreu por sugestão da atriz Maggie Gyllenhaal, que ficou impressionada com seu desempenho em Crash - No Limite (2004).

Nicolas Cage buscou adquirir o sotaque novaiorquino para interpretar John McLoughlin, durante sua preparação para as filmagens. O ator também passou horas em um tanque na California, na intenção de capturar o medo e a claustrofobia sofridas pelo personagem durante o filme.

Como parte de sua preparação para o personagem, Michael Pena se mudou temporariamente para a casa do verdadeiro William Jimeno em Nova Jersey.

O diretor Oliver Stone utilizou vários cadastrados no site www.policeactors.com, que interpretaram policiais em As Torres Gêmeas. Todos os integrantes do site estão na ativa ou são aposentados do serviço policial, sendo também membros da Screen Actors Guild, a associação de atores dos Estados Unidos.

Três semanas antes do lançamento de As Torres Gêmeas nos Estados Unidos o produtor Michael Shamberg e o diretor Oliver Stone realizaram exibições fechadas do filme para bombeiros e oficiais do Departamento da Polícia Portuária, que arriscaram suas vidas no World Trade Center. O orçamento de As Torres Gêmeas foi de US$ 63 milhões.

 

FONTE: http://www.adorocinema.com/filmes/torres-gemeas

http://www.interfilmes.com/filme_16100_As.Torres.Gemeas-(World.Trade.Center).html

http://www.mauavirtual.com.br/cinema_verfilme.asp?id=356



Escrito por Adriano Medeiros às 11:26:19 AM
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A Paixão de Cristo – 2004 (EUA). direção: Mel Gibson. duração: 126 min. gênero: Drama. atores: James Caviezel , Maia Morgenstern , Monica Bellucci , Hristo Jivkov , Hristo Shopov.

As últimas 12 horas da vida de Jesus de Nazaré (James Caviezel). No meio da noite, Jesus é traído por Judas (Luca Lionello) e é preso por soldados no Monte das Oliveiras, sob o comando de religiosos hebreus, que eram liderados por Caifás (Matti Sbraglia). Após ser severamente espancado pelos seus captores, Jesus é entregue para o governador romano na Judéia, Poncio Pilatos (Hristo Shopov), pois só ele poderia ordenar a pena de morte para Jesus. Pilatos não entende o que aquele homem possa ter feito de tão horrível para pedirem a pena máxima e eram os hebreus que pediam isto. Pilatos tenta passar a decisão para Herodes (Luca de Domenicis), governador da Galiléia, pois Jesus era de lá. Herodes também não encontra nada que incrimine Jesus e o assunto volta para Pilatos, que vai perdendo o controle da situação enquanto boa parte da população pede que Jesus seja crucificado. Tentando acalmar o povo e a província, que detesta, Pilatos vai cedendo sob os olhares incriminadores de Claudia (Claudia Gerini), sua mulher, que considera Jesus um santo.

Por volta do ano 30 D.C, um obscuro carpinteiro judeu chamado Jesus de Nazaré começou a pregar em público e a proclamar, na província romana da Palestina, a vinda de um "Reino de Deus". Durante séculos, o povo judeu esperava a vinda prometida de um redentor conhecido como o Messias - um personagem que restauraria a sua antiga dignidade e que libertaria a sua pátria sagrada de todos os males e desesperos. Muitos acharam que Jesus era esse Messias. Além de doze discípulos que constituiam seu grupo mais íntimo, Jesus começou a atrair um grande séquito proveniente das classes populares da Galiléia e Judéia, que o aclamaram como seu Messias e rei. Entretanto, Jesus tinha também numerosos inimigos em Jerusalém. O Sinédrio, um órgão executivo composto dos principais sacerdotes judeus e de membros do grupo dos fariseus, conspiravam para matá-lo.

Com a ajuda de Judas Iscariotes, um membro do círculo mais íntimo de Jesus, o Sinédrio conseguiu prender Jesus, entregando-o para as autoridades civis romanas com a acusação insubstanciada de traição contra Roma. Apesar de Jesus afirmar consistentemente que seu Reino era um do tipo celestial e espiritual, o procurador Romano Pôncio Pilatos, temendo a possibilidade de uma revolta popular, ordenou que Jesus fosse levado para fora da cidade e crucificado como um criminoso comum.

Depois do sucesso mundial de bilheteira em todo o mundo, com uma receita acumulada de 375 milhões US$ nos E.U.A, superando assim todas as expectativas, o filme A Paixão de Cristo entrou directamente para o Top 10 dos filmes mais vistos de sempre em Portugal.

Com mais de 800.000 espectadores nas salas de cinema portuguesas, o filme A Paixão de Cristo tornou-se o maior fenómeno cinematográfico do ano, ocupando a primeira posição no Top de filmes exibidos este ano em Portugal.

Todo este sucesso está intimamente ligado à polémica gerada em torno do filme, em parte devido ao realismo sem compromissos com que o realizador vencedor do Oscar® da Academia Mel Gibson abordou o sensível tema das últimas doze horas da vida de Cristo, através de um testemunho emocionalmente arrebatador.

Para tal, Mel Gibson recorreu a uma fantástica equipa técnica, entre os talentos incluídos nesta produção estão, as quatro vezes nomeadas para os Oscares® da Academia Caleb Deschanel como director de fotografia, o premiado designer de produção Francesco Frigeri, o nomeado duas vezes para os Oscares® da Academia Maurizio Millenotti, como responsável pelos figurinos, a equipa de efeitos especiais de maquiagem de Keith Vanderlann e Greg Cannom, que já venceu dois Oscares® e o nomeado duas vezes para os Oscares® John Wright como responsável pela montagem.

FONTE: http://www.adorocinema.com/filmes/paixao-de-cristo

http://www.dvdpt.com/a/a_paixao_de_cristo.php

http://www.webcine.com.br/filmessi/passionc.htm



Escrito por Adriano Medeiros às 11:25:41 AM
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Visões lançamento: 2003 (Espanha) (EUA) (Inglaterra). direção: Christopher Hampton. duração: 107 min. gênero: Drama. atores: Antonio Banderas , Emma Thompson , Horacio Flash , Kuno Becker , Rubén Blades.

Em plena ditadura militar na Argentina na década de 70, Carlos Rueda (Antonio Banderas) é um diretor de teatro infantil que tenta levar uma vida tranquila com sua família. Porém sua vida muda radicalmente quando sua esposa, Cecilia (Emma Thompson), que é jornalista, escreve uma matéria sobre o desaparecimento de crianças. Após a publicação da matéria, a própria Cecilia some. É quando Carlos, que parte em seu encalço, descobre que possui um dom para encontrar pessoas desaparecidas, decidindo usá-lo para encontrar sua esposa e também para ajudar outras pessoas que estão em situação semelhante à dele.

Buenos Aires, 1976. A jornalista Cecília é brutalmente arrancada de sua casa, por agentes da ditadura militar. Perto dali, seu marido Carlos, diretor de uma companhia de teatro, parece pressentir a tragédia. Começa o pesadelo. Aos poucos, ele percebe que tem a capacidade de ver o que aconteceu com outros presos políticos de seu país. A notícia se espalha e sua casa se torna um centro de peregrinação de parentes e amigos desesperados em busca de notícias de seus entes queridos. Agora, Carlos terá de decidir se continua em sua jornada humanitária, que o faz sofrer tanto quanto os próprios torturados, ou se nega o seu dom e tenta prosseguir normalmente com sua vida.



Escrito por Adriano Medeiros às 11:24:39 AM
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Ditadura Argentina

Violência e repressão neste período sangrento da história argentina

   O movimento que levou a uma ditadura militar na Argentina se autodenominava “Revolução Argentina” e realizou um golpe de Estado contra o então presidente Arturo Illia, no dia 28 de junho de 1966. Há algo peculiar na ditadura Argentina que é o fato de que em nenhum momento os revolucionários indicaram o seu movimento como passageiro, pelo contrário, desde o início do movimento, os seus participantes indicaram a intenção de estabelecer um novo sistema ditatorial de tipo permanente, denominado “Estado Burocrático Autoritário” (EBA).

   A alta animosidade política e social gerada durante a “Revolução Argentina”, na verdade uma ditadura militar, e as lutas entre os diversos setores militares produziram dois golpes internos, sucedendo-se no poder três ditadores militares: Juan Carlos Onganía (1966-1970), Marcelo Levingston (1970-1971) e Alejandro Agustín Lanusse (1971-1973). Perseguida por uma insurreição popular crescente e generalizada, a ditadura organizou uma saída eleitoral com participação do peronismo (apesar de impedir a candidatura de Juan Domingo Perón), em 1973. Nesta eleição posterior e ainda bastante influenciada pela ditadura militar, venceu o candidato peronista Héctor J. Cámpora, com 49,53% dos votos. Héctor renunciou pouco depois, de modo a permitir novas eleições livres, nas quais tPerón venceu com 62% dos votos.

   Vale ressaltar, que como aconteceu em vários outros países sul-americanos, o movimento da “Revolução Argentina”, liderado pelo General Videla, contava com amplo apoio da população em geral, do empresariado e da imprensa, que temiam a desorganização do governo de “Izabelita Perón”. O que se temia era que houvesse uma onda de terrorismo, como aconteceu em outros países. Com o objetivo declarado de evitar um possível crescimento do terrorismo, a ditadura militar Argentina lançou a doutrina de segurança nacional, que dividia o mundo de modo maniqueísta: de um lado, o acidente, o lado do bem; do outro, os comunistas, perigosos e cruéis.



Escrito por Adriano Medeiros às 11:24:04 AM
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Durante os anos de ditadura, a Argentina foi regida pelo Estatuto de la Revolución Argentina, colocado no mesmo nível jurídico que a Constituição Nacional. As expectativas de um prolongado governo dos militares golpista estavam refletidas em uma de suas mais repetidas frases, a que afirmava que a Revolução Argentina tem objetivos, mas não prazos. Neste período, proibiu-se os partidos políticos, assim como todo o tipo de participação política da cidadania; passou-se de forma quase permanente ao estado de sítio e viram cortados direitos sociais, civis e políticos.

Em 1972, o governo militar convocou eleições gerais ante as exigências dos ilegalizados partidos políticos, que em oposição à ditadura, haviam confeccionado e entrado em consenso num documento chamado La Hora Del Pueblo. Lanusse suspendeu a proibição ao partido Justicialista, mas manteve a proibição sobre Perón, ao elevar a quantidade de anos de residência necessários para ser eleito presidente, requesito que tirava Perón da disputa, já que este ficou 18 anos exilado na Espanha. Nestas primeiras eleições posteriores à ditadura militar, o candidato Héctor Cámpora venceu, mas com grande apoio do próprio Perón. Aliás, a frase publicitária mais comum daquele período era: ”Cámpora ao governo, Perón ao poder”.

Apesar de ter durado menos que a ditadura brasileira, a ditadura Argentina foi igualmente violenta. Estima-se que o governo ditatorial seqüestrou mais de 30 mil pessoas nos seus sete anos de poder. Além disso, a crueldade da repressão fez com que vários dos argentinos que lutavam contra o governo fugissem do país, foram mais de 2,4 milhões de fugitivos do sistema, cerca de 200 mil se abrigando no Brasil. Mesmo depois do fim da ditadura, a democracia Argentina ainda não conseguiu se equilibrar, e desde 1983 poucos presidente conseguiram chegar ao fim de seu mandato. Parte deste fato se deve a problemas políticos, mas uma outra parte se deve a inseguranças econômicas e sociais.

FONTE: http://www.adorocinema.com/filmes/visoes/

http://www.imeviolao.com.br/arte-cultura/populares/ditadura-militar-argentina.html



Escrito por Adriano Medeiros às 11:23:48 AM
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Cidade do Silêncio – lançamento: 2007 (EUA) (Inglaterra). direção: Greogry Nava. duração: 112 min. gênero: Drama. atores: Jennifer Lopez , Antonio Banderas , Kate del Castillo , John Norman , Irineo Alvarez.

Graças ao Tratado de Livre Comércio empresas do mundo inteiro montaram fábricas no México, na fronteira com os Estados Unidos. Com mão-de-obra barata e isenção de impostos, estas companhias fabricam produtos a baixo custo, que são vendidos nos Estados Unidos. Nas mais de mil fábricas de Juarez um televisor é fabricado a cada três segundos e um computador a cada sete. As fábricas contratam mulheres, que aceitam salários menores e reclamam menos dos expedientes longos e condições ruins de trabalho. Muitas fábricas operam 24 horas por dia. Muitas mulheres são atacadas a caminho do trabalho ou de casa, tarde da noite ou no início das manhãs. As companhias não garantem a segurança dos funcionários e várias mulheres foram mortas em Juarez. Com este quadro o editor-chefe do Chicago Sentinel, George Morgan (Martin Sheen), envia para lá a repórter Lauren Adrian (Jennifer Lopez), que não queria fazer a matéria e só concordou em ir pois, se fizer um bom trabalho, terá chance de ser correspondente estrangeira. Ao chegar entra em contato com um repórter com quem já trabalhou, Alfonso Diaz (Antonio Banderas), que agora é o editor de El Sol, um jornal que não aceita a "versão oficial" sobre as mortes que acontecem na região. Diaz diz para Lauren que 375 mortes é só mais uma mentira da polícia, pois na verdade quase 5 mil mulheres já morreram. A situação fica muito tensa quando uma jovem de 16 anos, Eva Jimenez (Maya Zapata), é atacada. Seus agressores pensavam que estava morta e agora ela pode testemunhar sobre quem tentou matá-la. Lauren faz tudo para protegê-la, inclusive da polícia, mas alguns não ligam a mínima para a situação de Eva e das mulheres de Juárez.

FONTE: http://www.adorocinema.com/filmes/cidade-do-silencio/



Escrito por Adriano Medeiros às 11:23:03 AM
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A História Oficial – 1985, Argentina. Gênero:  Drama. Duração: 113 minutos. Direção:  Luis Puenzo. Elenco: Héctor Alterio, Norma Aleandro.

Buenos Aires. Professora de história desconfia que a menina que adotou seja filha de desaparecida política vítima de repressão militar. O filme argentino mais premiado em todos os tempos.

Buenos Aires, 1983, Alicia Ibáñez (Norma Aleandro, melhor atriz em Cannes 1985), professora de história, burguesa, de vida frívola, constante e apegada às verdades transmitidas pela sua classe social começa a conhecer a realidade de seu país. A Argentina vivia sob a sombra das violações cometidas pela ditadura, um regime militar que entre mortos e desaparecidos destruiu centenas de famílias; a Guerra das Malvinas travada contra a Inglaterra fora um estopim para deflagrar manifestações de ruas, contundentes e cada vez maiores, para que os corpos ou paradeiros dos militantes fossem revelados. Nesse clima, Alicia reencontra Anna, uma antiga amiga que vivera longe do país, que torturada pelos militares nunca esqueceu os dias de agonia e os traumas do passado; no colégio os alunos a desafiam com fatos que revisionam a história; as avós da Praça de Maio e os grupos de apoio às famílias estão diariamente em passeatas exigindo a verdade.

Então, Alicia ao descobrir que as mães presas acusadas de subversão, grávidas ou com filhos pequenos, tiveram seus bebês retirados de suas mãos começa a desconfiar que sua menina de cinco anos, Gaby, possa ser uma dessas crianças vítimas da ditadura. Ao interpelar o marido Roberto, um alto funcionário de uma corporação, que enriquecera durante o severo regime militar, ele nega. Mas Alicia já não pode suportar as atrocidades e todas as abjeções praticadas em sua Argentina desconhecida por ela, até o momento que Gaby, frágil criatura, pode ser filha de uma prisioneira política. A verdade se torna para a professora de história uma obsessão. O marido que compactuou com o regime está mais preocupado com os negócios que podem levá-lo à falência (a relação de Roberto com o pai e o irmão não é de carinho, pois ambos são anarquistas que lutam e acreditam na livre expressão de ideias e liberdade política). Alicia vai tão fundo em sua cruzada que encontra Sara que pode ser a avó de Gaby. O mundo confortável, de preciosas aspirações burguesas e jantares pagos pelo dilaceramento da unidade nacional – que só é possível quando o respeito, a igualdade, a diferença, a liberdade e o direito político prevalecem – passam a ser apenas mentiras vis contadas por uma história que negou as barbáries do passado e pretendia a todo custo solapar as do presente.

“A História Oficial”, Oscar de melhor filme estrangeiro de 1985, provoca-nos um sentimento perturbador. O diretor Luis Puenzo de maneira soturna e veemente acompanha a travessia de uma mulher\mãe em busca da origem da filha, mesmo que isso significasse perder o seu maior amor no mundo, a pequena Gaby. As fraturas provocadas pela crueldade de um regime autoritário e facínora sempre pairarão como nuvens que nunca passarão: os traumas, as perdas, as torturas, os assassinatos, as delações nos lembrarão que devemos estar sempre alertas para evitar a supressão da liberdade e do exercício do livro pensamento. Um dos mais pungentes filmes políticos da cinematografia mundial, “A História Oficial” é um olhar firme na sombria face de um fantasma real: o fascismo.

FONTE: http://www.interfilmes.com/filme_18406_A.Historia.Oficial-(The.Official.Story).html

http://pt.shvoong.com/movies/1880997-hist%C3%B3ria-oficial/



Escrito por Adriano Medeiros às 11:21:57 AM
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Mandela - A Luta pela Liberdade – (Goodbye Bafana), 2007 (Bélgica) (França) (Alemanha) (Itália) (Luxemburgo) (África do Sul) (Inglaterra). direção: Bille August. duração: 140 min. gênero: Drama. atores: Joseph Fiennes , Dennis Haysbert , Diane Kruger , Shiloh Henderson , Patrick Lyster.

James Gregory (Joseph Fiennes) é um típico branco sul-africano, que enxerga os negros como seres inferiores, assim como a maioria da população branca que vivia na África do Sul sob o apartheid dos anos 60. Crescido no interior, ele fala bem o dialeto Xhosa. Exatamente por isso, não é um carcereiro comum: atua, na verdade, como espião do governo com a missão de repassar informações do grupo de Nelson Mandela (Dennis Haysbert) para o serviço de inteligência. Mas a convivência com Mandela cria um forte laço de amizade entre eles e o transforma em um defensor dos direitos negros na África do Sul.

A história real de Nelson Mandela, no período de 20 anos que ficou preso, contada através das memórias de um guarda de prisão racista que teve sua vida completamente alterada pela convivência com o líder da África do Sul.

Nelson Rolihlahla Mandela foi um líder rebelde e, posteriormente, presidente da África do Sul de 1994 a 1999. Principal representante do movimento anti-apartheid, considerado pelo povo um guerreiro em luta pela liberdade, era tido pelo governo sul-africano como um terrorista e passou quase três décadas na cadeia.
De etnia Xhosa, Mandela nasceu no pequeno vilarejo de Qunu, distrito de Umtata, na região do Transkei. Aos sete anos, Mandela tornou-se o primeiro membro da família a frequentar a escola, onde lhe foi dado o nome inglês "Nelson". Seu pai morreu logo depois, e Nelson seguiu para uma escola próxima ao palácio do Regente. Seguindo as tradições Xhosa, ele foi iniciado na sociedade aos 16 anos, seguindo para o Instituto Clarkebury, onde estudou cultura ocidental.



Escrito por Adriano Medeiros às 11:21:20 AM
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Em 1934, Mandela mudou-se para Fort Beaufort, cidade com escolas que recebiam a maior parte da realeza Thembu, e ali tomou interesse no boxe e nas corridas. Após se matricular, ele começou o curso para se tornar bacharel em direito na Universidade de Fort Hare, onde conheceu Oliver Tambo e iniciou uma longa amizade.
Ao final do primeiro ano, Mandela se envolveu com o movimento estudantil, num boicote contra as políticas universitárias, sendo expulso da universidade. Dali foi para Johanesburgo, onde terminou sua graduação na Universidade da África do Sul (UNISA) por correspondência. Continuou seus estudos de direito na Universidade de Witwatersrand.
Como jovem estudante do direito, Mandela se envolveu na oposição ao regime do apartheid, que negava aos negros (maioria da população), mestiços e indianos (uma expressiva colônia de imigrantes) direitos políticos, sociais e econômicos. Uniu-se ao Congresso Nacional Africano em 1942, e dois anos depois fundou com Walter Sisulu e Oliver Tambo, entre outros, a Liga Jovem do CNA.
Depois da eleição de 1948 dar a vitória aos afrikaners (Partido Nacional), que apoiavam a política de segregação racial, Mandela tornou-se mais ativo no CNA, tomando parte do Congresso do Povo (1955) que divulgou a Carta da Liberdade - documento contendo um programa fundamental para a causa anti-apartheid.
Comprometido de início apenas com atos não-violentos, Mandela e seus colegas aceitaram recorrer às armas após o massacre de Sharpeville, em março de 1960, quando a polícia sul-africana atirou em manifestantes negros, matando 69 pessoas e ferindo 180.
Em 1961, ele se tornou comandante do braço armado do CNA, o chamado Umkhonto we Sizwe ("Lança da Nação", ou MK), fundado por ele e outros. Mandela coordenou uma campanha de sabotagem contra alvos militares e do governo e viajou para a Argélia para treinamento paramilitar.



Escrito por Adriano Medeiros às 11:20:13 AM
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Em agosto de 1962 Nelson Mandela foi preso após informes da CIA à polícia sul-africana, sendo sentenciado a cinco anos de prisão por viajar ilegalmente ao exterior e incentivar greves. Em 1964 foi condenado a prisão perpétua por sabotagem (o que Mandela admitiu) e por conspirar para ajudar outros países a invadir a África do Sul (o que Mandela nega).
No decorrer dos 27 anos que ficou preso, Mandela se tornou de tal modo associado à oposição ao apartheid que o clamor "Libertem Nelson Mandela" se tornou o lema das campanhas anti-apartheid em vários países.
Durante os anos 1970, ele recusou uma revisão da pena e, em 1985, não aceitou a liberdade condicional em troca de não incentivar a luta armada. Mandela continuou na prisão até fevereiro de 1990, quando a campanha do CNA e a pressão internacional conseguiram que ele fosse libertado em 11 de fevereiro, aos 72 anos, por ordem do presidente Frederik Willem de Klerk.
Nelson Mandela e Frederik de Klerk dividiram o Prêmio Nobel da paz em 1993.
Como presidente do CNA (de julho de 1991 a dezembro de 1997) e primeiro presidente negro da África do Sul (de maio de 1994 a junho de 1999), Mandela comandou a transição do regime de minoria no comando, o apartheid, ganhando respeito internacional por sua luta em prol da reconciliação interna e externa.
Ele se casou três vezes. A primeira esposa de Mandela foi Evelyn Ntoko Mase, da qual se divorciou em 1957 após 13 anos de casamento. Depois casou-se com Winie Madikizela, e com ela ficou 38 anos, divorciando-se em 1996, com as divergências políticas entre o casal vindo a público. No seu 80º aniversário, Mandela casou-se com Graça Machel, viúva de Samora Machel, antigo presidente moçambicano.
Após o fim do mandato de presidente, em 1999, Mandela voltou-se para a causa de diversas organizações sociais e de direitos humanos. Ele recebeu muitas distinções no exterior, incluindo a Ordem de St. John, da rainha Elizabeth 2ª., a medalha presidencial da Liberdade, de George W. Bush, o Bharat Ratna (a distinção mais alta da Índia) e a Ordem do Canadá.
Em 2003, Mandela fez alguns pronunciamentos atacando a política externa do presidente norte-americano Bush. Ao mesmo tempo, ele anunciou seu apoio à campanha de arrecadação de fundos contra a AIDS chamada "46664" - seu número na época em que esteve na prisão.
Em junho de 2004, aos 85 anos, Mandela anunciou que se retiraria da vida pública. Fez uma exceção, no entanto, por seu compromisso em lutar contra a AIDS.
A comemoração de seu aniversário de 90 anos foi um ato público com shows, que ocorreu em Londres, em julho de 2008, e contou com a presença de artistas e celebridades engajadas nessa luta.

FONTE: http://www.cinemenu.com.br/filmes/mandela-a-luta-pela-liberdade-2007/sobre-o-filme

http://www.interfilmes.com/filme_19891_Mandela.Luta.pela.Liberdade-(Goodbye.Bafana).html

http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u722.jhtm



Escrito por Adriano Medeiros às 11:19:51 AM
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Um Grito de Liberdade – Canadá 1987, Gênero:  Drama / Documentário, Direção:  Richard Attenborough. Tempo de Duração: 157 min. Elenco: Josette Simon, Wabei Siyolwe.

A história de uma amizade memorável entre dois homens inesquecíveis. A tensão e o terror da atualidade da África do Sul é poderosamente retratada neste emocionante filme realizado por Richard Attenborough, que nos conta a história de um ativista negro Stephen Biko (Denzel Washington) e de um editor liberal de um jornal branco que arrisca a sua própria vida para divulgar ao Mundo a mensagem de Biko. Depois de ter conhecimento dos verdadeiros horrores do Apartheid, através das descrições de Biko, o editor Donald Woods (Kevin Kline) descobre que o seu amigo foi silenciado pela polícia. Determinado a fazer ouvir a mensagem de Biko, Woods embarca numa perigosa aventura para escapar da África do Sul e divulgar ao mundo a impressionante história de coragem de Biko. A fascinante história mostra as facetas da humanidade nas suas vertentes mais terríveis e mais heróicas.

FONTE: http://www.interfilmes.com/filme_18839_Um.Grito.de.Liberdade-(Cry.Freedom).html



Escrito por Adriano Medeiros às 11:19:29 AM
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O Pianista – 2002 (França). direção: Roman Polanski. duração: 148 min. gênero: Drama. atores: Adrien Brody , Thomas Kretschmann , Frank Finlay , Maureen Lipman , Emilia Fox.

O pianista polonês Wladyslaw Szpilman (Adrien Brody) interpretava peças clássicas em uma rádio de Varsóvia quando as primeiras bombas caíram sobre a cidade, em 1939. Com a invasão alemã e o início da 2ª Guerra Mundial, começaram também restrições aos judeus poloneses pelos nazistas. Inspirado nas memórias do pianista, o filme mostra o surgimento do Gueto de Varsóvia, quando os alemães construíram muros para encerrar os judeus em algumas áreas, e acompanha a perseguição que levou à captura e envio da família de Szpilman para os campos de concentração. Wladyslaw é o único que consegue fugir e é obrigado a se refugiar em prédios abandonados espalhados pela cidade, até que o pesadelo da guerra acabe.

O Pianista de Roman Polanski, é passado em Varsóvia na Polónia, em plena  2.ª Guerra Mundial, é protagonizado por Adrian Brody e narrado por  Wladislaw Spilzmann, um

judeu, Rádio Varsóvia, Concerto de Piano, o filme é quase autobiográfico. Polanski, o realizador do filme, nasceu durante a guerra na Varsóvia e fugiu da perseguição aos judeus, ele sobreviveu indo para uma quinta de uns familiares. Wladislaw Spilxmann teve a sorte do seu lado e foi um dos sobreviventes do Gueto de Varsóvia, as rondas diárias aos Judeus, e às duas revoltas em 1943 e finalmente em 1944. O realismo das vigílias centrado de Szpilman e as suas estranhas fugas. Szpilman foi protegido por polacos que também queriam escapar-se, foi trancado um apartamento até um Sturmgewehr 111 ter disparado para o terceiro andar, onde ele se mantinha escondido. Szpilman ficou num casa semi-destruída em Varsóvia lá havia um piano de cauda onde tocou Chopin. Hauptmann von Hosenfeld até quando um o oficial Wehrmacht o ter aplaudido e perguntado se ele podia tocar piano para ele. Szpilman esteve escondido no quartel-general da divisão da Wehrmacht em Varsóvia. Hauptman von Hosenfeld arranjou um esconderijo para Spilzmann, ele é um anti-nazi incondicional, ele consegui que ele tivesse comida e água e finalmente perguntou-lhe o nome. Ultimamente SuedDeutsche Zeitung publicou uma biografia do azarado ser humano, ele foi capturado pelos russos e morreu na prisão em 1952. Spilzmann foi avisado que von Hosenfeld’s foi apanhado e preso pelos russos, pelo um amigo músico, chegou tarde demais ao campo de prisioneiros e nunca soube o seu nome. Talvez não pudesse haver outro final para este filme. Spilzmann voltou para a Rádio Varsóvia depois da 2.ª Grande Guerra Mundial.

FONTE: http://pt.shvoong.com/humanities/483761-pianista/
http://www.adorocinema.com/filmes/pianista



Escrito por Adriano Medeiros às 11:17:47 AM
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O último Imperador – (The Last Emperor, China/Inglaterra/Itália, 1987). direção: Bernardo Bertolucci. Elenco: John Lone, Joan Chen, Peter Otoole, Ryuchi Sakamoto. Duração: 165 min. gênero: Drama.

A saga de Pu Yi (John Lone), o último imperador da China, que foi declarado imperador com apenas três anos e viveu enclausurado na Cidade Proibida até ser deposto pelo governo revolucionário, enfrentando então o mundo pela primeira vez quando tinha 24 anos. Neste período se tornou um playboy, mas logo teria um papel político quando se tornou um pseudo-imperador da Manchúria, quando esta foi invadida pelo Japão. Aprisionado pelos soviéticos, foi devolvido à China como prisioneiro político em 1950. É exatamente neste período que o filme começa, mas logo retorna a 1908, o ano em que se tornou imperador.

O filme faz uma retrospectiva da trágica saga de Pu Yi, herdeiro do trono chinês, que foi criado em meio à realeza, mas com a tomada do poder pelos comunistas, é deposto, ainda adolescente, e tem que se adaptar à vida no novo regime.

O contexto é bem complexo, pois o filme resgata a história da China ainda imperial no início do século XX, passando pela proclamação da república em 1911, até a revolução comunista que proclamou a República Popular da China em 1949. No início do século a China foi retalhada pelo neocolonialismo, sendo que o filme dá ênfase à crueldade do imperialismo japonês.

As décadas de 1920 e 1930 que antecedem a Segunda guerra mundial, aqui também são representadas pelo choque político-ideológico entre comunistas, que fundaram a República Popular da China em 1949, e nacionalistas que recuaram para Taiwan.

Pu Yi foi o último imperador da China, sendo coroado em 1908 com apenas dois anos de idade.

Teve de abdicar em fevereiro de 1912, após a proclamação da república. Colaborou com a invasão do Japão sobre seu país, sendo nomeado imperador da Manchúria,, chamada então de Manchukuo,, o Estado fantoche do Japão na China entre 1934 e 1945. Capturado pelos soviéticos foi enviado para China Popular, que o manteve preso até 1959, em um centro de reeducação onde se "converteu" ao comunismo.

Após sua libertação, tornou-se jardineiro, sendo incentivado pelas autoridades chinesas a escrever suas memórias.

FONTE: http://www.adorocinema.com/filmes/ultimo-imperador

http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=100



Escrito por Adriano Medeiros às 11:16:03 AM
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Circulo de Fogo – 2001 (EUA), direção: Jean-Jacques Annaud, duração: 131 min. gênero: Drama. Elenco: Jude Law , Joseph Fiennes , Rachel Weisz , Bob Hoskins , Gabriel Thomson.

Vasily Zaitsev (Jude Law) é um jovem atirador russo que, convencido por um companheiro político (Joseph Fiennes), torna-se o ícone da propaganda russa em plena 2ª Guerra Mundial. A fama de Vasily o torna uma lenda viva para o exército russo e desperta também a atenção do exército nazista, que envia seu melhor atirador de elite (Ed Harris) com o objetivo de matar aquele que se tornou a esperança de toda a Rússia.

Círculo de Fogo (Enemy At The Gates) é inspirada em um fato real real. A ação se situa na Segunda Guerra Mundial, durante a batalha de Estalingrado. O filme traz a história épica de um jovem soldado russo, Vassili Zaitsev (Jude Law), que se converte rapidamente em herói quando um político Danilov (Joseph Fiennes) o converte no ponto central da campanha de propaganda do Exército Vermelho.

Mas, sua amizade se vê ameaçada quando ambos se apaixonam por uma bela soldado, Tania (Rachel Weisz). Enquanto a batalha pela cidade aumenta, o comandante nazista envia um soldado de elite, o major Konig (Ed Harris), para matar o homem que se converteu na esperança de toda a Rússia: Vassili.

Ocorrida entre 1942 e 1943, a batalha de Estalingrado foi um dos momentos decisivos da Segunda Guerra Mundial, contribuindo para formar o marco político do resto do século XX. Quando lançaram seus ataques, os nazistas esperavam conquistar Estalingrado facilmente. Isso os permitia cortar o abastecimento até o sul da URSS, um melhor acesso aos poços de petróleo do cáucaso e uma magnífica propaganda, frutos da conquista da cidade de Stalin.

Mas, a resistência russa foi heróica, e os nazistas não consiguiram seu objetivo. Vassili Zaitsev foi um grande franco-atirador do exército soviético. Trabalhou treinando outros atiradores e se converteu em um autêntico herói nacional.

Há diversas teorias sobre o nascimento da lenda de Zaitsev: seu duelo com um atirador alemão, a existência do Major Konig, sua história de amor com uma combatente. O duelo foi registrado em numerosos artigos jornalísticos e programas de rádio, mas as descrições variam, e é impossível distinguir a ficção da realidade.

FONTE: http://www.adorocinema.com/filmes/enemy-at-the-gates

http://www.terra.com.br/cinema/drama/enemy.htm



Escrito por Adriano Medeiros às 11:15:03 AM
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O Último Samurai – 2003 (EUA). direção: Edward Zwick. duração: 144 min. gênero: Aventura. Elenco: Tom Cruise , Ken Watanabe , Billy Connolly , Tony Goldwyn , Masato Harada.

Nathan é um ex-combatente da Guerra Civil americana que vive atormentado e entregue ao alcoolismo. É quando o coronel Bagley, um rival da época do conflito, o convida para treinar o primeiro exército convencional japonês do Imperador. Nathan aceita a proposta e vai para o Japão, onde irá conhecer toda a cultura de um grupo de guerreiros samurais, inimigos do Imperador.

Um veterano da Guerra Civil, o capitão Woodrow Algren, chega ao Japão no final de 1870 para treinar as tropas do Emperador Meiji, como parte de uma quebra das longas tradições de contar com samurais empregados para proteger territórios, enquanto o novo exército de Maiji se prepara para acabar com os antigos samurais. Quando Algren se machuca e é capturado por um Samurai ele aprende sobre sua honra de samurai e seu código de honra de Katsumoto, o líder dos samurais e decide a qual o lado do conflito ele deseja estar.

FONTE: http://cineminha.uol.com.br/filme.cfm?id=371

http://www.adorocinema.com/filmes/ultimo-samurai/



Escrito por Adriano Medeiros às 11:14:12 AM
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O Patriota 2000 (EUA), duração: 164 min. gênero: Drama. direção: Roland Emmerich. Elenco: Heath Ledger , Joely Richardson , Jason Isaacs , Trevor Morgan , Bryan Chafin

Benjamin Martin (Mel Gibson) o herói de um violento conflito entre França e Índia,. Desde o término da guerra ele renunciou a luta, vivendo em paz com sua família. Quando os ingleses levam a guerra da independência americana para dentro de sua casa, Benjamin não vê outra saída a não ser pegar nas armas novamente, desta vez acompanhado por seu filho idealista (Heath Ledger), e liderar uma brava rebelião em uma batalha contra o implacável e equipado exército britânico. Neste processo ele descobre que o único meio de proteger sua família lutando pela liberdade da jovem nação.

Na aventura com peso emocional "O Patriota", o vencedor do Oscar Mel Gibson estrela como Benjamin Martin, um relutante herói que é arrastado para Revolução Americana quando a guerra chega em sua casa e ameaça sua família.

FONTE: http://www.adorocinema.com/filmes/patriota/



Escrito por Adriano Medeiros às 11:13:19 AM
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O Homem da Máscara de Ferro –1998 (EUA) duração: 132 min. gênero: Aventura. direção: Randall Wallace. Elenco: Leonardo DiCaprio , Jeremy Irons , John Malkovich , G�rard Depardieu , Gabriel Byrne.

Durante o século XVII, Luíz XIV (Leonardo DiCaprio), poderoso e cruel, condena e prende na masmorra o seu irmão gêmeo. Dessa forma, ele tem todo o poder para fazer o que desejar, uma vez que ninguém sabe da existência de seu irmão. Entretanto, um dos mosqueteiros, Aramis (Jeremy Irons), descobre o segredo e com a ajuda de seus outros companheiros tentará resgatar o prisioneiro.

Baseado no livro de Alexandre Dumas.

FONTE: http://www.adorocinema.com/filmes/homem-da-mascara-de-ferro

http://www.cineplayers.com/filme.php?id=1590



Escrito por Adriano Medeiros às 11:11:01 AM
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Os 3 Mosqueteiros  –1993 (Áustria) (EUA) (Inglaterra). direção: Stephen Herek . duração: 105 min. gênero: Aventura.  Elenco: Charlie Sheen , Kiefer Sutherland , Chris O'Donnell , Oliver Platt , Tim Curry.

Mais um filme baseado no livro do grande escritor Alexandre Dumas.

Ignorando que os Mosqueteiros do Rei, em virtude de uma manobra política que visa obter o trono da França, não mais existem, o jovem D'Artagnan (Chris O'Donnell) planeja tornar-se um mosqueteiro. Em sua aventura conhece mosqueteiros leais ao rei, que acabam descobrindo o plano do cardeal Richelieu (Tim Curry) de matar o rei da França.

FONTE: http://www.cinemenu.com.br/filmes/os-tres-mosqueteiros-1993/sobre-o-filme

http://www.adorocinema.com/filmes/3-mosqueteiros-93/



Escrito por Adriano Medeiros às 11:10:09 AM
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O Conde de Monte Cristo 2002. Estados Unidos/Irlanda/Reino Unido. Direção: Kevin Reynolds. Gênero: Ação/Aventura/Drama/Histórico. Duração: 131 minutos. Elenco: James Caviezel , Guy Pearce , Richard Harris , James Frain , Dagmara Dominczyk

Fernand Mondego não consegue mais suportar a inveja interior que possui de Edmond Dantes, por este possuir uma belíssima mulher. Influente, acaba fazendo com que Dantes, um homem pobre e honesto, seja acusado de traição e assassinato, indo parar em uma prisão ilhada isolada do mundo. Dantes, ao longo dos anos que fica preso, vai perdendo a fé em Deus, até que dá de cara com um padre que também estava preso e tinha um plano de fuga. Ele então escapa da prisão cheio de ódio e sedento por vingança.

Em 1814 Napoleão Bonaparte, o imperador francês, foi exilado na Ilha de Elba, na costa da Itália. Temendo que viessem resgatá-lo, seus captores britânicos atiravam contra qualquer um que surgisse na praia, por mais inocente ou aflito que fosse. Por precisarem de socorro médico, pois o capitão do navio mercante Pharaon contraíra meningite, é exatamente neste lugar que Edmond Dantes (James Caviezel), o 2º imediato, juntamente com o melhor amigo de Dantes, Fernand Mondego (Guy Pearce), representante do dono do navio, resolvem aportar. Isto inicia um pequeno combate, que só termina quando Napoleão garante que os desconhecidos não eram agentes dele. Quando a situação se acalma, Napoleão pede para Edmond entregar uma carta pessoal para um amigo dele. Napoleão garante que não há nada de mais na carta, então Dantes concorda. Ao chegarem em Marselha Morell (Patrick Godfrey), o dono da companhia de navegação, quer saber o que houve, então chama Danglars (Albie Woodington), o 1º imediato juntamente com Dantes, que assume a responsabilidade. A determinação e a coragem de Edmond agradam Morell, que o nomeia o novo capitão do Pharaon, o que deixa Danglars muito irritado. Dantes, feliz com a promoção, vai correndo contar a boa nova para Mercedes Iguanada (Dagmara Dominczyk), sua noiva, com quem pensa em se casar num futuro próximo. Porém Dantes logo é preso como traidor, com a falsa acusação tendo partido de Danglars, que o odiava, e seu melhor "amigo", Fernand, que desejava ter o caminho livre para cortejar Mercedes. Dantes é mandado para uma fortificação, o Chateau d'If, que ficava numa ilha que era praticamente impossível fugir. Gradativamente Dantes ia sendo tomando pelo desespero, principalmente no seu aniversário de encarceramento, quando o diretor da prisão pessoalmente o espancava. Um dia as coisas começam a mudar, quando abade Faria (Richard Harris), outro prisioneiro, surge repentinamente. Ao tentar escapar o abade escavou por cinco anos um túnel, mas errou nos cálculos e foi parar na cela de Edmond. Os dois fazem amizade e o religioso ensina muitas coisas para Dantes, incluindo a localização de um fabuloso tesouro. Quando Faria morre, Dantes ocupa o lugar do abade no saco, que foi jogado ao mar. Assim, após vários anos, Dantes escapa e, como agora está imensamente rico, se intitula o Conde de Monte Cristo e com cuidado prepara a melhor maneira de se vingar de todos que o prejudicaram.

Alexandre Dumas escritor do livro o Conde de Monte Cristo é também autor de mais de 80 pequenas histórias envolvendo Athos, Phortos, Aramis e D´Artagnam, que estão geralmente agrupadas em três romances: Os 3 Mosqueteiros, 20 anos depois e o Homem da Máscara de Ferro.

FONTE: http://www.netsaber.com.br/resumos/ver_resumo_c_3309.html

http://www.cineplayers.com/filme.php?id=172

http://www.adorocinema.com/filmes/conde-de-monte-cristo-2002/



Escrito por Adriano Medeiros às 11:09:23 AM
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Armageddon 1998 (EUA), duração: 151 min. gênero: Ficção Científica. direção: Michael Bay. Elenco: Bruce Willis , Ben Affleck , Billy Bob Thornton , Liv Tyler , Will Patton.

Após uma chuva de pequenos meteoros que atingem a Terra (incluindo Nova York), a NASA se dá conta de que um asteróide do tamanho do Texas está em um curso de colisão com o nosso planeta. O asteróide se aproxima da Terra à uma velocidade 35.000km/h. e, se o choque acontecer, qualquer forma de vida deixará de existir na Terra, exatamente como o que exterminou os dinossauros 65 milhões de anos atrás. Restando apenas 18 dias para o choque entre a Terra e o asteróide, a única solução possível é enviar astronautas em um ônibus espacial até a superfície do asteróide e lá perfurar 800 pés para colocar um bomba nuclear, detonando-a por controle remoto. Para cumprir tal missão é convocado o mais famoso perfurador de petróleo (Bruce Willis) a grandes profundidades do mundo, que exige formar sua equipe com técnicos que têm um comportamento nada convencional para os padrões do governo.

FONTE: http://www.adorocinema.com/filmes/armageddon/



Escrito por Adriano Medeiros às 11:08:31 AM
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Álamo (The Alamo, EUA) 2004. direção: John Lee Hancock. Elenco: Dennis Quaid , Billy Bob Thornton , Jason Patric , Patrick Wilson. duração: 137 min gênero: Aventura.

Primavera de 1836. Mesmo com poucas chances de vitória, cerca de 200 homens de várias raças se unem na defesa de um pequeno forte no Texas. Durante 13 dias eles enfrentam as tropas do general mexicano Santa Anna

Reconstituição da Batalha do Álamo, quando, em 1836, 185 soldados e voluntários americanos em uma igreja em ruínas resistiram a sete mil soldados mexicanos na luta pelo território do Texas. Primeiro filme dirigido pelo astro Wayne, um sonho de muitos anos devido a seu extremo interesse pelo episódio. Isso se refletiu numa quase que absoluta idealização, transformando-o numa ode a lealdade e fidelidade ao sonho de liberdade, com pouco respeito pela autenticidade histórica. Mas Wayne aprendeu alguma coisa observando os mestres Ford e Hawks e o filme funciona bem como aventura de guerra, com bom ritmo, seqüências de ação empolgantes e elenco eficiente (com toques de humor vindos dos coadjuvantes, exatamente como Ford fazia e usando alguns dos mesmos atores freqüentemente usados por ele). Isto, aliás, ajudou a criar a lenda de que Ford teria dirigido partes do filme, senão todo: na verdade o veterano (e muito difícil de lidar) diretor apenas visitou o set e, a pedido de Wayne, dirigiu poucas tomadas de segunda unidade, que em sua maioria não foram aproveitadas. Wayne não abusa da posição de produtor/diretor (sua entrada não é de astro e na cena crucial onde os voluntários decidem quem ficará para lutar ele é dos últimos a aderir) e dá bastante espaço para Widmark e Harvey. Além disso, apesar de suas conhecidas posições direitistas, Wayne fugiu de patriotadas e, a maneira de Ford, se concentrou mais nos aspectos humanos da situação e nas relações entre os personagens, inclusive evitando mostrar como vilões os mexicanos (até criando um inverídico momento onde o líder deles ordena uma trégua para que as mulheres e crianças saiam do local). O filme teve uma campanha publicitária para o Oscar desastrosa (que sugeria que assisti- lo ou não era uma questão de patriotismo) e foi um tremendo fracasso, uma grande decepção para Wayne (custou doze milhões de dólares e rendeu menos de oito).Indicado para sete Oscars (Coadjuvante Chill Wills, Fotografia, Montagem, Canção, Trilha Musical e Filme), ganhou apenas o de Som. Mas envelheceu bem e hoje, sem a sombra das posições políticas do diretor, funciona como o que é: uma mistura de western e aventura de guerra bem realizada e empolgante.

FONTE: http://www.adorocinema.com/filmes/alamo-2004/

http://cinema.uol.com.br/filmes/o-alamo-1960.jhtm



Escrito por Adriano Medeiros às 11:07:39 AM
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